Acabei de assistir o "Lepo Lepo" no youtube. Pode parecer estranho para
uma pessoa que pesquisa musicas de boa qualidade e tal... Mas gostei do
hit, em pleno momento em que a moda é ostentação, os caras reverteram a
modinha, "ostentando" realmente os valores humanos em meio a uma relação
interpessoal. Antes que me critiquem por serem mais eruditos que eu,
acabo de diagnosticar em mim um PRECONCEITO com as produções musicais
brasileiras. Notei que o "Lepo Lepo" me rende uma belíssima aula de
antropologia. Portanto antes de ficar falando mal das coisas, prefiro
conhecê-la para assim ter critérios sobre a mesma!
quinta-feira, 20 de março de 2014
sábado, 1 de março de 2014
ELOY CIA Teatral estreia "Peça Popular" e inicia a temporada 2014 com o pé direito.
Por: Fábio Fernandes
Imagens: Leandro Souza ( Trilheiros da Caatinga)
Depois de dois meses fora dos palcos, a ELOY CIA Teatral retoma suas atividades. Para começar bem a temporada 2014, o grupo estreia uma peça experimental ainda sem titulo oficialmente definido ( Provisoriamente chamada de "Peça Popular"), com o fio norteador de sua dramaturgia referente a elementos da cultura popular nordestina enxertada na estética do teatro de rua.
"Peça Popular" destaca a importância do teatro inserido na escola. Essa montagem é baseada no livro "O casamento de Maria Escola e Zé Teatro" do escritor potiguar Crispiniano Neto. A pesquisa musical é regida por "Calango da Praia" na interpretação instrumental também do potiguar Carlos Zens.
O Professor-diretor Fábio Fernandes expõe a importância da existência da Cia Teatral tanto para os alunos que participam do grupo, quanto para o cenário artístico da região. Evidencia o avanço das atividades do coletivo em (apenas) quase um ano de existência, cita os desafios a serem vencidos e almeja elevar a prática da Cia teatral em patrimônio cultural de Lajes.
Vinicius Rocha e Fernando Vittor mais uma vez mostram sintonia em cena e abrem a apresentação de forma genial.
O ator Vinicius Rocha arranca risadas da platéia com sua performance individual.
O coletivo também se destaca na estréia
A figura do vaqueiro ( personagem típico da região) ganha destaque na abertura da nova montagem.
A expectativa pra essa montagem é uma busca aos inúmeros valores culturais contidos em nossos processos sociais, somada com o fazer teatral de todo o coletivo teatral.
sábado, 25 de janeiro de 2014
Um pouco sobre HELIO OITICICA (Artes Visuais)
Considero indispensáel para quem admira arte, conhecer um pouco de Hélio Oiticica:
“A
beleza, o pecado, a revolta, o amor dão a arte desse rapaz um acento
novo na arte brasileira. Não adiantam admoestações morais. Se querem
antecedentes, talvez este seja um: Hélio é neto de anarquista.” (Mário
Pedrosa, no artigo “Arte ambiental, arte pós-moderna, Helio Oiticica”.
In: Correio da Manhã, 26/06/1966)
Oiticia
é um dos mais revolucionários artistas de seu tempo. Seus trabalhos
foram experimentais ao longo de toda sua vida, rompendo com o conceito
de obra de arte, para a relação de proposta entre artista e público. É
reconhecido internacionalmente como um dos mais importantes artistas da
arte contemporânea.
Como
seu pai era contra o sistema educacional, oiticia estudou com a mãe, no
Rio de Janeiro, até os dez anos de idade. Em 1947, transferiu-se para
Washington, nos EUA, onde estudou até 1950. De volta ao Brasil, começou a
estudar artes com Ivan Serpa, em 1954, no Museu de Arte Moderna do Rio
de Janeiro. Neste ano, o Grupo Frente fazia sua primeira exposição. O
contato com Serpa fez oiticia aderir ao grupo a partir de 1955, sendo
seu membro mais jovem. Em 1957/58, fez seus Metaesquemas, quadros em que
a composição é ditada pelo ideal concreto e pela gestalt.

