sábado, 1 de setembro de 2012

Bossa Trash - Paquito

Gosto muito do som do Paquito, confira:

Encenação pode ser:



Arte de pôr em cena, transformar em espectáculo um texto escrito; o efeito dessa arte. A origem do termo surge como elemento constituinte e inseparável do teatro sendo através dele que se verifica a evolução técnica e estética desse mesmo teatro. Tendo em conta a tradição europeia, as primeiras encenações de carácter teatral tiveram lugar no séc. VI a. C. na Grécia, para o qual foi utilizado um cenário portátil, mais conhecido por carroça de Tépis. O seu emprego devia ser idêntico ao da skene (cenografia) dos futuros teatros construídos não só na Grécia como também em Roma. Na Idade Média, a encenação surgiu nas demonstrações de certas passagens litúrgicas representadas por sacerdotes, durante as cerimonias religiosas. E aqui o teatro cristão, tal como no teatro clássico, nasce da ritologia. Com relação à Idade Moderna, a encenação manteve as características medievais em toda a Europa, com excepção da Itália onde o teatro era já uma arte de humanistas com um público culturalmente aberto e sensível. Ainda nos sécs. XV e  XVI, países como Inglaterra, Espanha, França e Alemanha, mostravam um teatro medieval encarado, unicamente, como diversão popular. Na Itália, pelo contrário, surge a perspectiva pictórica (séc. XV) sendo adoptada pelo teatro para a cenografia.
 O mérito da invenção dos cenários em perspectiva tem sido dado a Bramante que, juntamente com o seu discípulo Peruzzi, os pôs em prática pela primeira vez no séc. XVI. Pode-se dizer com convicção que foi o teatro italiano, tanto o popular (Commici dell' Arte- cómicos profissionais) que se apresentavam com máscaras recorrendo à mímica corporal e à acrobacia, (embora os seus espectáculos brilhassem pelo seu movimento), como o erudito com a sua arquitectura admirável e os seus fascinantes inventos mecânicos, as conhecidas tramóias, que influenciando quase todo o continente se tornou a partir da segunda metade do séc. XVI, o meio que possibilitou a renovação da encenação e abriu as portas para a encenação moderna. Finalmente, nos nossos dias, a encenação, condicionada pelo desenvolvimento das formas dramáticas e sob influência do melodrama, mostra-se artificial, feita de excesso de elementos cénicos, decorativos e arqueológicos, envolta em pormenores complicados e convencionais. Várias vozes se fazem ouvir contra este sistema plástico, no entanto, só a estética naturalista é que se destaca a partir de 1877, em Paris, do Théâtre Libre de André Antoine (1858-1943). Ao ser introduzida no teatro, esta estética naturalista deu primazia à reprodução rigorosíssima da vida quotidiana provocando, deste modo, a renovação completa de sistemas até aí creditados. No entanto, o naturalismo conduzirá o teatro aos próprios excessos convencionais que antes combatera dando azo ao surgimento da literatura simbolista que se impõe como reacção aos seus exageros através do Teatro de Arte (1887- 1890) de Paul Fort. As doutrinas paralelas de Adolphe Appia (1862-1928) e Gordon Craig (1872-1966) mostrar-se-ão reacções muito mais profundas a nível teórico. Enquanto Appia partia da natureza da personagem para descobrir o sentido abstractizante do envolvimento cénico concebido à base de cubos, planos, escadas, etc, Craig dava relevância à lucidez e automatização integral do jogo cénico o qual o levaram a abstractizar e despersonalizar o actor, concebido este como uma «supermarionette». Na Alemanha do pós-guerra, aparece uma corrente anti-naturalista mais violenta que traduzia a simbologia estilizada da desumanização da sociedade através do recurso exuberante aos meios cénicos, às linhas de cor e luz, ao som, à despersonalização da personagem, concebendo ainda o encenador como soberano, como elemento fundamental da criação dramatúrgica.
Em 1913, e desta feita ainda antes da guerra,  surge um movimento renovador com maior relevo quando Jacques Copeau fundou em Paris o Théâtre du Vieux- colombier, concedendo a depuração e simplificação do espetáculo cénico através da valorização do texto, da pureza da encenação e do equilíbrio dos diversos elementos. Por seu lado também a Rússia Soviética, logo após a Revolução de 1917, se interessou pela experiência teatral através de Vsevolod Meyerhold (1938-1940) que tentou a construção de espetáculos ideológicos, baseados nas suas concepções de biomecânica, despersonalização do actor e neutralidade do texto.


