terça-feira, 4 de outubro de 2011

UFRN está entre as 100 melhores universidades da América Latina

Geralmente O MARICAL se destina a discussões sobre arte, e a produção artística no âmbito profissional, amador no Brasil e no mundo. No entanto não posso deixar passar uma informação que cabe a mim enquanto estudante, esquivar-me do universo acadêmico que muito contribui pra minha formação. Enfim, gostaria de repassar uma boa noticia, desta vez, evidencio através do Tribuna do Norte uma informação salutar sobre nossa querida UFRN.

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi classificada como a 97ª melhor universidade da América Latina, de acordo com o ranking do QS (Quacquarelli Symonds), do Reino Unido, divulgado nesta terça-feira (4). Para a elaboração do ranking, a QS atribuiu 50% da nota à notoriedade da instituição através de questionários entre renomados cientistas e empresários de todo o mundo, assim como ocorreu no ranking mundial, elaborado em setembro. Dessa vez, a diferença foi que o voto dos empresários valeram o dobro do que na eleição do mês passado. Outro quesito importante na escolha das universidades foi a quantidade de arquivos e páginas pertencentes à instituição que se encontravam na internet. A visibilidade desses arquivos também contou como critério de pontuação.
Entre as universidades brasileiras que merecem destaque, a USP, de São Paulo, atingiu a pontuação máxima (100) e ficou em primeiro lugar no ranking. A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) - em terceiro - e a UFMG ( Universidade Federal de Minas Gerais) - em décimo - também estão entre as dez melhores colocadas. O Brasil foi o país com maior número (31) de universidades entre as 100 primeiras, seguido pela Argentina, com 19. Para conferir o ranking completo, clique aqui.


Fonte
Tribuna do Norte
http://tribunadonorte.com.br/noticia/ufrn-esta-entre-as-100-melhores-universidades-da-america-latina/198177

Diversidade de ritmos marca primeira eliminatória do Festival da Canção em João Câmara

Xote, reggae, pop rock, baladas românticas e maracatu. A primeira eliminatória do Festival da Canção e da Cultura Popular, aberto no último dia 30 na praça central de João Câmara, foi uma festa na diversidade de ritmos e na revelação de novos talentos a que se propõe. A música gospel também estava representada, na canção O meu Deus trabalha por mim, de autoria e interpretação de Jaque Silva.
Na abertura oficial do festival, que está em sua terceira edição, e terá as próximas eliminatórias em Macaíba e Assu, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Motta (PMN), agradeceu a parceria da prefeitura, possibilitando a concretização de um evento que valoriza a “prata da casa” e dá oportunidade aos artistas. “A Assembleia está de portas abertas para o povo e para a cultura através de outras ações que já se fixaram no nosso calendário de eventos”, disse o presidente, em alusão ao Cine Assembleia e Assembleia Cultural, ambos realizados mensalmente.
Antes dos concorrentes subirem ao palco, o público assistiu às apresentações da Filarmônica Municipal e do médico e cantor Assis Ataliba. A música Torreão já virou sua marca registrada e um hino de João Câmara. Após a divulgação dos resultados, Messias Paraguai e banda encerraram a programação.

Concorrentes
Na categoria Estudante estavam inscritas sete composições e os quatro classificados foram: João Pedro e Wendel, da Escola Municipal José Lúcio Ribeiro, de Brejinho, com a música Declaração de amor (primeiro colocado); Ramon Vingre, da EM Profa. Maria Madalena da Silva, de Baixa do Meio (Guamaré), com Meu presente é você; Ingrid Peregrino, do Piaget Colégio e Curso, de Natal, com a música Dá um tempo, acompanhada pela banda Tchibi Mazé e em quarto lugar Glênia Santos, também de Baixa do Meio, município de Guamaré, com a música Selva de pedras.
A disputa estava mais acirrada na categoria Geral, com 12 concorrentes. A divertida música Marileide, a rainha da cocada, arrebatou o público logo que Dona Euzinha da Silva, personagem de Águeda Ferreira, autora e intérprete, cantou o primeiro refrão, mas para decepção dos fãs que não paravam de cantar Marileide enquanto a comissão organizadora somava os pontos dos jurados, ainda não foi dessa vez.
Foram classificados O beija-flor e a flor, de Ivando Monte (primeiro colocado); Leva-me, de Magnus Araújo, Dia de reis, maracatu de Arcésio Andrade e em quarto lugar a romântica Prata de Luar, com Nara Costa.
A grande final do Festival da Canção, que é coordenado pelo Cerimonial da Assembleia Legislativa, será em Natal, no dia 11 de novembro. Em Macaíba e Assu as próximas eliminatórias serão em 21 e 28 de outubro. A premiação inclui além dos R$ 18 mil em dinheiro, a doação de computadores para todas as escolas que tiverem músicas classificadas na categoria Estudante. Ao final, será gravado um CD com os 24 finalistas.

