"Setecentos, setecentos e cinquenta. Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido." O leiloeiro Henrik Hanstein bate o pequeno martelo sobre a mesa, fechando a venda de uma pintura chinesa de um ramo de flores vermelhas e agrião. Um colecionador de Xangai acaba de comprá-la por 750 euros.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Colecionadores chineses vão à Europa comprar antiguidades da China
"Setecentos, setecentos e cinquenta. Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido." O leiloeiro Henrik Hanstein bate o pequeno martelo sobre a mesa, fechando a venda de uma pintura chinesa de um ramo de flores vermelhas e agrião. Um colecionador de Xangai acaba de comprá-la por 750 euros.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
Arte Potiguar - DEVANEIO DO OLHAR (Newton Navarro)
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Mostra fotográfica inédita de Antonio Mari entra em cartaz no ACBEU
As imagens da exposição "New York Street Scenes" foram capturadas desde meados dos anos 1980 até os dias atuais
A exposição "New York Street Scenes" tem curadoria de Dilson Midlej e reúne 21 imagens, entre elas duas fotografias iluminadas por trás (conhecida por backlit Duratrans) e ampliações coloridas e em preto e branco sobre papel.- Salvador/BA - O cotidiano de uma das cidades mais efervescentes e cosmopolitas do mundo, Nova York, é o centro da exposição que o fotógrafo Antonio Mari apresenta, pela primeira vez em Salvador na Galeria ACBEU (Corredor da Vitória). A mostra "New York Street Scenes" expõe a produção de Mari, natural do Espírito Santo, capturada ao longo dos 27 anos em que esteve radicado nos Estados Unidos, onde trabalhou para jornais como New York Times e New York Post. A exposição fica em cartaz até o dia 16 de julho, com visitação de segunda a sexta-feira, das 14h às 20h. A entrada é gratuita.
Para compor a mostra, Antonio Mari procurou as fotos que, ao longo de sua carreira, foram as mais marcantes, ou pela estética ou pelo inusitado da situação. Está presente, por exemplo, a foto que conseguiu fazer para o jornal New York Post, na época do Natal, de um grupo de quase 60 "Papais Noeis" que foram obrigados a tomar o metrô conjuntamente pelo não comparecimento do ônibus que os deveriam conduzir para a sede da ONG Volunteers of America, para a qual trabalhavam.
New York Street Scenes
As imagens de "New York Street Scenes" foram feitas desde meados dos anos 1980 até os dias atuais. É uma compilação de quando o artista cursava seu Mestrado em Fotografia pela NYU-New York University, bem como de viagens posteriores feitas aos Estados Unidos, sendo constituída exclusivamente de flagrantes de pessoas, da arquitetura e da movimentação urbana de Nova York. Cenas de parques, estações de metrô e trânsito que refletem o agitado cotidiano dessa que é uma das mais instigantes e populosas cidades do mundo ocidental.Afastando-se um pouco da sua marca etnográfica, Mari revela-se um atento observador do cotidiano, sem se comprometer em fazer uma síntese dos costumes inerentes a essa que é a mais celebrada das metrópoles. Na mostra, ele inclui desde imagens em preto e branco, capturadas em filme Kodak Tri-X com uma Nikon FM2, até a era dos mega pixels.
Fonte
http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=3683
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Viajando pelo RN (Oratório de João)
Ausência (by Lidiane BlanchetT )
Acaricio o cabelo meu
Como numa expressão
Apaziguadora. Sinto falta,
Antes de tudo, antes que
Algo aconteça para isto.
Me parece branda e
Esperançosa à terra;
Doa-me ternamente seus
Sentimentos, a claridade e
A penumbra, mas em
Cinzas desmancham-se
Meus ossos...
Viajando pelo RN (Arraiá 100% Ferroviário)
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Casa das Máquinas (Rock)

Início
e davam grandes performaces teatrais no palco.
sem baixista. Pisca fez as linhas de baixo e só depois foi convidado João Alberto para assumir o posto de baixista.O fim
- O mercado fonográfico iniciava o processo de "profissionalização", fechando as portas para aqueles artistas que na época tinham propostas com qualidade, porém que tinham retorno a longo prazo.
