quarta-feira, 29 de junho de 2011
Viajando pelo RN (Arraiá 100% Ferroviário)
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Casa das Máquinas (Rock)

Início
e davam grandes performaces teatrais no palco.
sem baixista. Pisca fez as linhas de baixo e só depois foi convidado João Alberto para assumir o posto de baixista.O fim
- O mercado fonográfico iniciava o processo de "profissionalização", fechando as portas para aqueles artistas que na época tinham propostas com qualidade, porém que tinham retorno a longo prazo.
- A disco music estava crescendo no Brasil, ocupando assim o espaço que antes eram terreno de bandas como o Casa das Máquinas.
- A ditadura militar, já em fase de agonia, fazia questão de incomodar ao máximo, bandas como o Casa das Máquinas eram taxados como maconheiros, bichas, arruaceiros e marginais. Utilizavam diversos pretextos para impedir a banda de se apresentarem na TV.
- Finalmente, houve o episódio da morte de um cinegrafista da TV Record, depois de uma briga que envolveu alguns membros do grupo. Segundo uma das versões do ocorrido, Simbas, que chegara aos estúdios da Record para se apresentar no programa de Raul Gil em um veículo dirigido por seu irmão, preferiu utilizar-se do portão dos fundos, em vez de entrar pela frente, onde estariam fãs. Enquanto Simbas descarregava seus equipamentos, um motorista de ônibus que encontrou o caminho da saída bloqueado teria começado uma briga, e ao retornar e tentar apartar foi impedido por um câmera da Record, com quem acabou trocando chutes e socos; posteriormente o câmera teria sido internado em um hospital e acabaria falecendo devido a uma perfuração causada por uma fratura de costela. Simbas teve de responder judicialmente, e, apesar de absolvido por homicídio, foi condenado por agressão.[carece de fontes]

A Volta
Fonte
http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_das_M%C3%A1quinas
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Desenhos de Bronstein mostram como arquitetura foi transformada em mercadoria
- Londres - O artista argentino Pablo Bronstein, de 33 anos, explora em sua nova exposição londrina, Sketches for Regency Living, a forma como a arquitetura se transformou em mercadoria, manipulando os sonhos dos consumidores.
A exposição, inaugurada no Institute of Contemporary Art (ICA) de Londres, onde estará até o dia 25 de setembro, é um olhar crítico à evolução dos gostos da classe média desde o século XVIII na Inglaterra, onde Bronstein vive desde os quatro anos e estudou Belas Artes.
A exposição parodia as construções desde Iluminismo, quando as classes médias começaram a consumir em massa, buscando simular o luxo da aristocracia.
A mostra examina o momento em que começaram a vender lixo arquitetônico às pessoas, afirmou Bronstein nas escadarias do ICA, que pela primeira vez dedica todos seus três andares a um só artista.
O que me interessa na construção do século XVIII é que arquitetura é de má qualidade. São edifícios ruins, muitos nem têm alicerces (...) e foram feitos por gente que queria fazer dinheiro e vender um estilo de vida o mais barato possível, declarou Bronstein.
Entre as obras mais espetaculares expostas no ICA está um grande mural feito em pintura acrílica que representa um majestoso edifício público sem um fim específico, segundo Bronstein, e cujo sóbrio aspecto contrasta com os sinuosos movimentos de duas dançarinas que se alternam para representar coreografias criadas pelo próprio artista.
Gosto da ideia de cidadãos virtuais, como a de edifícios virtuais e ponho os dançarinos como ornamentos humanos, disse. Também chama a atenção o espaço teatral que desenhou em outra das salas do ICA. Pintado cor azul elétrico, o local contrasta com uma fachada branca cuja decoração é uma cornija pré-fabricada de design antigo, uma nova paródia do tipo de arquitetura que nasceu 200 anos atrás.
Os móveis são parte importante da exibição, com duas mesas que se transformam em cama e um armário de proporções gigantescas que se transforma em escritório, com mesa de trabalho e caixa-forte incluídas.
A ideia é falar do gosto do século XVIII, dessa necessidade que eles tinham de transformar uma coisa em outra. (Os móveis) são totalmente inapropriados. Eles criaram uma necessidade baseada no gosto, considerou Bronstein.
Em breve, o artista aprofundará sua linha crítica com uma instalação em Copenhague descrita como um gigantesco urinol unissex, que o permitirá falar do paralelismo entre o esgoto e o mundo moderno. Este grande mictório estará aberto ao público e será arquitetura com cheiro, tema que Bronstein relaciona com os momentos de rebeldia contra a arquitetura, como quando as pessoas se embebedam e urinam nos edifícios.
Fonte
http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=3511
sábado, 11 de junho de 2011
Tomates Verdes e Fritos