  É com Bertolt Brecht (1898-1956) que se dá uma das mais importantes renovações do espetáculo moderno, e será o carácter ideológico e didático do seu teatro que marcarão para sempre o grande encenador que foi. E nesta linha será, também, um dos profundos teorizadores da moderna arte de encenação. Ao exigir uma perfeita lucidez do espectador perante a peça, que não é «vivida» mas «contada» pelos atores, Brecht dividia a obra em pequenas cenas, intercalando-as de elementos que permitiam ao espectador a consciencialização crítica das teses defendidas. A isto se deu o nome de «efeito V» ou da «distanciação».
            A partir das décadas de 80 e 90, a cena europeia desenvolverá experiências com base em programas bem estruturados de renovação dos métodos do espectáculo. Desde 1950 que variadíssimas pequenas performancesexperimentais contrastam e coexistem com a modernização da ópera e a internacionalização dos grandes espectáculos musicais, por um lado, e a criação de espetáculos musicados por outro. Ambos os casos são fruto de grandes vagas renovadoras que há cinquenta anos Brecht, Beckett e Ionesco provocaram quer ao nível do texto quer ao nível do espetáculo.

  A idade da encenação só pode ser considerada de meio século, se tivermos em conta o encenador como elemento mais elevado na hierarquia teatral, restabelecedor do equilíbrio necessário à dignidade do teatro. Foi só com o recurso à arte e técnica modernas que o texto dramático ganhou verdadeira forma, isto é, segundo as palavras de André Veinstein, «a encenação começou, então,  a tomar consciência de si própria».       

A encenação consiste numa apresentação, numa leitura possível entre outras, num ponto de vista particular, neste caso do encenador, não negando mas participando da multiplicidade do sentido. É uma arte complexa e difícil porque trabalha com os homens e as coisas (colectiva ou isoladamente), evocando tanto o aspecto ou os caracteres físicos dos seus variados elementos, como o seu papel moral, o seu toque pessoal e especial no conjunto definido e harmonioso da ação. Nesta perspectiva, esta arte deve prolongar-se até às relações mútuas e recíprocas dos homens e das coisas nos variadíssimos domínios arqueológico, histórico, geográfico e episódico. Por outro lado, ao transformar em espetáculo um texto escrito, a encenação transpõe todo um mundo de imagens conceptuais para recrear forma, movimento, som e cor. Nas palavras de António Pedro, a encenação vai «valorizar o verbo e corporizá-lo na carne das personagens e compor o seu agir» (Pequeno Tratado de Encenação, Confluência, Porto, 1962, p. 16).De um ponto de vista mais técnico, a encenação conta com determinados elementos que têm  o objectivo de dar forma  no espaço e em movimento e tempos reais à fábula - a composição da ação, parte do drama considerada mais importante por Aristóteles. Um desses elementos é a determinação concreta do lugar dramático, papel este destinado ao cenário (adereços, mobiliário e os próprios atores, segundo alguns teóricos, pelo espaço que ocupam em cena) que será montado num palco do qual dependerá, pela sua forma, medida e maquinaria, toda a concepção e execução do jogo cênico: o estilo possível de representação, o processo de implantação do cenário e utilização de planos praticáveis, movimentação em cena e seu aproveitamento estético e psicológico, a valorização e desvalorização das cenas, o tempo dos movimentos, as marcações, etc.

 Atualmente, os principais tipos de palco existentes nos nossos teatros são o palco à «italiana», de proscênio prolongado (ou à «inglesa»), de anfiteatro, de teatro de arena e ainda , o simples tablado descoberto (do francês «tréteaux»), destinado, sobretudo, a espectáculos ao ar livre.

