quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A Fotografia de Rua: a alma dos distraídos

A fotografia de rua capta basicamente o que há de mais comum: os pequenos momentos. Os pormenores do cotidiano, aqueles a que ninguém dá muita confiança, nem se lembra, muito menos se importa. Uma mulher pensativa com sua sacola de compras a atravessar a rua, um casal de jovens a olhar uma vitrine, amigos que se encontram nas esquinas. Apenas detalhes.

bill harris fotografia cotidiano quotidiano

Há pessoas que passam a vida toda ao nosso lado e não conseguem perceber nossa essência, muito menos a essência de certas particularidades. Porque não percebem esses detalhes, essenciais detalhes. Não captam, não intuem. Não vêem a gravidade ou a beleza das coisas se elas não estiverem evidentes. Por outro lado, há pessoas, nem tão próximas de nós, que conseguem observar estes detalhes de algum nosso momento, conseguem captar a alma de algumas nossas circunstâncias, de alguns lugares, das coisas, das horas. E o fazem por não estarem distraídos nas expressões, nos olhares e nos modos de andar alheios. E o fazem porque gostam dos outros a ponto de os outros não os aborrecerem de tédio quando estão a praticar as atividades mais comuns.

É o caso do aposentado britânico Bill Harris - apaixonado por captar esses pequenos grandes momentos, tão comuns no dia-a-dia, mas tão raros nas percepções. Bill sempre gostou de pessoas - particularmente, de observá-las. É do tipo que senta em um banco de praça, ou de um shopping, e fica o dia todo apenas a observar quem por ele passa.

Conta que sua mente faz composições, monta e arranja cenas. Vê sempre tudo enquadrado, como se seus olhos fossem uma câmara. Então começou a fotografar todas aquelas desatenções, todas as coisas que passam despercebidas.

O que Bill faz é a chamada fotografia de rua, um método um tanto despretensioso, mas original por causa da espontaneidade das fotos. Sem composições padronizadas, se criam imagens a partir do quase nada. Tudo o que se tem é o que se vê. E é excitante justamente porque é algo que não podemos controlar, como o movimento, os ângulos ou a luz. Talvez seja o método em que mais se precisa da velha e boa intuição. Ou devo dizer talento?

bill harris fotografia cotidiano quotidiano

Na fotografia de rua, a única coisa que podemos controlar é a lente e o momento do clique, nada mais. A fotografia de rua nem dá margem para uma escolha do fotógrafo acerca do quê fotografar. Ele simplesmente fotografa porque as coisas estão acontecendo naquele instante. E a escolha do instante de fotografar é muito mais um sentimento do que uma escolha.

Obviamente, para um bom resultado é fundamental que se tenha uma câmara boa e rápida. Isso significa evitar atraso entre a pressão e o clique do botão do obturador. Se a câmara é rápida, então se consegue exatamente a imagem desejada e não o que aconteceu um décimo de segundo depois.

A essência da fotografia de rua é captar os momentos, e os momentos acontecem em um piscar de olhos, às vezes literalmente. A fotografia de rua eterniza sutilezas que durariam apenas um segundo. E já há muito se diz: os pequenos momentos....não há nada maior do que eles, não?

bill harris fotografia cotidiano quotidiano

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Mais fotografias de Bill Harris podem ser conferidas neste site.



Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2011/05/a_fotografia_de_rua_a_alma_dos_distraidos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+OBVIOUS+%28obvious+magazine%29#ixzz1a3scKPNC

Menino By(Lidiane Blanch3tT)

Estais aí num sentido pleno...

Transbordando inocência, pequenino...

Saltitando e correndo pelo terreno...

Ah, pobre, pobre menino!

Teus pés sujas de lama...

Despenteia teu cabelo fino...

Teu desejo inflama...

Ah, pobre, pobre menino!

Teu brinquedo é de gente grande,

Mas teu segredo é divino...

Não corra, apenas ande...

Ah, pobre, pobre menino!

Estas roupas causam frio

Em teu atento destino...

Porém, a ti sorrio,

Ah, belo, belo menino!

OaKoAk :Arte urbana vinda de França

Pegando em temas quotidianos como Chuck Norris, Susan Boyle, Calvin e Hobbes, Wally e Sonic, OaKoAk é um artista urbano francês que se destaca pelas suas imagens joviais e pelo humor simples. Vandalismo ou reclamação do espaço público? Seja como for, há muito que a arte urbana deixou de ser um tema marginal da cultura popular.