quinta-feira, 9 de junho de 2011
Arte latino-americana se destaca em Londres
- LONDRES - A arte brasileira e latino-americana ganha nova visibilidade em Londres com a segunda edição da feira de arte moderna e contemporânea Latino-Americana PINTA, uma vitrine para mais de 100 artistas consagrados e emergentes de um continente que se destaca e pisa cada vez mais forte na Europa.
Cerca de 60 galerias dos dois lados do Atlântico participam do evento no centro de convenções Earls Court, que a cada dois anos acontece entre a Bienal de Veneza e a Art Basel na Suíça.
"PINTA serve para muitos artistas como plataforma para poder entrar nessas feiras mais globais", explica o presidente da feira, Alejandro Zaia.
A PINTA Londres, que por enquanto atrai mais instituições e colecionadores privados do que o público geral, abrange seis décadas de arte latino-americana com pinturas, esculturas, instalações, fotografias e vídeos, mas com uma forte influência do movimento conceitual dos anos 70 e 80.
Quatro exposições individuais prestam homenagens a alguns importantes artistas como os brasileiros Regina Silveira e Waltercio Caldas, além do mexicano radicado no Brasil Felipe Ehrenberg e do argentino Eduardo Costa. Para o autodidata Ehrenberg, que este mês completa 68 anos, a PINTA é a primeira feira depois de ter iniciado uma nova fase em sua vida com "Manchúria, visão periférica", una retrospectiva de 50 anos de trabalho apresentada com êxito no México, Estados Unidos e Brasil a partir de 2007.
"Desde então tenho uma galeria brasileira e agora está me levando de um lugar para outro", explica à AFP, visivelmente satisfeito de voltar à cidade onde viveu durante seis anos a partir de 1968, antes de descobrir sua "vocação latino-americanista" que o levou de volta às raízes. Sua galeria Baró, em São Paulo, guarda obras desde os anos 70 até hoje e explora alguns dos seus temas prediletos como a manipulação da informação, a ocupação do espaço, entre outros.
A responsável do stand, Marta Ramos, destaca que para sua galeria o principal da PINTA é que "tem um programa institucional muito bom". A feira criou, desde que foi criada em 2007 em Nova York, o programa de aquisições para museus, no qual este ano participam a Tate Modern de Londres, o Centro Pompidou de Paris, a Coleção de Arte Latino-Americana da Universidade de Essex e o Museu de Arte Contemporânea de Castilla e León.
O programa consiste em disponibilizar fundos destas institucições para que sejam multiplicados e totalmente investidos na ampliação das coleções na feira, que segundo os organizadores "encoraja as galerias a levarem o que temos de melhor".
Luciana Brito, de uma galeria de São Paulo, que apresenta a obra "Quimera", um jogo de luzes e sombras da veterana Regina Silveira, 73 anos, decidiu ir à capital britânica porque os colecionadores europeus "estão cada vez mais interessados na arte brasileira e latino-americana". Para Luis Guillermo Moreno, diretor da LGM Arte Internacional de Bogotá, Londres "é o lugar onde estão os maiores colecionadores do mundo", que devem aproveitar que "a arte latino-americana está ganhando força em leilões e feiras" atualmente.
A LGM levou à PINTA dois retratos do consagrado Santiago Botero, que acaba de quebrar recordes num leilão em Nova York, e obras de artistas mais novos como Alfonso Álvarez e Gustavo Vélez. Outras poderosas propostas são 11 projetos de artistas emergentes especialmente selecionados, entre os quais se destacam "paisagens urbanas" do guatemalteco Darío Escobar, feita com bastões de beisebol, e "Prosopopeia" da brasileira Rivane Neuenschwandertschander, uma peça de arte conceitual interativa que recria jogos de palavras a partir de materiais orgânicos como laranjas desidratadas e ovos.
Os preços das obras variam entre 5 mil e 50 mil dólares para os emergentes, e chegam a "centenas de milhares" de dólares para os artistas consagrados internacionalmente, um preço no entanto acessível para colecionadores. "Desde que começamos a Pinta fica cada vez mais difícil para nós mesmos comprarmos a arte de latino-americanos, porque cada vez é mais cara", afirma Diego Costa Peuser, diretor da PINTA, antes de acrescentar: "É um reconoconhecimento aos nossos artistas".
Fonte
http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=3476
quarta-feira, 8 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Poema de "Escrituras Sangradas" de Civone Medeiros
BATICUM!
TRUE REAL WIRKLICH
Autenticidade de esculturas inspiradas em obras de Dalí é questionada
Eugène Delacroix