Participou
da I Exposição Nacional de Arte Concreta, em 1956/57, no Rio de Janeiro
e em São Paulo. Foi um dos fundadores, em 1959, do Grupo Neoconcreto.
oiticia é um dos fundadores do grupo, rompendo neste período com a
estética concreta. Suas obras passaram a se preocupar com o corpo em
ações diretas nas obras de arte, lutando contra a atitude contemplativa
por parte do espectador.
Para
isso, era necessário explodir o espaço bidimensional do quadro e
invadir o ambiente. Assim, em 1959 fez seus primeiros Relevos
Tridimensionais. Depois, pintou uma série de quadros em ambas as faces e
os distribuiu no espaço, para que o público caminhasse entre eles. Era
um caminhar entre quadros de cor, uma visão dinâmica e espacial da cor.
Sua
obra passou a propor cada vez mais relações sensórias e corpóreas por
parte do espectador, gerando uma nova percepção de obra de arte, segundo
as reflexões fenomenológicas de Merleau-Ponty. Na II Exposição de Arte
Neoconcreta, em 1961, no MAM-SP, propôs jardins, onde o público tocava
em areia natural, e entrava em um ambiente de cor.
Se
nos Metaesquemas a cor já aparecia, mas estava presa à forma, nos
Bólides, de 1962, ela surgia pura, dentro de recipientes de vidro que
podiam ser manipulados. Em 1964, fez seus primeiros Parangolés, em que o
público podia vestir a cor, dançar e ter a experiência da cor em seu
próprio corpo. É o auge da dessacralização da obra de arte, e da
aproximação entre arte e vida - a arte como extensão do homem. Os
trabalhos deixam de ser “obras” para serem propostas abertas ao público,
e por ele completadas. Mário Pedrosa, para o qual oiticia dedicou um de
seus Parangolés, acreditava que esta nova forma de arte era
revolucionária, pois se preocupava com o coletivo, com o surgimento de
uma nova percepção, de onde surgiria uma nova sociedade.

A
favela foi motivo de diversas obras posteriores, como Penetráveis,
Ninho e Éden. Era uma crítica ao excessivo racionalismo que existia na
arquitetura moderna, que destruía manifestações culturais regionais. A
favela é um problema social que não deve ser tratada como uma opção
estética. Mas a vivência na favela por oiticia foi uma tentativa de
mostrar que não há diferença entre cultura popular e erudita, segundo
seus princípios de democratização das artes. Entre 1967/70, participou
do movimento da Tropicália, fazendo o cenário de shows e capas de
discos; realizou manifestações de cunho político, com a obra Homenagem à
Cara de Cavalo, com a frase “Seja Marginal, Seja Herói”; e atuou no
filme O Câncer, de Glauber Rocha. Durante a década de setenta, viveu em
Nova Iorque, como bolsista da Fundação Guggenheim, retornando ao Brasil
em 1978. Neste ano, seus Parangolés foram pela primeira vez aceitos,
pesquisados e expostos por um museu (em 1965, foram rejeitados pelo
MAM-RJ), na coletiva Objeto na Arte - Brasil Anos 60, realizada no Museu
de Arte da FAAP, em São Paulo. Faleceu em 1980, no Rio de Janeiro,
sendo criado no ano seguinte o Projeto Helio Oiticica.
Disponivel em:
http://universosdarte.blogspot.com.br/2011/06/helio-oiticica.html
A ARTE NÃO É IMPORTANTE?
por Paulo Sacaldassy
É sempre engraçada a reação das pessoas quando você diz que faz arte, a
primeira pergunta que lhe fazem é: – E você trabalha com o quê? Ora,
fazer arte é o meu trabalho! Parece mentira, mas se você não é famoso,
as pessoas custam a acreditar que a arte seja muito mais do que um
simples “hobby”. É difícil explicar que fazer arte também é importante e
é um trabalho.
Mesmo que você exerça uma outra atividade para suprir suas necessidades,
visto que, pelo fato de circunstâncias alheias à sua vontade,
sobreviver de arte ainda não lhe seja possível e nem possibilite uma
dedicação plena de sua parte, você sabe o quanto a arte é importante,
quantas privações ela te submete, tudo por você acreditar que pode viver
de arte e exercer esse ofício como um trabalho.
