segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Artista espanhol cria mosaicos complexos em folhas


Se você se considera uma pessoa paciente, é porque ainda não conhece Lorenzo Duran. O artista espanhol utiliza frágeis folhas como plataforma para seu trabalho. Duran escolhe folhas com belas formas - que, por si só, já são uma obra de arte - para criar mosaicos complexos. A série se chama Naturayarte e conta, ainda, com pinturas a óleo e esculturas em rochas feitas com ácido - atividades minuciosas, trabalhosas e delicadas.

Para produzir a arte nas folhas, o espanhol dispõe de técnicas japonesas de recortes. Duran seca, molda e, depois, corta as folhas, criando figuras detalhadas de paisagens, animais e mosaicos. A paciência do artista realmente não tem limites, uma vez que ele aceita encomendas e se propõe a mudar os recortes de acordo com a expectativa dos clientes. Contudo, Duran reconhece não ser capaz de criar o mesmo corte duas vezes.

"Se você se interessa por alguma folha que já foi vendida, me avise que eu tentarei fazer uma réplica deste trabalho", diz ele em seu site oficial. "Mas você deve considerar que essas são peças únicas (antes e depois dos cortes) e, portanto, não posso me comprometer a fazer uma cópia exata dos trabalhos", completa. Mais exemplos do trabalho desenvolvido pelo espanhol, que ele próprio define como "a ação da natureza na arte e a ação da arte na natureza", podem ser contemplados em página oficial.


FONTE

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=4027

Chuva do Caju

Certa vez ao navegar pela internet, vi um trailer muito bacana de um curta chamado "Chuva do Caju", embora não tenha assistido, resolvi postar o trailer, só pra deixar claro que deu uma vontade "danada" de assistir esse curta potiguar.

Curta metragem "Boiadeiro sou Rei"


Uma câmera acompanha a vida de alguns vaqueiros no interior do Piauí.
O filme baseado em Os Sertões de Euclides da Cunha.

domingo, 31 de julho de 2011

Quando Tudo dá Certo

Composição: Zé Renato / Ana Terra

É tão bom quando tudo dá certo
Sonhei com quem quero
E desperto feliz
Corre o dia normal e me espera
Me leva tão leve aonde tenho que ir

Conversar com as pessoas sem pressa
Ouvindo quem fala
Sem se preocupar
Com o que vai perguntar a seguir
O que vai responder
Simplesmente ouvir

Respirar com o corpo inteiro
Se livrar de algum medo
Trocar de bem com a vida
Descobrir que a beleza está muito mais no olhar

É tão bom quando tudo dá certo

Respirar com o corpo inteiro
Se livrar de algum medo
Trocar de bem com a vida
Descobrir que a beleza está muito mais no olhar

É tão bom quando tudo dá certo
É tão bom quando tudo dá certo
É tão bom quando tudo dá certo

Arte Potiguar ( Jesuíno Brilhante )

Gostaria de deixar uma bela dica de filme potiguar, falo desta vez do filme Jesuíno Brilhante ao qual tive o prazer de assistir recentemente. O motivo pelo qual indico esta obra, é que alem de ser um filme que fala do sertão e da vida rural,há algumas cenas que se passam no nosso Rio Grande do Norte, na cidade de Assu a qual tenho um imenso carinho.

Vale a pena relembrar que no início da década de setenta, o povo hospitaleiro e generoso do Assu, de tantos poetas e até de tradições de pioneirismo, recebeu um grupo de atores - cabeludos - cinematográficos para que alí, naquela cidade e região, fosse cenário principal do primeiro filme longa metragem rodado no Rio Grande do Norte, intitulado "Jesuino Brilhante, O Cangaceiro", produzido pelo cineasta potiguar de Ipanguaçu (RN), radicado que era no Rio de Janeiro onde veio a falecer em 1991, chamado artisticamente de William Cobbtt (Cosme - seu sobrenome de registro, familia tradicional daquela terra ipanguaçuense).

Câmara Cascudo depõe que Jesuíno "é o primeiro cangaceiro na memória do oeste norte-rio-grandense. Deixou funda lembrança de valentia, destemor e fidalguia. Era o aut-low gentlilhomem, imperioso, arrebatado, incapaz de insultos por vaidade ou de uma agressão inúltil."
"Sinhazinha Wanderley no livro de Walter Wanderley intitulado Família Wanderley, 1965, conta que no Assu existiu um pequeno museu onde se encontrava exposto um pedaço do osso do braço de Jesuino Brilhante que foi morto pela polícia da paraíba no lugar denominado Palha, distrito do Estado paraibano."