Delacroix é considerado o mais importante representante do romantismo francês. Na sua obra convergem a voluptuosidade deRubens, o refinamento de Veronese, a expressividade cromática de Turner e o sentimento patético de seu grande amigo Géricault. O pintor, que como poucos soube sublimar os sentimentos por meio da cor, escreveu: "…nem sempre a pintura precisa de um tema". E isso seria de vital importância para a pintura das primeiras vanguardas.
Delacroix nasceu numa família de grande presti
gio social , e seu pai virou ministro da república. Alguns estudiosos por exemplo acreditam , que seu pai natural teria sido na realidade o príncipe Talleyrand, seu mecenas. O fato é que Delacroix teve uma educação esmerada, que o transformou num erudito precoce: freqüentou grandes colégios de Paris, teve aulas de música no Conservatório e de pintura na Escola de Belas-Artes. Também aprendeu aquarela com o professor Soulier e trabalhou no ateliê do pintor Pierre-Narcisse Guérin, onde conheceu Géricault. Visitava quase todos os dias o Louvre, para estudar as obras de Rafael e Rubens.
Seu primeiro quadro foi A Barca de Dante — a obra deste escritor italiano foi um dos temas preferidos do romantismo. A tela lembra A Barca da Medusa, de Géricault, para quem o pintor havia posado.
Algumas pessoas viram no artista um grande talento como o de Rubens e o as semelhanças deMichelangelo. Não tão apreciados da mesma maneira: O Massacre de Quios (1822), A Morte de Sardanápalo (1827) e A Tomada de Constantinopla pelos Cruzados (1840), baseadas em temas exóticos e históricos, de composições bem mais caóticas e de uma dramaticidade e simbolismo cromático incompreensíveis para a Academia.

Com a tela "La mort de Sardanapale" (1827), "A morte de Sardanápalos", de composição extremamente movimentada e cores vivas, passa a ser considerado como o chefe da escola romântica francesa de pintura. Cada vez mais se inspira em temas românticos ou em episódios medievais. Converte-se então no alvo principal dos acadêmicos da Escola de Belas Artes, adeptos do neoclassicismo de David e Ingres, seu rival na época. Comovido com os acontecimentos políticos de julho de 1830, pinta uma alegoria à liberdade, à França e ao seu povo, que representa em suas diversas classes sociais: "A Liberdade guiando o povo" (1831), hoje no Museu do Louvre.
De janeiro a julho de 1832, visitou o Marrocos como membro de uma delegação francesa. Seduzido pelo exotismo e pela luminosidade do país, executou uma série de desenhos e aquarelas sobre os costumes pitorescos dos árabes, que mais tarde utilizará em telas como "Les femmes d'Alger" ("As mulheres de Argel").
Em 1836 executa para o governo uma série de decorações, entre as quais a do salão do rei no palácio Bourbon (1833-1836) e a da biblioteca do palácio de Luxembourg (1849-1861). Um de seus maiores murais é o da capela dos anjos da Igreja de Saint-Sulpice (1849-1861). Especialmente no quadro que representa Jacó em luta contra o anjo, Delacroix revela-se o último grande muralista de tradição barroca.
Algumas importantes obras de Delacroix
A Liberdade Guiando o Povo (1830), Museu do Louvre - Paris.
Mulheres de Argel, (1834), Museu do Louvre - Paris.
A tomada de Constantinopla pelos cruzados, (1840), Museu do Louvre - Paris.
Batalha de Poitiers, (1830), Museu do Louvre - Paris.
Triunfo de Baco, (1861)
Mulher com papagaio, (1827), Museu de Belas Artes de Lyon