 A figuração e a representação das personagens são outro elemento que contribuirão para a concretização de uma ilusão perfeita. Esta é a atividade primordial dos atores que contam com o cenário, a luz, o movimento, a ambientação sonora e todo o complicado aparato de cena para a sua valorização e da sua interpretação. Por outro lado, o tipo de ator e o seu tipo de criação habitual conciliado com o papel que lhe é destinado, fornecerá ao encenador as diretrizes para o mover em cena e explorar as suas possibilidades. A partir do momento em que se determina a figuração e a representação das personagens, dependerá a escolha de uma táctica e de um critério de orientação que possibilitem um sentido geral necessário para se conceber uma encenação, e também os mecanismos a estabelecer para dar conta dos pormenores. É através da figuração e representação das personagens que a encenação concretiza o seu principal objectivo artístico: representar em forma, movimento e tempos reais o drama. O ator faz parte da encenação tanto como elemento do próprio cenário como intérprete, por outras palavras, é através dele «que a palavra do poeta se encarna e é pelo seu agir que se vivifica e transforma a potência em ato, de virtualidade em ser» (António Pedro,Pequeno Tratado De Encenação, Confluência, Porto, 1962, p. 54).
 A  declamação das palavras do poema vai completar a interpretação das personagens e da própria peça, para além de ser um elemento que conflui para a composição da ação.

Bibliografia
António Pedro: Pequeno Tratado de Encenação (1962); António Solmer:Manual de Teatro (1999); Jean-Marie Piemme: L'Invention de la Mise en Scéne- DixTextes sur la Représentation Théâtrale (1989); Joaquim de Oliveira: O Teatro Novo- o «Knock» e o seu Encenador (1925-1950); Léon Moussinac: História do Teatro - das Origens aos Nossos Dias (1957); Manfred Wekwerth: A Encenação no Teatro deAmadores (1976); Redondo Junior: A Encenação e a Maioridade do Teatro (1959); René Passeron (dir.): La Présentation (1985)


Imagens:
 Arquivo O MARICAL
Texto Disponivel em:

Um pouco sobre Luiz Gonzaga no seu centenário.


Ja que estamos no centenário do mestre Lua, eis um pouco de sua história.