- A disco music estava crescendo no Brasil, ocupando assim o espaço que antes eram terreno de bandas como o Casa das Máquinas.
- A ditadura militar, já em fase de agonia, fazia questão de incomodar ao máximo, bandas como o Casa das Máquinas eram taxados como maconheiros, bichas, arruaceiros e marginais. Utilizavam diversos pretextos para impedir a banda de se apresentarem na TV.
- Finalmente, houve o episódio da morte de um cinegrafista da TV Record, depois de uma briga que envolveu alguns membros do grupo. Segundo uma das versões do ocorrido, Simbas, que chegara aos estúdios da Record para se apresentar no programa de Raul Gil em um veículo dirigido por seu irmão, preferiu utilizar-se do portão dos fundos, em vez de entrar pela frente, onde estariam fãs. Enquanto Simbas descarregava seus equipamentos, um motorista de ônibus que encontrou o caminho da saída bloqueado teria começado uma briga, e ao retornar e tentar apartar foi impedido por um câmera da Record, com quem acabou trocando chutes e socos; posteriormente o câmera teria sido internado em um hospital e acabaria falecendo devido a uma perfuração causada por uma fratura de costela. Simbas teve de responder judicialmente, e, apesar de absolvido por homicídio, foi condenado por agressão.[carece de fontes]

A Volta
Fonte
http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_das_M%C3%A1quinas
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Desenhos de Bronstein mostram como arquitetura foi transformada em mercadoria
- Londres - O artista argentino Pablo Bronstein, de 33 anos, explora em sua nova exposição londrina, Sketches for Regency Living, a forma como a arquitetura se transformou em mercadoria, manipulando os sonhos dos consumidores.
A exposição, inaugurada no Institute of Contemporary Art (ICA) de Londres, onde estará até o dia 25 de setembro, é um olhar crítico à evolução dos gostos da classe média desde o século XVIII na Inglaterra, onde Bronstein vive desde os quatro anos e estudou Belas Artes.
A exposição parodia as construções desde Iluminismo, quando as classes médias começaram a consumir em massa, buscando simular o luxo da aristocracia.
A mostra examina o momento em que começaram a vender lixo arquitetônico às pessoas, afirmou Bronstein nas escadarias do ICA, que pela primeira vez dedica todos seus três andares a um só artista.
O que me interessa na construção do século XVIII é que arquitetura é de má qualidade. São edifícios ruins, muitos nem têm alicerces (...) e foram feitos por gente que queria fazer dinheiro e vender um estilo de vida o mais barato possível, declarou Bronstein.
Entre as obras mais espetaculares expostas no ICA está um grande mural feito em pintura acrílica que representa um majestoso edifício público sem um fim específico, segundo Bronstein, e cujo sóbrio aspecto contrasta com os sinuosos movimentos de duas dançarinas que se alternam para representar coreografias criadas pelo próprio artista.
Gosto da ideia de cidadãos virtuais, como a de edifícios virtuais e ponho os dançarinos como ornamentos humanos, disse. Também chama a atenção o espaço teatral que desenhou em outra das salas do ICA. Pintado cor azul elétrico, o local contrasta com uma fachada branca cuja decoração é uma cornija pré-fabricada de design antigo, uma nova paródia do tipo de arquitetura que nasceu 200 anos atrás.
Os móveis são parte importante da exibição, com duas mesas que se transformam em cama e um armário de proporções gigantescas que se transforma em escritório, com mesa de trabalho e caixa-forte incluídas.
A ideia é falar do gosto do século XVIII, dessa necessidade que eles tinham de transformar uma coisa em outra. (Os móveis) são totalmente inapropriados. Eles criaram uma necessidade baseada no gosto, considerou Bronstein.
Em breve, o artista aprofundará sua linha crítica com uma instalação em Copenhague descrita como um gigantesco urinol unissex, que o permitirá falar do paralelismo entre o esgoto e o mundo moderno. Este grande mictório estará aberto ao público e será arquitetura com cheiro, tema que Bronstein relaciona com os momentos de rebeldia contra a arquitetura, como quando as pessoas se embebedam e urinam nos edifícios.
Fonte
http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=3511
sábado, 11 de junho de 2011
Tomates Verdes e Fritos
