sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

ANÚNCIOS DA COCA-COLA

Confira a evolução da marca por meio da publicidade

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rejaneborges
Artigo da autoria de Rejane Borges.
Gosta das cores de folhas secas ao chão. E das cores das folhas velhas dos livros..
Saiba como fazer parte da obvious.


Leia mais: http://lounge.obviousmag.org/sphere/2012/02/a-historia-da-coca-cola-em-publicidade.html#ixzz1lMekDqmT

História da Arte no RN ( Por Amil Soned)

O referido texto é uma tentativa de alavancar a sistematização da história das artes no RN para fins acadêmicos. Segundo o professor Vicente Vitoriano, não existe uma história da arte no RN. Discordo dessa afirmativa do professor Vicente. Essa história da arte existe sim. Só que não está devidamente compilada, tecnicamente organizada, necessitando, portanto, de um trabalho minucioso de garimpagem de documentos e obras que trate do tema. O Grupo de Pesquisa em Cultura Visual - Matizes vem dando importante contribuição neste trabalho de bricolagem da história da arte no nosso estado. Um exemplo da existência dessa história, é que, recentemente, ao apresentarmos um seminário sobre arte rupestre no RN, descobrimos a obra do Sr. José de Azevedo Dantas, precursor das pesquisas sobre arte rupestre no RN, que inclusive consta na bibliografia do professor Vitoriano. Ao pesquisar a história da xilogravura no nordeste encontrei a tese de mestrado do Cid Augusto da Escóssia, que trata do Sr. João da Escóssia, primeiro xilógrafo do Rio Grande do Norte. Esses exemplos, aliados ao trabalho do Matizes mostra que a história existe, faltando apenas ser escrita. Quem nunca ouviu falar do GRUPEHQ (inclusive estou doando à base de pesquisa do Matizes, um exemplar da revista Bruhaha onde consta uma entrevista com o pessoal dos quadrinhos)? Com certeza, esse grupo faz parte da história da arte potiguar, apesar de alguns acharem que HQ não é arte.
Acho que a iniciativa de se discutir a questão da história da arte no RN, a partir do estudo de exposições como o Salão de Artes Visuais da Cidade do Natal é de extrema importância, já que ali está representada a arte do estado na sua contemporaneidade. A importância que a fotografia vem obtendo nos últimos salões, outro fator destacado no texto do professor é um fato. Essa importância talvez tenha a ver, entre outros motivos, com a facilidade de utilização de meios tecnológicos como a s câmeras digitais e softwares gráficos como o Photoshop que é uma ferramenta poderosíssima na obtenção de efeitos artísticos em fotografias.
Sobre a contribuição de documentos impressos ou fotografias, tenho um grande acervo de fotografias dos murais existentes na cidade do Natal, de autores diversos, fruto de um trabalho de pesquisa da disciplina História da Arte I, ministrada pelo Professor Doutor Vicente Vitoriano. Tenho ainda o livro de Newton Navarro, “Futuebol” (uma das paixões do mestre), publicado pela Editora Universitária. Além disso, indico como fonte de estudos a tese de mestrado de Cid Augusto da Escóssia Rosado “A xilogravura como ilustração do texto jornalístico: uma análise do trabalho de João da Escóssia Nogueira no jornal “O Mossoroense”, de 1902 a 1906”, Existente na Biblioteca Central Zila Mamede. Entre outros documentos segue uma lista de títulos publicados pela Editora da UFRN, que contribuirá para este esforço do resgate da história da Arte no Rio Grande do Norte. Alguns dos livros encontram-se esgotados no catálogo da Editora Universitária, mas podem ser encontrados na Biblioteca Central Zila Mamede.


Disponivel em

Peças roubadas durante a guerra são retornadas ao museu do Iraque


No passado, o acesso ao Museu Nacional do Iraque era tão restrito que o local ganhou o apelido de "lojinha" privada do ex-líder saddam Hussein.

Em 2003, após a queda de Saddam e durante os combates entre as tropas americanas e tropas leais ao regime caído, o museu testemunhou um dos eventos mais trágicos da sua história: muitos artigos de valor inestimável foram roubados ou destruídos.

Mas desde a restauração do governo no país, cerca de 5 mil das 15 mil peças que foram roubadas voltaram ao seu lugar de origem. Muitos estavam em poder de negociantes de obras de arte nos Estados Unidos e Europa.

Os funcionários do museu querem recuperar mais objetos que atestam a história da região desde a civilização mesopotâmica, 5 mil anos atrás, e devolver à instituição a sua antiga glória.


Disponivel em

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=5701


Espírito do tempo


Em Buenos Aires, no ano de 2009, artistas e teóricos se reuniram em um simpósio, realizado pela Fundación Telefónica e pelo Instituto Sergio Motta de São Paulo, para discutir a presença das mídias móveis nos mais diversos setores da sociedade. Agora, os resultados dos debates podem ser conhecidos com a leitura do livro "Nomadismos Tecnológicos". Organizada pelo curador e professor titular da Universidade de Buenos Aires Jorge La Ferla e pela artista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP Giselle Beiguelman, a publicação reúne artigos de estudiosos e artistas ligados a importantes universidades e instituições de diferentes partes do mundo. Os textos abordam as mudanças do conceito de mobilidade através dos tempos, o impacto da chegada das mídias móveis sobre a sociabilidade e, principalmente, o uso das tecnologias móveis como ­suporte artístico. Nesse contexto, destaca-se o artigo do artista Lucas ­Bambozzi, que realiza uma abordagem crítica sobre a constante apropriação de novas tecnologias por artistas, argumentando que em geral eles a fazem sem a reflexão e o aprofundamento necessários. Já Wolfgang Schäffer, importante pesquisador sobre a história da ciência da Universidade de Humboldt, em Berlim, afirma que ao mesmo tempo que as tecnologias se tornaram massificadas e padronizadas, sua popularização resulta em novos paradigmas, principalmente no que diz respeito ao campo das imagens. Para Schäffer, a explosão do consumo de celulares com câmeras implicou no surgimento de um novo modo de produção audiovisual que se tornou referência para a produção de imagens na atualidade.

Disponivel em

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012