quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Silent Auction: Gaetano Pesce para Casa Vogue


- Rio de Janeiro - Para celebrar sua edição "Brasilidade", a Casa Vogue convidou Gaetano Pesce para desenvolver um pavimento d'arte inspirado no Brasil. Conhecido pelas cores vivas e pelo espírito lúdico de seus projetos arquitetônicos, de design e arte, Pesce é mestre na realização de pisos artísticos de resina, como este "Mosaico Brasileiro", um retrato do país,feito in loco e à mão pelo artista. A relação do conhecido artista e arquiteto com o Brasil é estreita - apaixonado pela nossa terra, ele tem há mais de 15 anos uma casa feita de resina no litoral da Bahia. Trata-se de dos grandes nomes do design mundial, com peças que se tornaram ícones de marcas como B&B Italia, Cassina e Meritalia. Suas criações integram coleções particulares e o acervo de instituições como o Metropolitan e o MoMA, ambos em pidou, Paris, Victoria and Albert Museum, Londres e a Triennale di Milano, Itália. Este pavimento d'arte está distribuído em 75 lotes (um para cada rosto) e será leiloado em formato silent auction pela Bolsa de Arte do Rio de Janeiro em prol da Associação Aquarela, que atende crianças e adolescentes carentde agosto.

Fonte:

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=4033

Bolsa de Arte


Britânico assume tarefa de preservar jardins de Monet



Novo jardineiro-chefe do sítio que inspirou o artista tenta trazer obras à vida

Os famosos jardins de Giverny, na França, a propriedade eternizada pelo pintor Claude Monet em suas telas, ganharam um novo jardineiro-chefe.

O inglês James Priest afirmou que sua função é manter vivas, nos jardins, as telas impressionistas de Monet.

"O jardim tem um lugar especial no coração de todos que já admiraram as telas. Quando chegam aqui, reconhecem as paisagens de Monet", afirmou.

Monet não gostava de jardins organizados ou restritos. Ele combinava as flores de acordo com suas cores e as deixava crescer naturalmente.

Hoje, os jardins de Giverny recebem meio milhão de visitantes por ano.

Para o novo jardineiro-chefe, os jardins são um desafio diário.

Ele afirma que tenta olhar para o jardim como um artista e procura preencher os espaços com texturas de cores - um exercício diário para transformar as ferramentas de jardinagem em pincéis.

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=4034

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Letto - Admirando os Automóveis

Clipe do Letto.


Música: Admirando os automóveis
Álbum: Pare, olhe, escute [2010]
Autor: Letto
Direção: Weynna Dória

Edição: Weynna Dória e Pseudoord

Atores: Kedma Silva e Melk Medeiros

Colaboradores: Rodolfo Rodrigues

Letra:

Eu sei o quanto é informal
Este passo artesanal
Vale pra quem quer
Ser alguém que vai e vem
Sem medo de estar exposto e sem um cais
Vagando como um deus qualquer
Admirando os automóveis
Que hoje formam arcoiris
Mas não notei nenhuma cor
Por serem rápido demais
E pra não confundir eu vou a pé
Pra que você possa me ver
Admirando os automóveis....

Bruno Pedrosa

Bruno Pedrosa, um cearense de Lavras das Mangabeiras, radicado no norte da Itália, é um dos maiores pintores abstratos brasileiros. É também um dos mais conhecidos fora do Brasil. Faz 20 anos que a Itália o adotou. Seus trabalhos estão muito valorizados no mercado de arte europeu.

Todo ano, realizam-se exposições suas em museus e galerias das grandes cidades da Europa.

Nasceu em São José das Mangabeiras, distrito de Lavras, no dia 11 de janeiro de 1950. Com 18 meses de nascido, ficou órfão de mãe. Foi registrado, no batismo, como Raimundo Pinheiro Pedrosa. Raimundo em homenagem ao avô que o criou. Bruno é o nome religioso que escolheu, em 1975, ao entrar para a ordem beneditina, atraído pela vocação do claustro. Fez os estudos primários no Seminário do Crato. Quando se tornou artista plástico, depois de concluir o segundo grau em Fortaleza, seu sonho era cursar a Escola Nacional de Belas Artes.

Chegou ao Rio em 1968. Tinha acabado de fazer 18 anos. No contato com a realidade, desistiu do curso de pintura, matriculando-se como aluno de História da Arte.

Aos 25 anos, já formado, passou por uma crise mística ao ler o livro "A Montanha dos Sete Patamares" do monge americano Thomas Merton. Foi admitido no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, onde viveu em clausura, por cinco anos, de 1976 a 1981, mas não chegou a ordenar-se.

Foi apoiado no início da carreira artística por uma fundação americana, a Bristol, que lhe encomendou, muito jovem, uma série de álbuns sobre a arquitetura colonial sul-americana.

O desenho era sua forma de expressão. Só mais tarde descobriu na pintura abstrata sua verdadeira vocação. Bruno Pedrosa é casado com a arquiteta Lila Garnero, filha de italianos, que conheceu em Ipanema. O casal morou primeiro em Nova Friburgo, no estado do Rio.

Em 1990, mudou-se para Bassano del Grappa, perto de Veneza. Bruno, a mulher dele e as duas filhas moram numa casa, em cima da histórica Ponte dos Alpinos, projetada e construída, em 1546, por Andrea alladio, um dos grandes arquitetos da Renascença.

Apaixonado pela genealogia, Bruno orgulha-se de ter, na sua biblioteca, quase tudo quanto se escreveu até hoje sobre a História do Ceará.

Seu lema na vida, conforme se lê numa entrevista, resume-se nesta frase: "É bom rumar para as Índias e encontrar a América". Tradução: "O cotidiano metódico me dá segurança mas o imprevisto na vida me fascina". O Ceará - para os italianos que colecionam obras de arte - é a província brasileira onde nasceu Bruno Pedrosa. Bruno Pedrosa está expondo seus quadros no Museu de Niterói.

Fonte
Diário do Nordeste
http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=4022

Exposição reúne olhares femininos sobre corpo masculino

- Florianópolis/SC - Nove artistas mulheres expressam a visão particular do corpo masculino em trabalhos de arte, nas categorias de pintura, desenho, fotografia, videoarte e objeto. As artistas Dudi Borges, Elaine Veiga, Giovana Zimermann, Meg Tomio Roussenq, Nadir Ferrari, Rosana Bortolin, Silvia Carvalho, Sueli Freygang e Zulma Borges unem os talentos na exposição "Corpo Masculino, Olhares Femininos". A mostra abriu , no Museu Histórico de São José.
"Aqui olhares femininos direcionam-se ao corpo masculino e elaboram um espaço poético. Expõem um 'olhar' enigmático e repleto de indagações. Nele esse corpo oscila entre desejos e medos, entre escolhas profanas e sagradas, entre a ternura da mãe e o desejo da amante, enfim, olhares extremamente ligados à experiência da vida", explica a professora de Filosofia e História da Arte na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

A artista Eliane Veiga, por exemplo, apresenta ao público o videoarte "Passagem", que expõe a passagem do divino para o humano. "Esse vídeo é o meu olhar sobre o corpo de um homem, um homem que foi anjo. Cada ato foi pensado com o meu olhar num corpo", ressalta Veiga.

A exposição "Corpo Masculino, Olhares Femininos" poderá ser visitada até 18 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.


Fonte

Fonte: Oi São Jose

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=3989


Artista espanhol cria mosaicos complexos em folhas


Se você se considera uma pessoa paciente, é porque ainda não conhece Lorenzo Duran. O artista espanhol utiliza frágeis folhas como plataforma para seu trabalho. Duran escolhe folhas com belas formas - que, por si só, já são uma obra de arte - para criar mosaicos complexos. A série se chama Naturayarte e conta, ainda, com pinturas a óleo e esculturas em rochas feitas com ácido - atividades minuciosas, trabalhosas e delicadas.

Para produzir a arte nas folhas, o espanhol dispõe de técnicas japonesas de recortes. Duran seca, molda e, depois, corta as folhas, criando figuras detalhadas de paisagens, animais e mosaicos. A paciência do artista realmente não tem limites, uma vez que ele aceita encomendas e se propõe a mudar os recortes de acordo com a expectativa dos clientes. Contudo, Duran reconhece não ser capaz de criar o mesmo corte duas vezes.

"Se você se interessa por alguma folha que já foi vendida, me avise que eu tentarei fazer uma réplica deste trabalho", diz ele em seu site oficial. "Mas você deve considerar que essas são peças únicas (antes e depois dos cortes) e, portanto, não posso me comprometer a fazer uma cópia exata dos trabalhos", completa. Mais exemplos do trabalho desenvolvido pelo espanhol, que ele próprio define como "a ação da natureza na arte e a ação da arte na natureza", podem ser contemplados em página oficial.


FONTE

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=4027

Chuva do Caju

Certa vez ao navegar pela internet, vi um trailer muito bacana de um curta chamado "Chuva do Caju", embora não tenha assistido, resolvi postar o trailer, só pra deixar claro que deu uma vontade "danada" de assistir esse curta potiguar.

Curta metragem "Boiadeiro sou Rei"


Uma câmera acompanha a vida de alguns vaqueiros no interior do Piauí.
O filme baseado em Os Sertões de Euclides da Cunha.

domingo, 31 de julho de 2011

Quando Tudo dá Certo

Composição: Zé Renato / Ana Terra

É tão bom quando tudo dá certo
Sonhei com quem quero
E desperto feliz
Corre o dia normal e me espera
Me leva tão leve aonde tenho que ir

Conversar com as pessoas sem pressa
Ouvindo quem fala
Sem se preocupar
Com o que vai perguntar a seguir
O que vai responder
Simplesmente ouvir

Respirar com o corpo inteiro
Se livrar de algum medo
Trocar de bem com a vida
Descobrir que a beleza está muito mais no olhar

É tão bom quando tudo dá certo

Respirar com o corpo inteiro
Se livrar de algum medo
Trocar de bem com a vida
Descobrir que a beleza está muito mais no olhar

É tão bom quando tudo dá certo
É tão bom quando tudo dá certo
É tão bom quando tudo dá certo

Arte Potiguar ( Jesuíno Brilhante )

Gostaria de deixar uma bela dica de filme potiguar, falo desta vez do filme Jesuíno Brilhante ao qual tive o prazer de assistir recentemente. O motivo pelo qual indico esta obra, é que alem de ser um filme que fala do sertão e da vida rural,há algumas cenas que se passam no nosso Rio Grande do Norte, na cidade de Assu a qual tenho um imenso carinho.

Vale a pena relembrar que no início da década de setenta, o povo hospitaleiro e generoso do Assu, de tantos poetas e até de tradições de pioneirismo, recebeu um grupo de atores - cabeludos - cinematográficos para que alí, naquela cidade e região, fosse cenário principal do primeiro filme longa metragem rodado no Rio Grande do Norte, intitulado "Jesuino Brilhante, O Cangaceiro", produzido pelo cineasta potiguar de Ipanguaçu (RN), radicado que era no Rio de Janeiro onde veio a falecer em 1991, chamado artisticamente de William Cobbtt (Cosme - seu sobrenome de registro, familia tradicional daquela terra ipanguaçuense).

Câmara Cascudo depõe que Jesuíno "é o primeiro cangaceiro na memória do oeste norte-rio-grandense. Deixou funda lembrança de valentia, destemor e fidalguia. Era o aut-low gentlilhomem, imperioso, arrebatado, incapaz de insultos por vaidade ou de uma agressão inúltil."
"Sinhazinha Wanderley no livro de Walter Wanderley intitulado Família Wanderley, 1965, conta que no Assu existiu um pequeno museu onde se encontrava exposto um pedaço do osso do braço de Jesuino Brilhante que foi morto pela polícia da paraíba no lugar denominado Palha, distrito do Estado paraibano."

Além do município do Assu, as suas filmagens foram produzidas também em Ipanguaçu, Mossoró, Tibau, Patu e nos cerrados de Lages e Natal,onde foram concluidas as suas filmagens.








































Titulo: Jesuíno Brilhante, O Cangaceiro

Gênero:
Aventura / Ação / Cangaço
Duração: 100 min
Lançamento: 1972
Pais: Brasil
Direção: William Cobbtt
Fotografia: Carlos Tourinho
Música: Mário Pariz
Produção: Eliana Coobet
Elenco: Neri Victor, Rodolfo Arena, Vanja Orico, Waldir Onofre, Miltom Vilar , Clementina de Jesus...




Fonte