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© OaKoAk, "On Se Pieute".


Quer seja através do graffiti, do stencil, de autocolantes ou de outras técnicas mais inovadoras, a arte urbana já ganhou um espaço na cultura popular e muitos são os artistas ligados a ela: todos nós já nos deparámos com um mural na rua e Banksy é um nome que anda nas bocas do mundo.

Normalmente anónimos, eles desafiam os conceitos da arte e da propriedade privada, construindo e expondo as suas obras em contextos nos quais não estamos tão habituados a ver arte: fora dos museus e das galerias. Berlim, Londres, Bristol, Buenos Aires, São Paulo, Paris e Sofia são algumas cidades famosas pelas manifestações daqueles que reclamam o espaço público e que querem entrar em contacto directo com o espectador.

Questionando o convencional e usando uma linguagem própria, este tipo de artistas comunica tanto temas do dia-a-dia e da cultura popular como problemas sociais graves. O tom irónico é quase uma constante neste tipo de intervenções e OaKoAk não foge à regra. Sem nenhum passado artístico, as suas intervenções caracterizam-se pela união com o meio envolvente e o uso de desenhos da nossa memória colectiva.

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© OaKoAk, "La Caravane Passe".

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© OaKoAk, "Mouse".

Para o artista, tudo começou em 2006 quando entrou em contacto com os trabalhos de Banksy, Monsieur Chat e os brasileiros Gémeos e 6EMEIA. Os videojogos dos anos 80 e 90 também foram uma grande inspiração para OaKoAk, tal como o humor dos Simpsons e de Seinfeld.

Para se inspirar, procura sempre novos lugares. As suas obras podem ser encontradas não apenas em França (seu país natal), mas também nos locais para onde viaja. As cidades mais premiadas com as suas obras são Paris, Saint Etienne, Marselha e Lyon.

Até ao final de 2011 Oakoak espera editar um livro e para 2012 o grande objectivo é abrir uma exposição dentro de portas.

Visite o site e facebook de OakoAk.

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© OaKoAk, "Chuck Norris".

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© OaKoAk, "Le Cri".



Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2011/09/oakoak_arte_urbana_vinda_de_franca.html#ixzz1a3o7DA4D
Fonte:

O Sertão Sou Eu

O Espetáculo Sertão Sou Eu, foi contemplado, com o programa BNB de cultura, onde solidificou a parceria entre a companhia de dança Art'facto de Pendências/RN e a Companhia Gira Dança de Natal/RN fundada em 2005. A Cia Gira Dança estabelece essa parceria de assessoria artística ao grupo desde, 2009, Gerando mais visibilidade e oportunidade a produção em dança contemporânea do interior do estado.

Uma semana de música pura ( Semana da Música 2011)