Mas as pessoas… bem, as pessoas, sentadas em suas zonas de conforto,
preocupadas apenas em nascer e morrer, se deliciam com a arte, mas não
conseguem enxergar a importância que a arte tem, até mesmo para suas
vidas, que se beneficiam de uma forma ou de outra com o que a arte lhes
tem a oferecer, pois a arte está ali, no filme, na novela, na peça de
teatro. É tão importante para vida delas que elas nem percebem o quanto.
Pois no inconsciente dessas pessoas, a arte é algo que alguém faz apenas
como diversão própria e para o próximo e não como um trabalho honesto
que lhes dê o sustento de vida. A idéia de trabalho industrial incutida
na sociedade, onde jornada de trabalho diária, relógio de ponto, terno e
gravata, macacão e ferramentas, que formam a imagem do que seja um
trabalhador, contribui, e muito, para o quase desdém pelo trabalho que o
artista faz.
Mal sabem essas pessoas, que os trabalhos artísticos demandam uma rotina
de trabalho, disciplina, organização e longas jornadas, quase sempre
exaustivas, de trabalho, seja escrevendo um texto, seja ensaiando uma
peça, seja gravando um filme ou novela. Fazer arte não é diversão, é
trabalho e trabalho muito duro. O fato de sua execução ser efetuada de
forma e ser feita fora de uma sala de escritório, não o torna menos
importante.
A arte também é essencial, tal e qual a quaisquer outras profissões, só
que a arte conta com um diferencial positivo, que outras profissões não
contam: a arte é um trabalho que alguém faz para oferecer ao outro, um
pouco de diversão, fazer com que o dia-a-dia de todos seja mais leve e
que as rotinas das pessoas preocupadas apenas em nascer e morrer, receba
um pouco de sopro de vida. A arte é, ou não é importante?
Disponivel em:
http://ciaatemporal.blogspot.com.br/2013/11/a-arte-nao-e-importante.html
Colaborou: Poucas Palavras de Paulo Sacaldassy; Foto: Ryan Stewart,
Corinne Van Ryck de Groot e Arle Michel em cena do espetáculo "Torn"
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
O pôr do sol sobre Lajes-RN resignificado no olhar artistico de Everton Fernandez
Imagens : Everton Fernandez
Texto: Fábio Fernandes
À tempos sabe-se que a fotografia não busca somente o mero registro do espaço-tempo, mas tambem a busca dialética do meio com o interlocutor, no caso o fotografo. O click da maquina captura não somente a co-exisencia do espaço e o fato em destaque mas permite a outros olhos receptivos o ângulo compartilhado do fotografo.
O fenômeno em destaque é o pôr do sol, uma ação sutil que revela beleza universal, é necessário o uso de determinada técnica na captura da imagem e a precisão dialógica com o enquadramento do objeto artistico.
A edição da fotografia de forma alguma desmerece sua pureza, uma vez que de forma levemente utópica se sub-existe na foto-captura a visão pessoal do artista em meio a poética imagética.
O olhar centrifugado do artista interrelaciona-se com suas divagações e possiveis conflitos vitais...
O espaço ocupado, divide sua existência natural com outros componentes humanizados...
Faz-se quão cabível a expansão geográfica dialogando com a concretude fenomenológica natural...
Por fim, a cadência primitiva se revela de forma monotona, causticante, cansativa, repetitiva, redundante, determinante, insistente e outras reticencias vitais...
Conheça mais sobre Everton Fernandez em:
https://www.facebook.com/offfernandez
'Febre' de aplauso de pé incomoda artistas e críticos de teatro NELSON DE SÁ DE SÃO PAULO
Por NELSON DE SÁ DE SÃO PAULO
A Europa era exceção, até poucos anos atrás. Mas também por lá o crítico
inglês Michael Billington lamentou que esteja chegando o "hábito sujo
americano" de aplaudir de pé no final da peça. Qualquer peça.
O crítico americano Ben Brantley concorda e até lançou um apelo público,
no "New York Times", "pela volta do aplauso sentado". Aplaudir de pé,
afirma, "virou um gesto social automático", sem sentido.
No Brasil, o diretor Antunes Filho e a atriz Nydia Lícia, com carreiras
iniciadas há mais de meio século no TBC (Teatro Brasileiro de Comédia),
atestam que "essa mania de levantar sempre", como ela descreve, é
recente.
| Lenise Pinheiro/Folhapress | ||
| Público aplaude monólogo 'A Vida Sexual da Mulher Feia' |
Antunes arrisca que o hábito se disseminou a partir dos anos 90. "Antes
era mais seco", diz. "Agora é um touro bravo, vai que vai. Agora é
absolutamente nada."