LUIZ GONZAGA - Em 13 de dezembro de 1912, nasceu o Rei do Baião, no pequeno vilarejo com o emblemático nome de Exu, no sertão pernambucano, e recebeu o nome de Luiz Gonzaga Nascimento. Luiz porque era dia de Santa Luzia, Gonzaga por sugestão do vigário que o batizou, e Nascimento por ser o mês em que Maria deu à luz Jesus. Ele era filho de Ana Batista de Jesus, uma cabocla bonita conhecida como Santana, e de Januário José dos Santos, o único tocador de sanfona da região, um fole de oito baixos.
Segundo dos nove filhos do casal, aos 8 anos já empunhava sua sanfona e recebia cachê para cantar e tocar a noite inteira em festas da região. Em 1920, era famoso por lá. Quatro anos depois, por causa de uma enchente, a família se mudou para Araripe. Lá, Gonzaga adquiriu um fole Kock de oito baixos, com a ajuda de um coronel, que pagou a metade do preço do instrumento. Luiz Gonzaga já ganhava mais que o pai, mas não tanto para comprar sozinho o fole, muito acima de suas posses.
Em 1926, ele foi para o Rio de Janeiro. Lá, se apaixonou por Nazarena, mas o pai da moça não gostou nem um pouquinho do namoro. Arrumou uma confusão e acabou vendendo sua sanfoninha de oito foles, indo em seguida para o Ceará. Aumentou sua idade para entrar no exército, e virou soldado Nascimento. Correu o país em missões militares durante a Revolução de 1930. Enquanto isso, seu pai, mestre Januário, conseguiu reaver a sanfona que Gonzaga tinha vendido. Gonzaga continuou no exército e, nas horas de folga, não deixava de ouvir músicas no rádio. Aí, decidiu fazer um concurso para músico, no exército mesmo – mas foi reprovado. Não conhecia a escala musical. Então, virou soldado-corneteiro e ganhou o apelido de Bico de Aço. Ainda no exército, em 1936, aprendeu a tocar sanfona de 120 baixos; comprou uma de 48 baixos e tocou em algumas festas. Ele pagou uma pequena fortuna para comprar uma sanfona branca, Honner, de 80 baixos, de um caixeiro-viajante. Só que o cara era um vigarista. Luiz Gonzaga, que a essa altura servia em um quartel em Ouro Preto (MG), foi então pra São Paulo atrás do vendedor pilantra. Não conseguiu achar o sujeito, mas não voltou de mãos vazias. Com o dinheiro que faltava pagar ao caixeiro-viajante, comprou uma sanfona igualzinha a que o fulaninho que o enganou ofereceu a ele.
Em 1939, Gonzaga deu baixa do exército. Voltou para o Rio com intenção de, de lá, ir para casa em Exu. Mas acabou ficando na Cidade Maravilhosa. Foi no Rio que apresentou pela primeira vez em um palco, o cabaré chamado O Tabu.
Ritmos estrangeiros invadiram o país como consequência da grande guerra e Luiz Gonzaga não se fez de rogado: tocava todo tipo de música, incluindo blues e fox trot. Voltando às raízes, em 1940 foi ao programa de rádio de Ary Barroso, Calouros em Desfile; tocou a música “Vira e Mexe”, de sua terra, e conseguiu nota máxima. Então, ele foi trabalhar com Zé do Norte no A Hora Sertaneja, programa da Rádio Transmissora. No ano seguinte, assinou contrato com gravadora RCA Victor e lançou 4 músicas em um disco de 78 rotações. Gravou mais dois e ganhou destaque na mídia. Gonzagão gravou 30 discos instrumentais - não podia cantar neles por imposição da gravadora. Seu sucesso, até então, era apenas como sanfoneiro.
Em 1943, viu o sanfoneiro catarinense Pedro Raimundo se apresentar com roupas de gaúcho. Decidiu, então, vestir-se com roupas típicas do nordeste. E mais: irritou-se com a interpretação que Manezinho Araújo deu a uma composição sua em parceria com Miguel Lima: “Dezessete e Setecentos”. Resolve cantá-la. E aí seu sucesso só fez crescer, crescer e crescer. Gonzagão foi para a Rádio Nacional, onde Paulo Gracindo acabou divulgando seu novo apelido, Lua, por ter cara redonda. Em 1945, gravou seu primeiro disco tocando e cantando. O hit é “Dança Mariquinha”. O sucesso aumentou. Gravou mais e, em 1947, lançou a música que é um ícone de sua obra e um dos grandes clássicos da MPB: “Asa Branca”, em parceria com Humberto Teixeira. Foi também nessa época que adotou o acessório que marcou sua imagem, um chapéu de couro igual ao que Lampião usava. No ano seguinte, casou-se com Helena das Neves. Mas Luiz Gonzaga já tinha um filho de 3 anos de uma relação anterior, Luiz Gonzaga do Nascimento Junior. Posteriormente, adotou uma menina com Helena, a Rosa Maria.
Em 1949, muito preocupado com a violenta guerra entre coroneis que acontecia em Exu, resolveu trazer a família para o Rio.
Começou a compor muito, principalmente em parceria com Humberto Teixeira e Zé Dantas. Suas músicas passaram a ser gravadas também por outros intérpretes e, em 1951, ele já era o Rei do Baião. A gravadora RCA Victor trabalhava praticamente só para ele. Em 1955, gravou seu primeiro disco de 45 rotações e, em seguida, o primeiro LP, de 10 polegadas e 33 rotações. Em 1958, no auge da Bossa Nova, gravou um LP de 12 polegadas: Xamego.
Em 1961, Luiz Gonzaga resolveu virar Maçom. Sofreu seu segundo acidente de carro e feriu o olho direito. Dois anos depois, sua sanfona Universal foi roubada e ele adotou, definitivamente, a sanfona branca. Mandou gravar “É do Povo” em todos os seus instrumentos.
Depois do golpe militar, em 1965, Geraldo Vandré gravou “Asa Branca” e Gilberto Gil começou a falar do Rei do Baião em suas entrevistas. Luiz Gonzaga gravou “Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores”, hino contra a ditadura, e “Fica Mal com Deus”, ambas compostas por Vandré.
Aconteceu uma coisa engraçada em 1968. Carlos Imperial começou a espalhar que os Beatles gravaram “Asa Branca”! Mentira, claro. Luiz Gonzaga ocupou de novo muito espaço na imprensa por causa dessa brincadeira e virou destaque na revista Veja com a matéria “Gonzaga: a volta do Baião”. Em 1971, Caetano Veloso e Sérgio Mendes gravam “Asa Branca”. O nordestino de Exu virou sucesso entre os hippies.
No ano seguinte, aos 59 anos, Gonzaga se apresentou para um público jovem no Teatro Teresa Raquel, no Rio, uma iniciativa de Capinam. Deixou a RCA Victor e foi para a Odeon. O grego Demis Roussos também gravou “Asa Branca”, em versão em inglês, “White Wings”.
Em 1980, ele cantou para o Papa João Paulo II e recebeu um “obrigado, cantador”. Ele se emocionou muito. Em 1982, virou, enfim, Gonzagão. O filho, Gonzaguinha, o acompanhou numa turnê e já mostrava que só daria orgulho ao pai. Os dois haviam gravado juntos o LPDescanso em Casa, Moro no Mundo, grande sucesso. Em 1984, ganhou seu primeiro Disco de Ouro com o LP Danado de Bom. Três anos depois, veio o Disco de Platina com Forró de Cabo a Rabo. Em 1988, foi para a gravadora Copacabana. Lá gravou seus últimos LPs.
Naquele ano, separou-se de Helena e assumiu a relação com Edelzuíta Rabelo. Em 1989, Gonzagão se apresentou pela última vez, surgindo no palco em uma cadeira de rodas. Ele sofria de osteoporose e, desobedecendo ordens médicas, participou de um show, com Dominguinhos, Alceu Valença e Gonzaguinha, entre outros, no dia 6 de junho no teatro Guararapes, em Recife. No dia 21 de junho foi internado e morreu no dia 2 de agosto, aos 76 anos, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Curiosamente, nesse mesmo dia, uma galinha pela qual Luiz Gonzaga tinha grande estima morreu também. A galinha estava em uma das fazendas que o Rei do Baião havia vendido com tudo dentro, fazendo, porém, uma recomendação especial para cuidarem muito bem da bichinha. Dizem que ela morreu de tristeza.

Fonte:

Animações e citações .


No blog Arte na Escola Pública, encontrei estes  curtas experimentais,
ótimo pra se trabalhar em sala de aula. 
Se trata na verdade de curtas de animações feitas 
com recortes de papeis, utilizando uma pequena cena 
e uma citação de um escritor famoso!

Confira:


MAKAKINHO - turma 1702


A MENINA PREGUIÇOSA - Turma1703


           CUPIIDO - Turma 1701


Telefonema de amor - 1702



Guerra de Tróia - 1703

Realmente, muito bom!

Disponivel em:

Espetáculo "O Príncipe do Natal" - Natal Luz 2011 de Gramado

Pra quem gosta de Autos, eis um belo exemplo:




Com uma equipe de 35 pessoas, entre produção e elenco, o espetáculo conta a história de um príncipe que vive em um reino cheio de regras. Prestes a assumir o trono, ele não se sente preparado. Ao pensar em fugir, encontra uma estrela guia e, com ela, descobre um mundo cheio de possibilidades. É nesse mundo que ele toma contato com o verdadeiro espírito de natal, de amor, compaixão e respeito pela diferença. Na jornada do príncipe não faltam surpresas, aventuras e personagens fantásticos como a cobra gigante, gnomos, seres encantados do lixo e um 'bom velhinho".

Este espetáculo fez parte da programação do Natal Luz de Gramado de 2011.

Para mais informações, acesse: 


||| Ficha Técnica do Vídeo |||

Uma produção GRANMÍDIA.
Gravação, Edição e Motion Graphics por:
SYLVIO LIMA
Arte 
ZECA ZENNER
Motion Graphics baseada na Arte Digital de:
GUSTAVO MELLO.
Trilha Sonora Original
GUSTAVO PINTO DE SOUZA
LIS DE OLIVEIRA REIS
ELISA REIS
LUIZ ALVES
Gravado entre os dias 14 e 18 de Dezembro de 2011 em Gramado, RS.