Por Yuno Silva - repórter

Certamente, onde quer que estejam, Tonheca Dantas, K-Ximbinho, Waldemar e Hianto de Almeida - principais nomes do RN ligados à música erudita - devem estar sentindo as vibrações da edição 2011 da Semana da Música. Realizada pela Escola de Música da UFRN há mais de duas décadas, para apresentar a produção musical de alunos e professores, esta é a primeira vez que a iniciativa extrapola os muros da academia com musculatura suficiente para transformar Natal na capital brasileira da música clássica entre os dias 7 e 15 de outubro.
A assertiva não é nenhum exagero, pois a cidade entra definitivamente no calendário nacional com uma vasta e intensa programação que recebe 28 profissionais renomados nos circuitos nacional e internacional, além de agregar participantes de 16 estados do País.
As mais de 60 apresentações, todas gratuitas, irão se espalhar por escolas, shoppings, bares, casa de shows, universidades, abrigo de idosos e sede de projetos sociais da capital potiguar. A abertura acontece nesta sexta-feira (7), às 19h, no Norte Shopping, zona Norte.
O evento amplifica ações que vão desde encontros, duetos em sinfonias, sonatas, big bands e intercâmbio sonoro entre profissionais, estudantes e crianças (Semaninha Musical, com oficina de instrumentos)."Com essa ampliação, a Semana da Música se consolida e ganha projeção nacional. Sem dúvida estamos vivendo um momento histórico", disse o professor Cipriano Maia, pró-reitor de Extensão da Universidade Federal, durante entrevista coletiva realizada na manhã de ontem na EMUFRN. Para o professor Zilmar Rodrigues, diretor da Escola de Música, é fundamental extrapolar os muros da universidade e ficar mais próximo da comunidade. "Finalmente estamos inseridos na agenda cultural da cidade", comemora.Alicerçada em três eixos pedagógicos: oficinas itinerantes (master-classes) destinadas à alunos já iniciados; palestras abertas ao público; e atividades voltadas para crianças terem os primeiros contatos com a música durante a Semaninha de Música, o projeto investe não só na parte prática e teórica, mas, sobretudo e principalmente, na formação de plateia. "Temos que considerar o legado intangível que a Semana da Música deixará para o público. Emocionar-se com música clássica é como ver neve pela primeira vez, uma sensação pode deixar marcas pelo resto da vida", aposta Amandy Araújo, coordenador da Semana da Música, professor universitário e músico. "A socialização do conhecimento é item fundamental para a consolidação do projeto", acredita Zilmar.Questionado se há público para música clássica em Natal, o violoncelista e professor Fábio Presgrave, coorden
ador artístico do evento, diz que tudo depende da oportunidade de acesso: "Um bom exemplo é o comparecimento em peso do público desde a reestruturação da Orquestra Sinfônica da UFRN. Falta o público ser provocado", garante.Orçada em R$ 265 mil, a Semana da Música conta com patrocínio da Petrobras, através da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, e da Secretaria de Ensino Técnico do Ministério da Educação - SETEC/MEC.ConvidadosA programação foi discutida junto aos estudantes e professores da Escola. "Cada um trouxe um nome de relevância artística e pedagógica", disse Fábio Presgrave, coordenador artístico. Ele cita o exemplo de Darrett Adkins, é professor titular da Julliard School - a principal escola de música do mundo. "É raro a presença de qualquer professor da Julliard em festivais no Brasil, imagine em Natal. A oportunidade é única",disse. Há professores das tradicionais escolas de música de Michigan, da Carolina do Sul. "Guillaume Bourgogne (diretor musical da Camerata Aberta e co-diretor artístico do grupo Cairn, de Paris) é convidado com frequência a eventos musicais em São Paulo.Mas não em Natal. Então procuramos mesclar essa importância artística e pedagógica". A Semana da Música será aberta com apresentação da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRN no Norte Shopping (Zona Norte de Natal). Nos seguintes, sábado e domingo, recitais acontecem nos projetos sociais Conexão Felipe Camarão, Amico, Casa do Bem e Instituto Juvino Barreto. Segunda e terça-feira, os recitais estacionam no auditório da Escola de Música da UFRN. Na quarta-feira tem início o Circuito Cultural Ribeira, com apresentações em seis casas de show do bairro da Ribeira. Entre quinta-feira e sábado, os recitais voltam à Escola de Música e encerram com concerto da Big Band formada pelos alunos das oficinas realizadas durante o evento.
Entre os concertos abertos ao grande público, haverá uma noite francesa. Será no sábado, dia 8. A parceria com a Aliança Francesa permitiu a realização de um recital-conferência com o pianista francês Philippe Cassard. PROGRAMAÇÃO / O QUE ASSISTIR DE GRAÇA» Sexta, 719h - Orquestra Sinfônica da UFRN, no Norte Shopping. Temas: Dimitri Cervo, Grieg, Willames Costa e Tonheca Dantas» Sábado, 820h - Recital pianista Phillippe Cassard - com obras de Schubert, no auditório da Escola de Música, em parceria com a Aliança Francesa» Segunda-feira, 1020h - Recital com Paulo Martelli, Sérgio Barrenechea, Elione Medeiros, Luiz Garcia, José Medeiros, Luis Caldana, Nailson Simões e Durval Cesetti interpretando obras de Schumann, Villa-Lobos, Bach, Nogueira e Ewazen, no auditório da EMUFRN» Terça-feira, 1120h - Recital com o clarinetista D. Ray McClellan, Renato Bandel, Eliézer Rodrigues, Pedro Gadelha, João Luis Areias, Jorge Helder, Bruno Mangueira, Heleno Feitosa e Regiane Yamaguchi e Benjamin Sung. Obras de Bruch, Penderecki, Franck, Stojowski, Bottesini e Cook, no auditório da Escola de Música, UFRN» Quarta-feira, 12Edição especial do Circuito Cultural Ribeira- Casa da Ribeira, às 16h e 18h: O Sapo e a Princesa (musical infantil)- Centro Cultural DoSol, às 18h30 Grupo Acorde (vocal); e 19h30 Nosso Choro- Nalva Café Salão, às 17h Trio de Violões Sobressalto; e 19h30 Potiguar Sax Quarteto - Buraco da Catita, às 17h30 Boa Idéia Trio (guitarra, trombone e percussão); e 19h atrás da Cantina (guitarra e xilofone)- Armazém Hall, às 18h30 Percumpá (percussão); e 20h30 Jerimum Jazz (big band) e convidados- Solar Bela Vista, às 17h Duo Riedel-Cesetti (piano e canto erudito); e 18h Rafael dos Santos e convidados» Quinta-feira. 1320h - Recital com D. Ray McClellan, Darrett Adkins, Martha Sheil, Eduardo Monteiro, Sergio Barrenechea, John Hollenbeck,Jorrit Dijkstra, Durval Cesetti e Regiane Yamaguchi. Obras de Carter, Debussy, Mussorgsky, Wagner, Liszt e Mignone, no auditório da EMUFRN» Sexta-feira, 1420h - Orquestra da Semana da Música, no auditório da EMUFRN. Regência de Giullaume Bourgogne e obras de Debussy, Roussel, Ravel, Combier, Dukas, Berlioz» Sábado, 1520h - Big Band da Semana da Música, no auditório da EMUFRN. Regência de Vittor Santos. Grandes Sucessos da Música Instrumental* Os ingressos para os concertos realizados na Escola de Música da UFRN serão distribuídos com 30min de antecedência.NÚMEROS9 dias de evento60 recitais10 mil pessoas é o público estimado600 alunos participam das oficinas153 estudantes inscritos de outros Estados16 Estados participantes 18 músicos de renome nacional8 convidados internacionais.

Fonte

Ballet de Londrina - A Sagração da Primavera

Banda de crianças de oito anos toca Metallica

A nova sensação da internet é a banda denominada 'Mini Banda'. A apresentação do vídeo deles aconteceu no festival da cerveja Bucklebury, na Inglaterra. As idades dos integrantes da 'bandinha' não passam de dez anos. E se você acha que já é demais, eles ainda tocam a música 'Enter Sandman', do Metallica.

Fonte:
Yahoo

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Analisando Banda Grafith. =)

GRAGRA.jpg (380×291)
Numa comunidade do orkut, destinada a analisar a "obra" da banda Grafith, grupo "músical" de grande evidencia no estado, podemos perceber que pode se tirar "algo" nas suas letras até então sem sentido e voltadas para uma determinada "pornofônia" afim, somente de ganhar dinheiro no carnaval de Macau e cultivar a "boa" e salutar música popular "vida loka" potiguar , se assim posso denominar. Gostaria de postar algumas análises bem irônicas, humoradas e divertidíssimas sobre a canção Cemitério de 2009, sucesso estourado no carnaval do mesmo ano.

Eis a letra:

Cemitério

Duas almas se encontraram, traram, traram, traram

No portão do cemitério, tério, tério, tério

Ou mais que alma vagabunda, bunda, bunda, bunda

E vem de trás do bate-estério, estério, estério, estério

E o japonês virasse xanha, xanha, xanha, xanha

E com salve salpica, pica, pica, pica

Pegou a taça e agarrola, rola, rola, rola

E foi tomar banho de bica, bica, bica, bica

E o japonês virasse xanha, xanha, xanha, xanha

Comia peixe pirarucu, cu, cu, cu

E que na luta ele diz puta, puta, puta, puta

E começou tudo de novo, novo, novo, novo

Logo surgem as primeiras análises:


"Essa é muita ampla e poética para a minha simples limitação de entendimento, nem me arrisco." (Jessica)

"Essa música é um desafio pra qualquer entendedor." (Richardson)

"Apesar da grande complexidade desta obra-prima,perçebo q Grafith fala de globalização e da imigração japonesa no Brasil,note:"se o japones virasse xanha,comia peixe pirarucu..."O pirarucu (Arapaima gigas) é um peixe que é encontrado geralmente na bacia Amazônica, mais especificamente nas áreas de várzea, onde as águas são mais calmas. Costuma viver em lagos e rios de águas claras e ligeiramente alcalinas com temperaturas que variam de 24° a 37 °C, não sendo encontrado em zona de fortes correntezas e águas ricas em sedimentos.Este peixe é um dos maiores de água doce do mundo, e conhecido também como o bacalhau da Amazônia. Seu nome vem de dois termos indígenas: pira, "peixe", e urucum, "vermelho", devido a cor de sua cauda.Este é um peixe consumido principalmente no norte do país,o que podemos notar q com a universalização da cultura imposta pelos norte-americanos pós-1ª guerra,onde o consumismo se tornou status social,chegou em várias partes do mundo,em que orientais consomem comida brasileira,mulçumanos tomam vinho europeu e etc.A imigração japonesa no Brasil começou no início do século XX, através de um acordo entre o governo japonês e o brasileiro. Atualmente, o Brasil abriga a maior população japonesa fora do Japão com cerca de 1,5 milhão de nikkeis (em japonês: 日系, nikkeis?) (termo usado para denominar os japoneses e seus descendentes).A banda Grafith é uma aula de geografia,história,atualidades,que ainda naum é reconheçida internacionalmente,e que infelizmente alguns críticos ainda naum o reconheçem.Bem diferente de bandas que hoje em dia fazem apologia ao sexo,desvalorizam a mulher.Grafith tem letras inteligêntes,que nos fazem ter orgulho de ser brasileiro!!" (Artur)

"Parnasianismo puro!" ( Tiago Marcelino)

Eu diria que a musica é perfeita .... mas sabemos que perfeito eh pouko para esses grandes musicos ... com letras consistentes e uma criatividade impecavel faz pessoas chorarem e rir com suas letras ... e a parte ... "duas almas se encontraro"...putz perceba o dedo de xico xavier ai...nao estamos falando qualquer um eim! (Hugo)

A banda Grafith é aula de economia também, pois eles observam a oportunidade de exportação de peixes para o Japão, visto que o peixe, ambundante aqui no nosso país, é um produto bastante presente na culinária e importante na cultura daquele país. Brasil e Japão fortelecem relação comercial na exportação de pescado. Grafith pensa no desenvolvimento econômico! (Maíra)

"Percebe-se logo de início, que o autor faz uma alusão fictícia, ao inserir o elemento sobrenatural "alma".
O que mostra nitidamente o quanto o autor é profundo na momento de elaborar suas canções (me dá arrepios só de pensar...).
Logo em seguida, o autor simula um encontro subliminar entre almas, inserindo também o cenário em que isso ocorre (cemitério),
levando o público a imaginar toda a situação de modo bastante espontâneo e natural. No 3º verso, o autor apresenta seu senso de 'humor', fazendo uma ambiguidade, ao adjetivar a alma de "vagabunda", e fazer a rima da música repetindo as duas últimas sílabas da palavra (coisas de compositor), mas mesmo assim, não perde sua integridade, o autor faz graça, e mostra que não tem 'papas na língua' (Obs.: Isso acontece muito em músicas no estilo 'Rock'). O 4º verso, eu prefiro não comentar, pois infelizmente, não tenho tanta audácia quanto o compositor, para me expressar :|No 5º verso, o autor se associa à uma outra nacionalidade, supostamente pensando em seu sucesso internacional (que já está muito próximo), porém, não esquece da sua cultura, inserindo aspectos de sua nacionalidade, tal qual o peixe Pirarucu, encontrado na região Norte do país. E, por ser um país de população mestiça, o autor acaba mestificando também a cultura japonesa,, inserindo-a na cultura brasileira, e enxerga de forma poética a futura harmonia entre esta cultura e à do próprio país estimulando assim, a paz entre as nações, de forma esperançosa, procurando amezinar os conflitos sociais e o trabalho da ONU. O compositor, ainda estabelece o espírito de luta, e de alcançar seus objetivos anteriormente citados.Por fim, ele cria um ciclo vicioso: "E começou tudo de novo, novo, novo, novo", com o objetivo de ressaltar mais uma vez o que ele quis passar, e além disso, de repetir quantas vezes for necessário aquilo que todos nós PRECISAMOS ouvir. [...]
*Não podemos esquecer que o autor também inova, acrescentando termos no nosso vocabulário, como "agarrola" (ou, agarrou-a: se referindo à taça)" (Lyah)

É óbvio que eu tinha que deixar meu comentário tambem!


simplesmente complexa

As vastas possibilidades de análise dessa obra impar, requer um estudo cientifico aprofundado nas didascalias intrissecas em suas nuances, pois há uma impossibilidade humana de interpretar de fato o que está proposto nessas "almas" até então desconhecidas pelas mentes limitadas de nóis humanos. (Fabinho Fernandes)

Fonte
Orkut


CONHECENDO Amir Haddad, (1937)


Amir Haddad (Guaxupé MG 1937). Diretor e ator. Dirige grupos alternativos na década de 1970 fundamentando uma linha de trabalho significativamente pesquisada por essa geração: disposição não convencional da cena; desconstrução da dramaturgia; utilização aberta dos espaços cênicos; e interação entre atores e espectadores. Essa linha de pesquisa se sedimentará no seu trabalho como diretor a partir da fundação do Tá na Rua, em 1980, grupo que encabeça até hoje.
Sai de Rancharia, interior de São Paulo, em 1954, para estudar na capital. Em 1957, interrompe a Faculdade de Direito do Largo São Francisco, onde tem como colegas José Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi, que o convidam para dirigir Cândida, de Bernard Shaw. Participa da criação do Teatro Oficina, trabalhando em A Ponte, de Carlos Queiroz Telles, e Vento Forte para Papagaio Subir, de José Celso Martinez Corrêa, ambas em 1958. Em 1959, ainda com o Oficina, participa, entre outras, de A Incubadeira, de José Celso Martinez Corrêa, que lhe vale seu primeiro prêmio de melhor direção.
Desligando-se do Teatro Oficina, segue em 1961 para Belém, no Pará, realizando uma série de trabalhos para a Escola de Teatro de Belém. Em 1965, o Teatro Universitário Carioca o convida para dirigir O Coronel de Macambira, de Joaquim Cardoso, e Amir acaba por permanecer no Rio de Janeiro. Lá é um dos fundadores do grupo A Comunidade, sitiado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, que se projeta em 1969 com o espetáculo A Construção, de Altimar Pimentel, atribuindo a Amir o Prêmio Molière de melhor direção. Em 1970, realiza mais dois espetáculos com o grupo: Agamêmnon, de Ésquilo, e Depois do Corpo, de Almir Amorim. No mesmo ano, ganha o segundo Molière, com O Marido Vai à Caça, de Georges Feydeau. Em 1972, no Rio de Janeiro, segundo o crítico Yan Michalski, "apenas um espetáculo de grandes méritos e força de personalidade salva a honra da temporada: Tango, fascinante fábula moral e política do polonês Slawomir Mrozec, que Amir Haddad dirigiu com alegre soltura, num tom que oscilava entre farsa rasgada e ópera bufa, mas sempre com um fogo de artifício de idéias diretoriais..."1 Tango é uma produção da atriz Tereza Raquel, em que Amir ganha o prêmio Governador do Estado de melhor diretor. Com o Grupo de Niterói, faz SOMMA, no Teatro João Caetano, 1974, espetáculo que continua as experimentações do A Comunidade, chamando a atenção por colocar a platéia no palco, adotando a improvisação como um dos motores fundamentais da cena. Em 1980, funda o Tá na Rua, fazendo apresentações de rua baseadas em cenas de criação coletiva. Em 1984 estréia com o grupo o espetáculo Morrer pela Pátria, de Carlos Cavaco, encenado por mais de três anos, contribuindo para a pesquisa de demolição da linguagem do teatro convencional do conjunto, que desemboca no seu trabalho de teatro de rua.
Realiza, também, trabalhos no teatro comercial, que lhe valem o Prêmio Shell por Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar em 1989; e o Prêmio Sharp, por O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, em 1996. Dirige, ainda de Shakespeare, Noite de Reis, em 1997; e O Avarento, de Moliére, em 2000.
Como professor trabalha de 1961 a 1964 na Escola de Teatro do Pará, em Belém, e a partir daí a atividade docente é permanentemente exercida. De 1966 a 1973 dá aulas no Rio de Janeiro na Escola de Teatro da Federação das Escolas Federais Isoladas no Estado do Rio de Janeiro, atual Universidade do Rio de Janeiro, e entre 1965 e 1978 na Escola de Teatro Martins Pena. Trabalha na Formação do Núcleo de Teatro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, de 1992 a 1995, além de aplicar cursos em muitos eventos de artes cênicas no país e no exterior, sendo, inclusive, pedagogo convidado da Escola Internacional de Teatro Latino-Americano e Caribe, em Havana.
A partir da década de 1990, Amir aprofunda suas pesquisas de teatro de rua, fazendo diversas encenações de Cortejos e Autos pelo país, movimentando milhares de pessoas nessas encenações, tendo quase sempre presente alguns dos integrantes do Tá na Rua.
A capacidade de transitar com a mesma desenvoltura entre produções convencionais e megaespetáculos populares faz de Amir um diretor singular no cenário do teatro brasileiro contemporâneo.



Fonte
http://www.alexandreteatro.blogspot.com/