Artista usa cinzas humanas em quadros de exposição em Praga


Uma exibição de quadros contendo cinzas humanas do controverso artista tcheco Roman Tyc causou surpresa depois de sua abertura , em uma galeria no centro histórico de Praga.

"Quando você tem seis anos e sua mãe morre, você a vê como uma urna metálica e a conhece apenas por fotografias pelo resto de sua vida, você passa a acreditar que há um jeito de libertá-la da garrafa", diz a introdução à exposição, escrita por Tyc."É um depoimento pessoal de Tyc. A mãe dele morreu quando ele tinha seis anos, e ele está tentando lidar com a morte dela", disse Edmund Cucka, diretor da galeria de arte contemporânea Dvorak Sec, durante a abertura da exposição, chamada Grave Robber (ladrão de sepulturas).O artista de 37 anos criou 19 retratos usando cinzas humanas para fazer a silhueta dos rostos, contrastando com o fundo preto. "Os retratos são limpos, não há nada chocante", disse Cucka, acrescentando que cinzas humanas já foram usadas como material por artistas tchecos nos anos 1960.Cucka afirma que os retratos não são de pessoas famosas. São pessoas que ele escolheu aleatoriamente, por estar interessado em suas histórias. Quando consultando, Cucka se negou a informar a origem das cinzas humanas. O artista, que afirma, também, que o excesso de cinzas nas funerárias faz com que elas acabem no lixo, não estava presente na abertura da exibição. "Ele disse que talvez viesse. Mas está muito nervoso, não está aqui agora", disse Cucka.A galeria informou que as pinturas não estavam à venda, e que o artista recebeu o pedido de espalhar as cinzas em um "lugar digno" após a exibição. Tyc é membro do grupo Ztohoven, formado por artistas controversos que ficaram famosos em 2007 depois de piratear uma transmissão de uma TV pública.No mesmo ano, Tyc substituiu o símbolo de 50 semáforos para pedestres em Praga por desenhos de homens pulando ou urinando, o que fez com que recebesse o principal prêmio do Festival de Arte de Viena e tivesse de passar um mês na prisão.
Fonte:
O Estado de Minas

Originalidade de pinturas de Bob Dylan gera polêmica em Nova York

Uma exposição de pinturas de Bob Dylan em Nova York gerou uma polêmica motivada por sua originalidade, uma vez que várias telas parecem ter sido inspiradas em fotografias conhecidas, e não em "reflexões visuais" das viagens do músico americano por Japão, China e Vietnã, como haviam indicado os organizadores.

- Nova York - A exposição "Bob Dylan: The Asia Series", composta por 18 pinturas com paisagens, motivos e personagens asiáticos, está em cartaz desde o último dia 20 na Galeria Gagosian, localizada no Upper East Side, perto do Central Park.

Segundo os organizadores, a mostra é "uma reflexão visual das viagens de Dylan por Japão, China, Vietnã e Coreia, e inclui pessoas, cenas de rua, arquitetura e paisagens". Mas fãs de Dylan e o jornal "New York Times" descobriram que pelo menos três das pinturas exibidas se parecem com fotografias conhecidas e de domínio público.

Em sites dedicados ao músico, como o www.expectingrain.com, fãs comentam o assunto e manifestam sua decepção. "Acho triste. Estúpido e triste. Prefiro ter pendurados na parede os rabiscos feitos com lápis de cor por meus netos. Algo honesto e único", diz um seguidor.

"Enquanto algumas das pinturas de Dylan foram baseadas em uma variedade de fontes, incluindo arquivos e imagens históricas, seu frescor e vivacidade vêm das cores e texturas encontradas nas cenas diárias que ele observou em suas viagens", assinala Meg Blackburn, diretora de relações com a imprensa da galeria, em um comunicado enviado.

Bob Dylan, 70, é um mito do rock e folk célebre por suas composições, muitas delas de conteúdo político. Em 2004, ele publicou uma autobiografia que se tornou um best-seller nos Estados Unidos.

A exposição é a primeira de Dylan em Nova York, embora o músico já tenha exibido parte de sua obra na Alemanha e Dinamarca.

Fonte:

Exposição "Extremos": os limites do homem impressos pela fotografia

O sublime e o terror. O belo e o bizarro. São entre os opostos que percorrem as fotografias selecionadas para a exposição "Extremos", em cartaz no Instituto Moreira Salles de São Paulo, depois de passar por Paris e Rio de Janeiro.
- São Paulo - Com curadoria de Milton Guran e do francês Jean-Luc Monterosso, as 115 fotos da coleção da Maison de l'Amérique Latine aparecem como registro dos extremos do homem, desde o momento mais tenso da vida, o parto, passando pelo medo, a angustia, a morte, o sofrimento, a tensão psicológica, a solidão e as crises de identidade.Montada de maneira bem didática, as imagens são agrupadas de acordo com os temas comuns entre elas. Na sessão "O Extremo na Carne", o corpo humano é colocado à prova, como a aparente autoflagelação de David Nebreda no autorretrato em que está muito magro, com as mãos ensanguentadas e as costelas machucadas, como Jesus Cristo saído da cruz. "Dog Man, Man Dog", foto chocante de Miguel Rio Branco, compara a condição física de um mendigo à de um cachorro, na mesma posição social perante o descaso.Na sala "Do horror ao sublime", cenas históricas da guerra no Vietnã e violência urbana vão do sutil, como os objetos de guerra fotografados como em um catálogo de joias por Raphaël Dallaporta, até o chocante registro de Andrés Serrano das mãos de uma pessoa morta a facadas. Lado a lado, é difícil pensar o que choca mais, se a fumaça da bomba de Hiroshima registrada por George Robert Caron, ou um operário assassinado, de Manuel Alvarez Bravo. A série de Sebastião Salgado em 1991 no Kuwait também é chocante, ao mesmo tempo esteticamente bela com as texturas e profundidades do preto e branco. O extremo da angustia humana está em "Comunhão". Nesta área a série de Rodrigo Braga nu se assemelha ao animal, flertando com um bode; enquanto os ritos religiosos surgem como ponto comum entre comunidades, nos registro de Pierre Verge . "Do elogio da beleza à estética da transgressão" ao lado de "Da critica social ao encanto da transgressão" formam o conjunto de fotografias mais dispare: de um lado Marilyn Monroe belíssima em um vestido de paetês, versus o retrato do preconceito na foto de Elliot Erwite. Um bebedouro refrigerado e uma pia sinalizados, respectivamente, pelas placas White e Colored.Apesar do teor das imagens, "Extremos" não é apelativa e nem faz apologia ao horror. Configura um panorama dos limites da própria fotografia, apontando para olhares ultrajes de profissionais sobre a nossa sociedade ao longo de 65 anos.

Fonte:
Colherada Cultural

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

As cores de Frida no México

É com muita alegria que notifico mais uma vez sobre a peça "As cores de Frida". Desta vez o grupo Cores chega ao México pra fazer sua belíssima apresentação, muito me alegra ver o trabalho universitário ganhar novos rumos e se tornar internacional, desejo a toda equipe do Frida muito sucesso, que esse aprendizado venha ainda mais somar e unir inda mais todos que fazem esse projeto maravilhoso. Creio que sem dúvida o nosso estado será bem representado por esse belo grupo de arte.

Re-veja um pouco do espetáculo "As Cores de Frida"

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Talma&Gadelha - Se fosse feio



Música "Se fosse feio" (Cris Botarelli/Luiz Gadelha)
CD "Matando o amor" - Talma&Gadelha
Produzido por T&G Movies

OPINIÃO - Por Michel Blanco

Machado de Assis virou um “case” inglório, esculhambado numa peça publicitária que pretendia, vejam só, enaltecer o patrimônio nacional e a memória brasileira. Mulato, o Bruxo do Cosme Velho é interpretado por um ator branco no comercial em comemoração aos 150 anos da Caixa Econômica Federal.

O erro não é gratuito, embora também não seja intencional — e esse é o lance. Sem querer, a peça publicitária da Borghierh/Lowe revela uma herança bem brasileira: o racismo velado. Não só existe como nos esforçamos em ignorá-lo, tamanha é a força persuasiva da ideia de que um país outrora escravocrata possa ser livre de preconceito racial.

Tal representação está na origem do mito fundador do Brasil, aquele de que somos uma conjunção harmônica de índios, europeus e africanos. Um papinho manjado, mas duradouro, que vinga como solução imaginária para tensões de uma nação formada de maneira autoritária, de cima para baixo.

Assim que transmitido, o comercial da Caixa foi detonado por críticas. De mesa de bar ao Twitter, ouviram-se queixas. A pá de cal foi despejada pela Seppir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial), que solicitou a suspensão da peça. Foi atendida pela Caixa, inclusive com pedido de desculpas.

Do episódio todo, sobra a constatação de que não só há preconceito no Brasil como também não sabemos lidar com o assunto. Ao se desculpar pelo mau feito, a Caixa fez outro e matou o mulato: “O banco pede desculpas a toda a população e, em especial, aos movimentos ligados às causas raciais, por não ter caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com a sua origem racial.” Machado, certamente, ficaria duplamente fulo. Que mal há em ser mulato?

Quanto à agência, todo expertise, brand, target e jargões afins não foram páreo para a ignorância, esterco que aduba todo preconceito. Ninguém em sã consciência pode supor que o embranquecimento de Machado é deliberado. Mas o que é senão preconceito enraizado o simples fato de um grupo de publicitários nem sequer se questionar se o maior escritor brasileiro pudesse não ser branco?
Veja o video:
Fonte

Dorian Gray expõe acervo


-Natal/RN - A série de exposições do projeto Privado é Público, recebe a mostra "Dorian de Dorian" com acervo particular do artista plástico Dorian Gray Caldas a partir desta quinta-feira. A visitação estará aberta das 8h às 17h sempre de segunda à sexta. Durante o vernissage na Galeria Newton Navarro, a poetisa Carmem Dolores aproveita para lançar seu novo livro.Pintor, escultor, tapeceiro e poeta, Dorian, 81, coleciona obras de grandes nomes das artes plásticas e seu acervo irá proporcionar, para o deleito do público, contato com trabalhos de artistas consagrados como Di Cavalcanti, Brennand, Darel Valença, Bruno Giorgi, Maria Bonomi, Augusto Rodrigues, Newton Navarro e Thomé Filgueira.

"Quase todos os quadros e peças que vou expor foram aquisições a partir de contatos pessoais", revelou o artista. "Não tem como não ter um envolvimento com o autor e sua obra, a gente vira um admirador", confessa.

Considerado uma das maiores expressões das artes plásticas contemporâneas do Estado, Dorian Gray Caldas começou cedo a investir em sua veia artística. Sua estreia aconteceu aos 20 anos, em 1950, quando organizou, junto com Newton Navarro e Ivon Rodrigues, o primeiro Salão de Arte Moderna de Natal. A partir daí, participou de várias exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Já produziu mais de 10 mil obras em pinturas a óleo, gravuras, bicos-de-pena, desenhos, painéis, tapeçarias e esculturas. Alguns de seus trabalhos podem ser encontrados no Banco do Brasil de Zurique (Suíça), no Departamento de Segurança da Casa Branca, em Washington (EUA).


Fonte

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=4535