Além do município do Assu, as suas filmagens foram produzidas também em Ipanguaçu, Mossoró, Tibau, Patu e nos cerrados de Lages e Natal,onde foram concluidas as suas filmagens.








































Titulo: Jesuíno Brilhante, O Cangaceiro

Gênero:
Aventura / Ação / Cangaço
Duração: 100 min
Lançamento: 1972
Pais: Brasil
Direção: William Cobbtt
Fotografia: Carlos Tourinho
Música: Mário Pariz
Produção: Eliana Coobet
Elenco: Neri Victor, Rodolfo Arena, Vanja Orico, Waldir Onofre, Miltom Vilar , Clementina de Jesus...




Fonte

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Que Seja Uno - Alexandre Américo ( Uyrande)

Aqui deixo um vídeo muito bacana de um amigo universitário, bailarino e acima de tudo: artista.
Ao amigo Alexandre Américo, um grande abraço.

"Um corpo abrasileirado ao ritmo pulsante e visceral de uma Rumba. Sagrando os elementos que compõem o Homem, a Natureza... Deus. Que seja a terra, o fogo, a água e o ar... que seja Uno."
Coreografia criada e interpretada por Alexandre Américo ( Premiação de Bailarino Destaque ) no festival Dança e Movimento realizado em 18 de Junho de 2011 no Teatro Alberto Maranhão.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Comecou o festival que une arte e tecnologia em SP



São Paulo é cenário do casamento entre a arte e a tecnologia. Até o dia 21 de agosto, a cidade recebe a 12ª edição do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File). O evento é gratuito e será realizado em diversos lugares, como a Galeria de Arte do Sesi, no Conjunto Nacional, no Centro Cultural São Paulo e no vão livre do Masp. Além das tradicionais palestras, mesas-redondas e workshops sobre realidade aumentada, arquitetura computacional e outros recursos tecnológicos que viram suportes e/ou linguagem artística, o festival levará a arte para a rua. Mais precisamente, à Avenida Paulista, que ganhará obras de arte interativas.

Um dos destaques deste ano é o artista plástico belga Lawrence Malstaf, que apresentará a obra Shrink. Nela, corpos de performers serão embalados com tecnologia a vácuo como se fossem objetos plastificados. Segundo Ricardo Barreto, curador do File, a tecnologia tem um papel transformador na arte. "Os recursos tecnológicos permitem que a obra aconteça ao vivo e se transforme em tempo real", diz.

Outro exemplo disso, além de Shrink, é Via Invisível, de Soraya Braz e Fábio Fon. Na obra, leds instalados em nove saídas da linha verde do metrô possibilitarão que as pessoas vejam como agem as ondas de seus celulares. A obra muda de acordo com o número de telefones ao redor, transformando-se a todo instante. Os artistas têm a intenção de chamar a atenção para o alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a possibilidade de os aparelhos causarem câncer. Já a obra Conversacube, da norte-americana Lauren McCarthy, tem uma proposta mais divertida. Ela consiste em uma caixa que fica no meio dos participantes de uma conversa. Cada um fica em frente à uma face da caixa, que tem uma pequena tela e microfones embutidos em seu interior. À medida que a conversa progride, cada pessoa recebe instruções ou frases personalizadas para manter o diálogo fluindo sem qualquer pausa constrangedora ou desconforto. Uma saída e tanto para aqueles mais tímidos.

A união entre arte e tecnologia, porém, não se resume às artes plásticas. Quem não gosta de instalações, objetos, performances e afins, poderá assistir a mais de quatrocentas animações, a filmes que têm avatares como atores, jogar videogame, testar aplicativos para tablets e até dançar ao som de música eletrônica. Quem gosta do estilo, contará com quatro dias de programação. Sete artistas, entre brasileiros e estrangeiros, que criaram novos parâmetros musicais a partir da tecnologia, se apresentarão entre os dias 19 e 22 de julho, no Teatro do Sesi.

Outra opção é participar das palestras e mesas redondas que terão especialistas brasileiros e estrangeiros trazendo as últimas novidades de suas áreas. O músico Eduardo Luís Brito, por exemplo, falará do uso de instrumentos musicais digitais para compor. Já o norte-americano Matt Roberts, especialista em performance de vídeo em tempo real e aplicativos para novas mídias, discutirá como criar arte em tempo real com a interação dos usuários. Ambos partirão de suas próprias experiências e de estudos recentes para ampliar o debate. Haverá, também, a possibilidade de colocar a mão na massa e aprender como concatenar arte e tecnologia, fazendo um workshop de video mapping. A técnica utiliza filmes, software de edição, supercomputadores e luz para fazer projeções em fachadas de prédios, paredes e etc.

File - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica - Até 21/8. Centro Cultural Fiesp: Av. Paulista, 1.313 (outros endereços no http://filefestival.org). Livre. Entrada franca.

Fonte: