sábado, 9 de abril de 2011

Animação Urbana - Blublu


Um curta-metragem do grupo Blublu : uma animação ambígua pintada nas paredes públicas de Buenos Aires e em Baden (fantoche)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cenografia

Cenografia é a uma arte, técnica e ciência de projetar e executar a instalação de cenarios para espetáculos. Alguns autores confundem com um segmento da arquitetura. Entretanto, a arquitetura cênica ou arquitetura cenográfica se ocupa mais especificamente da geração dos cenarios arquitetônicos internos ou externos.

A cenografia é parte importante do espetáculo, pois conta a época em que se passa a história, e conta o local em que se passa a história, pelo cenário podemos identificar a personalidade dos personagens.

Para os gregos antigos, a cenografia era a arte de adornar o teatro e a decoração de pintura que resulta desta técnica. Para o Renascimento, a cenografia foi a técnica que consiste em desenhar e pintar uma tela de fundo em perspectiva. Já no sentido moderno, é a ciência e a arte da organização do palco e do espaço teatral. A palavra se impõe cada vez mais em lugar de decoração, para ultrapassar a noção de ornamentação e de embalagem que ainda se prende, muitas vezes, à concepção obsoleta do teatro como decoração.

A cenografia marca bem seu desejo de ser uma escritura no espaço tridimensional (ao qual seria mesmo preciso acrescentar a dimensão temporal), e não mais uma arte pictórica da tela pintada, como o teatro se contentou em ser até o naturalismo. A cena teatral não poderia ser considerada como a materialização de problemáticas indicações cênicas: ela se recusa a desempenhar o papel de “simples figurante” com relação a um texto preexistente e determinante.

Entre os profissionais envolvidos nas atividades de cenografia estão cenógrafo, cenógrafo assistente, cenotécnico, contra-regra, pintor, maquinista, forrador, estofador aderecista, pintor de arte, maquetista.

A cenografia faz parte da encenação: envolve os atores, a área do palco, cria o ambiente onde se dá o encontro entre atores e público. Pode ser entendida, em um sentido mais estrito, como os elementos construídos ou escolhidos diretamente para a cena. Em um sentido mais amplo, é a mola propulsora da transformação do espaço real em espaço fictício. A ação faz com que o tempo/espaço assistido pelo público torne-se dramático, ligando o mundo físico ao mundo imaginário da criação, que se materializa também por meio da forma com que os atores posicionam-se perante a cena e exercem suas ações. Os atores devem tomar para si o espaço cênico definitivo, estático, unir espaço e dramaturgia e utilizar esse mundo em todas as suas possibilidades. Uma cenografia se completa com a ação no tempo da peça.

Patrice Pavis, no livro Dicionário de teatro, define o espaço cênico como “o espaço real do palco onde evoluem os atores, quer eles se restrinjam ao espaço propriamente dito da área cênica, quer evoluam no meio do público” (PAVIS, 2005, p. 132). Em outro livro, A análise dos espetáculos, o mesmo autor diz: “O espaço cênico: lugar no qual evoluem os atores e o pessoal técnico: a área de representação propriamente dita e seus prolongamentos para a coxia, a platéia e todo o prédio teatral” (PAVIS, 2003, p. 142).


Fonte

  • Bruna Christófaro
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Cenografia

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ana

Exatamente no ano de 1991, quando um Serial Killer estampava as manchetes de jornais, pela morte de garotas de programa (que ofereciam seus serviços pelos classificados). Uma cantora de bar que atendia por Ana, se apaixona pela figura do criminoso que acompanhava pelas páginas policias. Em contra ponto o Serial Killer desenvolve um amor pela cantora de bar, estando presente de maneira quase imperceptível na platéia de seus shows. Roteiro de Edson Godinho, produzido pelos alunos do curso de Artes Visuais- Multimídia da Unopar, turma BP2, na disciplina de Linguagem e Expressão em Cinema e Vídeo ministrada pelo professor Anderson Craveiro.
ANA
Com
Isadora Reimão, Fábio Valério

Direção
Edson Godinho,Michel Lúcio e J. Carlos

Fotografia
L. Fernando,R.Dalan, Rodrigo,Paulo e Rafael Fernandes

Arte
L.Felipe ,Vinicius,Marcela e Suellen

Produção
Biguetti,Raquel,Túlio,Letícia,Marcos,Guilherme,Dabson e Nara

Edição
Leandro e Guilherme

domingo, 3 de abril de 2011

A Uma Mulher Feita (Lidiane Blanch3tT)

Eternizei seus afazeres,

Ainda de conformada criança...

A equilibrar-se sobre saltos;

Bolsas, unhas feitas, instância...

Mas querida pureza,

Se falassem meus ossos...

E rangessem meus lençóis.

Assim, coberto de cálido desejo...

Em seu corpo já domado pelo frio,

Em seu belo e destemido beijo.

As nuvens não mais me importariam,

Teriam pra mim tal qual amargar dos infernos.

Gira Dança e Art'facto montam espetáculo de dança contemporânea

Projeto capacita jovens com e sem necessidades especiais ao mercado artístico
“O Sertão Sou Eu”. Esse é o nome do espetáculo do grupo Art'facto, do município de Pendências, cuja montagem está sendo assessorada pelos bailarinos da companhia natalense Gira Dança. Baseada na obra “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa, a produção tem patrocínio do Programa BNB de Cultura – Parceria BNDES e apoio total da Prefeitura Municipal de Pendências.

Desde o início de março, são realizados encontros visando à capacitação dos integrantes do Art´facto. Existente desde 2008, o grupo conta com portadores de necessidades especiais em seu corpo de baile. O diretor artístico, Dionlenes Pereira Dias, explica que o coletivo nasceu com a proposta de oportunizar aos jovens o desenvolvimento de habilidades na convivência social e artística, bem como sensibilizar e despertar a população para o fato da deficiência física não ser impedimento para a arte.
Veja algumas fotos do encontro que aconteceu dia 26 e 27 de Março de 2011.






sábado, 2 de abril de 2011

Monólogo dramático teatral de Saskia


Em teatro ou oratória, um monólogo é uma longa fala ou discurso pronunciado por uma única pessoa ou enunciador. O nome é composto pelos radicais gregos monos (um) + logos (palavra) , ou ideia), por oposição a dia (dois, ou através de) + logos.

Monólogo é a forma do discurso em que o personagem extravasa de maneira razoavelmente ordenada seus pensamentos e emoções, sem dirigir-se a um ouvinte específico.

No Monólogo é comum que os atores rebusquem pensamentos profundos psicologicamente, expondo idéias que podem até transparecer que há mais de um ator em cena, mas que no real exijam somente uma pessoa durante a cena. Enfim, monólogo está associado a um conflito psicológico que não necessariamente é individual.

O Teatro sempre será lúdico ( Paulo Sacaldassy )

A rigidez da vida moderna que nos obriga a acompanhar, mesmo que ás vezes a contragosto, a velocidade do dia-a-dia e que nos torna cada vez mais isolados no meio da multidão de contatos e amigos e não amigos virtuais, que temos nas diversas redes sociais, nos afasta cada vez mais uns dos outros. Estamos sempre sem tempo para nada e muitos, acabam vendo a vida passar ao largo.

Estamos cada vez mais impacientes, mais intolerantes, mais desrespeitosos, mais egoístas e cada vez mais perdidos em meio as nossas vontades e anseios. Muitos, já esqueceram o lado bom da vida e só enxergam problemas, carregando no rosto uma aparência carrancuda e reclamam, reclamam e reclamam. Mas o que o teatro tem a ver com isso? Bem, vamos lá!

Não é de hoje que o teatro, uma das sete artes, é usado como o mais eficaz instrumento de representação da vida humana. É através do teatro que contamos as mazelas da humanidade, as comédias da vida alheia e pelo qual fazemos o ser humano colocar o pensamento em movimento para debater e questionar a sua verdadeira condição.

É fato que a maioria não dá ao teatro toda a importância que a grandeza desta arte merece. Penso ser por conta desta vida atribulada, onde os compromissos urgentes são maiores que os importantes, tornando as pessoas mais acomodadas com suas vidas minuciosamente planejadas e despreocupadas com o que os outros pensem ou possam pensar delas.

Na minha opinião, o teatro, e só o teatro, tem condições de fazer que reconheçamos as nossas imperfeições, pode até parecer loucura, mas o poder daquela caixa mágica é realmente extraordinário, e não apenas para quem faz uso da arte de interpretar, quem tem a oportunidade de experimentar a experiência de se deixar levar pelo lúdico do teatro, abre a mente para o mundo.

As pessoas precisam olhar para as artes de uma maneira geral, como algo que só tem a acrescentar às suas vidas, e o teatro com o seu poder lúdico, que faz qualquer um viajar em uma história que não seja a sua, que faz qualquer um rir de uma vida que não seja à sua e que faz qualquer um pensar melhor a sua vida, só pode fazer bem.

É por essas e por outras que o teatro sempre será lúdico e encantará que estiver disposto a enfrentar, desarmado, todas as suas faces, pois aquele que aceita se ver diante do espelho, com certeza, será um ser humano cada vez melhor e terá condições de transformar o mundo em que vive.




Fonte

http://oficinadeteatro.com/conteudotextos-pecas-etc/colunas/2-coluna-de-paulo-sacaldassy/395-o-teatro-sempre-sera-ludico

segunda-feira, 28 de março de 2011

Contact Improvisation

Funk (Bó do Catarina - Vida loka também ama )

A gente está acostumado a ver geralmente o funk como música sem letra significativa, sem poesia e uma arte pejorativa, mas não podemos generalizar , uma vez que o funk é um estilo músical que prioriza o ritmo e uma batida diferente da música convencional, pois houve uma busca nos DJ's de experimentar novos ritmos para chegarem a esse resultado atual.
Resolví postar esse funk romantico pra lembrar que nem tudo está perdido, esse é o funkeiro Bó do Catarina interpretando "Vida Loka Tambem Ama", pra mostrar que não existe simplesmente algo fútil quando nos referimos ao funk brasileiro
.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Making Off - Bom Dia Bia

Pra quem viu o curta "Bom Dia Bia", eis a oportunidade de acompanhar um pouco do processo de gravação de video:


Processo de condução e direção do curta "Bom Dia Bia".

Direção: Fabinho Fernandes

com: Lamonielle Oliveira e Emanuelle Fernandes
2011