Algumas Telas

Deixo aqui algumas sugestões para quem gosta de quadros, estes são do artista plástico Assis Costa, Eis as sugestões:

 O Circo Gonzagão
 O dia em que me perdi em Natal
Casal sertanejo
Arraial de São João

Disponível em:

A COR DO SOM


Vale a pena ter em nossa discoteca: A Cor do Som. Essa é uma banda que da gosto de se ouvir, com músicas suaves e de extrema precisão em suas composições, estas são ricas em harmonia, letra e no quesito instrumental, como em Sambavishnu http://www.youtube.com/watch?v=oIkWR5lzxQM  .

Outro fator de grande importância, é o fato de ter canções que abordam temas políticos como "Favelas". Romantismo tambem não falta em Serenata Cynthias, entre outras. Sem contar que algumas musicas instrumentais da banda remetem à canções de trio eletrico baiano. Por isso, vale a pena ter em sua discoteca.
Origem
Originalmente A Cor do Som era o nome da banda instrumental que acompanhava osNovos Baianos
A Cor do Som é um grupo brasileiro que se criou a partir do séquito de músicos que acompanhavam Moraes Moreira após a sua saída dos Novos Baianos.

História
A Cor do Som surgiu em 1977, experimentando novos padrões de som, valendo-se das experiências anteriores dos Novos Baianos, Moraes Moreira e de Pepeu Gomes, sendo um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco "A Cor do Som" (WEA 1977), tinha como integrantes Dadi, baixo, Mú Carvalho, composição e teclados,Armandinho, composição e guitarra baiana e Gustavo Schroeter, bateria. A partir do segundo disco "Live In Montreux", Ary Dias, percussão passa a fazer parte da banda,
Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, adotaram o nome "A Cor do Som" por sugestão de Caetano Veloso, e logo no seu primeiro ano, foram convidados a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento - vale observar que o show em Montreux rendeu um disco ao vivo. Após o disco "Mudança de estação-1981",Armandinho deixa o grupo e é substituido por Victor Biglione que grava "Magia Tropical-1982" e "As quatro fases do amor-1983". Em 1984 lançam um disco todo instrumental-"Intuição" sem Victor Biglione e com participação especial de Egberto Gismonti,Tulio Mourão e Perinho Santana.No ano seguinte c/ Perinho Santana na guitarra lançam "Som da Cor". Em 1987 nova mudança.Saem Perinho Santana e Gustavo.Entram Jorginho Gomes na bateria e Didi Gomes no baixo.Dadi então assume a guitarra. Em 1996, o grupo juntou-se novamente com a formaçao original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", recebendo o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental.
Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de Caetano Veloso, Daniela Mercury, Moraes Moreira, Davi Moraes e o Coral dos Canarinhos de Petrópolis, além dos músicos Nicolas Krassic (violinno), Nivaldo Ornelas (sax soprano), Marcos Nimrichter (acordeom e teclados), Jorge Helder (baixo acústico, violão e baixolão), Jorginho Gomes (bateria e percussão), Marco Túlio (flauta), Francisco Gonçalves (oboé), Bernardo Bessler (violino), Marie Cristine (viola) e Marcio Mallard (cello).
O espetáculo, gravado ao vivo, gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de Sérgio de Carvalho.
Em 2006, foi contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, pelo CD "A Cor do Som Acústico".

Eis um hit que ajudou a consagrar a trajetória desse belo grupo musical:


Discografia

1977: A Cor do Som, Warner, LP.
1979: Frutificar, Warner, LP.
1980: Transe total, Warner, LP.
1981: Mudança de estação, Warner, LP.
1982: Magia tropical, Warner, LP.
1983: As quatro fases do amor, Warner, LP.
1984: Intuição, Warner, LP.
1985: O som da Cor, Warner, LP.
1986: Gosto do Prazer, RCA Victor, Lp
1996: A Cor do Som ao vivo no Circo, MoviePlay, CD.
2005: A Cor do Som Acústico, Performance/Sony, CD e DVD
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Conheça um pouco mais de A Cor do Som
Fonte: