segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Oratórios Barrocos - Arte e Devoção na Coleção Casagrande


A exposição Oratórios Barrocos - Arte e Devoção na Coleção Casagrande traz ao público do Museu de Arte Sacra de São Paulo 40 oratórios de diversos tipos - ermida, salão, alcova, bala, viagem, lapinha e convento - oriundos de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

As peças expostas na mostra, com curadoria de Percival Tirapeli, pesquisador e professor da Unesp em São Paulo, pertencem à coleção Cristiane e Ary Casagrande. Além dos oratórios, a exposição conta com esculturas, pinturas, tapeçaria e objetos de devoção, sendo que grande parte das obras expostas são datadas dos séculos XVII e XVIII.

Entre os destaques da exposição estão imagens em terracota do frei beneditino carioca Agostinho de Jesus, o primeiro escultor brasileiro, uma pintura preciosa de José Patrício da Silva Manso e o crucifixo do escultor carioca Domingos da Conceição, do século XVII.

Oratórios Barrocos - Arte e Devoção na Coleção Casagrande

Até 23 de outubro, no Museu de Arte Sacra

Av. Tiradentes, 676 - Luz, São Paulo/SP


Fonte

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=4233

Artista pinta muro em protesto contra violência em rodeios



O artista plástico Eduardo Kobra prepara, um novo trabalho de seu projeto "Greenpincel", no qual protesta contra a violência.

O muro "Sem Rodeios", que lembra o caso do peão que matou um bezerro em Barretos, está sendo pintado na avenida Brigadeiro Faria Lima, 324 (zona oeste de São Paulo).

"Esse tipo de rodeio tem que acabar", afirma o artista. O painel tem 4,5m por 12m.


Eduardo Kobra -"Sem Rodeios" - av. Faria Lima,324, Pinheiros,Zona Oeste, São Paulo, SP.

Fonte
UOL

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Corpo Experimento "Cubos" por Álvaro Dantas


Fragmento do poema "Cubos" de Thiago Medeiros
Por Álvaro Dantas (bailarino da Companhia Gira Dança) usado no Tubo de Ensaio - Acontecimento 01 do Projeto Corpo Experimento do Prêmio Interações Estéticas - Residência em Pontos de Cultura

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Corpo de Jesus com cabeça do Mikey Mouse em pintura é proibido na Rússia


Um tribunal da Rússia proibiu uma pintura que mostrava Mickey Mouse como Jesus Cristo, dizendo que era "extremista". Alexander Savko é autor da pintura 'Sermão da Montanha ". Veja o quadro no post.A pintura faz parte de uma série intitulada" Mickey Mouse em viagem pela História da Arte" o quadro foi exibido pela primeira vez em uma exposição polêmica de 2007 e foi chamada de "Arte Proibida".

A pintura foi proibido pelo tribunal região Kaluga de exposições, jornais, revistas ou televisão.

"Durante a audiência, foi estabelecido que a técnica de Savko em unir a imagem de Jesus Cristo, que é sagrada para os cristãos, e a imagem cômica de Mickey Mouse, que nesta situação é vulgar, transformou o trabalho gráfico em uma caricatura de Jesus Cristo ", disse um comunicado.

"A história do Evangelho é, portanto, apresentado pelo artista na forma de uma história em quadrinhos, que é um insulto extremamente cínico e zombeteiro às crenças religiosas e os sentimentos de ortodoxos cristãos", disse.

A investigação sobre a legalidade da pintura foi lançado em 2007, após uma organização cristã acusa os curadores da Arte Proibida desfigurar símbolos religiosos.

O Tribunal da Cidade de Moscou em 2010 determinou que os organizadores da exposição foram culpados de incitar o ódio nacional e religioso

Fonte:

O Diário

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=4226

Cidade vestida de arte

De modestos, os escoceses não têm nada. É com orgulho que Edimburgo se autoproclama dona do maior festival de artes do planeta. A cidade inteira alardeia seu protagonismo no cenário europeu e internacional. Não é para menos. Difícil imaginar algum outro lugar onde haja tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo. Durante o mês de agosto, a capital é literalmente invadida por artistas. Juntos, eles somam 25 mil. Gente que vem de 60 países e se reveza em mais de 3 mil shows, peças, concertos e exposições.

Mas não é apenas pelo seu significado para as artes que tais números grandiloquentes interessam à Escócia. A série de festivais que está ocorrendo por aqui, doze no total, tornou-se um imenso e lucrativo negócio para o país. "Encomendamos recentemente um estudo sobre o impacto econômico. Os resultados só confirmaram aquilo que nós já sentíamos na prática", diz Faith Liddell, diretora geral dos Festivais de Edimburgo.

Atualmente, a festa cria 5. 245 empregos diretos. Além de gerar, sozinha, 261 milhões de libras. "Nenhum outro empreendimento cultural tem esse impacto", afirma Faith. "Hoje, nós somos maiores que a indústria do golfe, que movimenta 191 milhões de libras." As pesquisas revelaram também que 83% dos turistas estrangeiros apontam os festivais como motivo principal para vir à Escócia.

Não basta acomodar-se com o lugar conquistado. Para os próximos anos a expectativa é de que o gigantesco evento cresça ainda mais. Eles estão de olho no público dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. E também nos espectadores do Commonwealth Games, que deve ocorrer em Glasgow, em 2014. "Mesmo com a crise, nós não cortamos o orçamento da cultura. Com a Olimpíada, todos vão estar prestando atenção no Reino Unido. E nós queremos ser um palco para o mundo", comenta a Ministra da Cultura e das Relações Exteriores da Escócia, Fiona Hyslop.

É nesse contexto que Edimburgo olha com curiosidade para o Brasil. Neste ano, trouxe pela primeira vez uma delegação brasileira à cidade (leia abaixo). E, conforme o Estado acompanhou com exclusividade, conversou com governantes e produtores culturais para tentar estabelecer parcerias para o futuro.

Pioneirismo. Com mais de 60 anos, os festivais nasceram em 1947, como antídoto para a depressão do pós-guerra. Em um continente devastado, Edimburgo foi uma das poucas cidades a escapar ilesa dos bombardeios. Tornou-se, portanto, o local ideal para reunir os países e reconstruir seus laços de amizade por meio da cultura. Assim surgiu o primeiro dos festivais, o Festival Internacional, seleção de espetáculos de teatro, música e ópera de vários lugares da Europa.

Hoje, essa pioneira parcela da programação continua a ser mais prestigiosa. Porém, a noção do que seja um evento de dimensão internacional mudou um pouco. "Quando eu cheguei aqui, senti que o festival era tão europeu que não era, de fato, internacional. Lidava com uma definição de internacional que remetia a 1947. Mudamos a perspectiva", considera Jonathan Mills, curador do Festival Internacional há quatro anos. Para esta edição, o seu foco é a Ásia. A grade de concertos e espetáculos privilegia produções da China, Coreia, Índia e Vietnã.

Essa é a parcela da programação que acontece dentro dos teatros. É nas ruas, contudo, que se encontra a melhor e mais interessante face dessa festa. Uma praça, repleta de toldos, transforma-se em uma aldeia de literatura. Intervenções de artistas visuais tomam 200 pontos da cidade. Milhares de peças são encenadas nos locais mais improváveis.

Concebida como uma programação paralela do festival, o Fringe está aberto a quem quiser participar. Há espaço para jovens atores testarem seus experimentos, mas também para que espetáculos ambiciosos consigam chamar a atenção de produtores internacionais. "Estar no Fringe não significa necessariamente ser alternativo. Existem grandes nomes que decidem se apresentar aqui", aponta Mark Fisher. Colaborador do Guardian, o crítico está escrevendo um livro sobre o Fringe e explica que, em Edimburgo, qualquer espaço pode se tornar um palco. "Um ônibus, uma loja, uma igreja, uma escola. É possível se apresentar em qualquer lugar. Esse é o espírito do Festival." Transformar uma cidade inteira em obra de arte.

Fonte:

O Estado de São Paulo

http://www.catalogodasartes.com.br/Detalhar_Noticias.asp?id=4229



quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Colunista do Yahoo fala sobre o Funknejo.

.Por Dafne Sampaio

Bastardo é a mãe

Misturar ritmos diferentes em uma mesma música não é novidade nem aqui e nem na China. Não é coisa dos dias de hoje e exatamente por isso já foi chamado por vários nomes, de ‘mash mixed’ a ‘bastard pop’, de ‘crossover’ a ‘mashup’. Mas é deste último jeito, em inglês mesmo, que essa mistura ficou conhecida no mundo todo. E é um tanto diferente do bom e velho remix, seu meio-irmão. Enquanto no remix uma música ganha novas roupagens a partir de intervenções de batidas e efeitos criados por DJs e produtores, o mashup é o encontro-colisão de duas músicas já existentes, de preferência o vocal de uma com o instrumental de outra.

Quando ainda não existia asfalto para chegar aos mashups, as misturas eram feitas ao vivo, com instrumentos, na raça mesmo. Mas a partir dos anos 1980, e mais radicalmente nos anos 2000, inúmeras ferramentas tecnológicas deixaram tudo mais acessível. E assim surgiram os primeiros fenômenos pop do gênero, com destaque para The Grey Album (2004), no qual o produtor Danger Mouse liquidificou Beatles (The White Álbum, 1968) e Jay-Z (The Black Album, 2003), e Collision Course (2004) com uma mescla de Linkin Park e Jay-Z feita pelos próprios. O poderoso rapper e maridão de Beyoncé, aliás, é figura fácil nos mashups e mais recentemente foi co-protagonista de Jaydiohead (2009), uma mistura feita pelo produtor Max Tannone de suas rimas com os instrumentais do Radiohead.

E o que isso tem a ver com o Brasil? É que fiquei sabendo que uma coisa chamada “Sou Foda 2” tinha sido feita e era nada menos que uma nova versão de “Sou Foda”, hit malicioso assinado pelos jovens funkeiros do Avassaladores que agora ganhou o apoio da dupla neosertaneja Cácio & Marcos. Nada disso havia me preparado para a música que saiu daquele vídeo e muito menos para o termo ‘funknejo’. Alguns podem achar que “Sou Foda 2” é um crossover, mas eu acho sinceramente que é um mashup “ao vivo”.

Ainda não sei muito bem o que pensar disso. É muito bizarro? É o futuro? Uma coisa não tem nada a ver com a outra? A verdade é que a nova geração que tem revitalizado comercialmente a música sertaneja é a mesma que, ao invés de criar novas canções, apenas recria hits de outros gêneros a seu modo (“Minha Mulher Não Deixa Não” é um das mais disseminadas).Resultado? O feitiço pode muito bem se virar contra os feiticeiros.

Porque essa coisa de misturar, como diria o sábio e saudoso Vicente Matheus, é “uma faca de dois legumes”. Às vezes funciona, noutras desanda. Por exemplo, o pioneiro da cena mashup nacional é o carioca João Brasil que em 2010 se meteu no ousadíssimo projeto “365 mashups”. (Isso mesmo! Um por dia!) Ninguém no mundo tentou isso – e muito menos com tantas referências e artistas diferentes – e João Brasil saiu-se muito bem, mesmo com alguns escorregões aqui e acolá. Impossível, em um projeto desse tamanho, chegar ao 100% de aproveitamento. De qualquer forma, quinze dias atrás Brasil reuniu Guilherme de Arantes com Gaiola das Popozudas no divertido “Charme de Dar” e a alquimia funcionou.

Outro artista brasileiro dos mashups e remixes, o enigmático DJ Cremoso vem fazendo fama ao pegar sucessos internacionais dos anos 1980 para cá – de Nirvana a R.E.M., de Major Lazer a Joy Division etc. – com o objetivo de mergulhá-los no caldeirão do tecnobrega. Já o pessoal da festa Criolina fez um bando de europeus sacolejarem ao som de mashups como “Mosca na Cerveja” (Raul Seixas vs. Chico Science & Nação Zumbi), “Nega do Bebo Sim” (Elizeth Cardoso vs. Marcelo D2) e “Manos e Molhados” (Racionais MCs vs. Secos & Molhados). Bastardos ou não, o que é brega hoje pode ser cult amanhã, e o que é cult hoje pode ser datado ou esquecido depois de amanhã. Só o tempo para julgar se experiências assim sobrevivem e se a posição da rã é um lance e não um romance.



Fonte
http://colunistas.yahoo.net/posts/13050.html


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Palco Gira Dança-Setembro



Vale a pena conferir - O Sertão Sou Eu (art`facto)




O Espetáculo Sertão Sou Eu, foi contemplado, com o programa BNB de cultura, onde solidificou a parceria entre a companhia de dança Art’facto de Pendências/RN e a Companhia Gira Dança de Natal/RN fundada em 2005. A Cia Gira Dança estabelece essa parceria de assessoria artística ao grupo desde, 2009, Gerando mais visibilidade e oportunidade a produção em dança contemporânea do interior do estado.

O espetáculo o Sertão Sou Eu, usa como referencia, ‘inspiração livre’, o conto de Guimarães Rosa que conta a estória de grandes batalhas no sertão, a luta de um povo simples, mas com grande riqueza de significados e sentimentos que chegam a confundir, inebriar aqueles que se aventuram em conhecer a estória.
O espetáculo traz ao palco em forma de dança, o jeito simples da vida no sertão e toda sua carga de sentimentos e emoções que eleva o sertão ao tamanho do mundo.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011