"Antes era um gesto estrondoso para o ator", relata Nydia, citando,
entre os raros aplausos de pé no TBC, "Seis Personagens em Busca de um
Autor" (1951), com Sergio Cardoso, Cacilda Becker, Paulo Autran e Cleyde
Yáconis.
"Era excepcional", diz. "Agora levantam, assobiam, gritam e fica por
isso mesmo. Você não tem mais medida, não sabe até que ponto agradou. O
ator fica mimado."
Com a presença crescente de celebridades do cinema e da TV no palco,
tanto aqui como no exterior, o fenômeno avançou para o meio das
apresentações, para a entrada em cena. "A sugestão é, no caso de
estrelas menos veneráveis, como Julia Roberts, 'bom para você, você é
famosa'", critica Brantley.
PANDEMIA
Ele reconhece que aplaudir de pé é um "vírus" que pode ter tido sua
origem na Broadway, seguindo depois para Europa e outros junto com as
franquias dos musicais nova-iorquinos.
Cláudio Botelho, que ao lado de Charles Möeller ajudou a estabelecer os
musicais no Brasil, também questiona o fenômeno, mas acrescentando ser
mais acintoso por aqui —onde programas de auditório teriam instituído,
segundo ele, que "quem quer que apareça é aplaudido".
Lamenta, sobretudo, que "não tem mais diferença: aplaudem de pé tanto
Marília Pêra como qualquer grupo jovem". Citando também Bibi Ferreira e
Fernanda Montenegro, cobra: "O que você vai dar como reconhecimento às
grandes divas?".
São muitas as hipóteses para a "febre", segundo o "NYT": espectadores
aplaudem para justificar o ingresso caro; por serem turistas, não
habituados ao teatro; pelo alívio físico de se levantar; até para chegar
antes à saída, nas plateias lotadas.
Antunes acrescenta um fenômeno local relativamente novo e semelhante
àquele dos turistas na Broadway: "A classe média aumentou. É uma coisa
boa, mas eles ainda não têm base. Ir ao teatro já é uma vitória social".
Saulo Vasconcelos, protagonista de musicais como "O Fantasma da Ópera"
no Brasil e no exterior, soma ainda duas razões específicas, no caso de
São Paulo. "As pessoas aplaudem já se levantando para ir embora, porque o
estacionamento é um inferno. E também porque o espectador daqui é
gentil, quer mostrar seu carinho."
AUTOENGANO
Ron Daniels, que começou como ator nos anos 60 no Teatro Oficina e a
partir dos anos 70 se estabeleceu como encenador em companhias como a
Royal Shakespeare Company e o American Repertory Theater, acredita que o
problema é maior nos Estados Unidos e no Brasil.
"Em Nova York eles sempre se levantam. Na Inglaterra, só em musical,
Shakespeare não", diz ele. "Eu detesto esses aplausos, o espetáculo
perde o valor. Mas, quando é merecido, a 'standing ovation' [aclamação
de pé] é maravilhosa."
Para Daniels, o fenômeno "é muito esquisito: a plateia se congratula a
si mesma". Michael Billington, que é crítico do londrino "Guardian",
concorda que a febre do aplauso de pé surgiu com o público "tentando
enganar a si mesmo", sugerindo que a cura teria de partir dele.
Disponível em:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/01/1401502-febre-de-aplauso-de-pe-incomoda-artistas-e-criticos-de-teatro.shtml
sábado, 14 de dezembro de 2013
ELOY Cia Teatral se despede de 2013 com espetáculo natalino e fecha sua temporada com chave de ouro em Lajes-RN
Por: Fábio Fernandes
Fotos : Washington Fernandes

Com a casa de cultura popular lotada, a ELOY Cia Teatral (Lajes-RN) junto com a Cia de dança UDR se despediu das atividades de 2013 com o espetáculo natalino "Ginglebéus e a noite de Natal". O motivo de maior satisfação é o fato de a peça ser encenada e concebida completamente por artistas locais. A inovação nessa montagem consiste na contextualização do conto natalino relatado nos evangelhos de Lucas e João (Bíblia) com personalidades culturais locais.
Fotos : Washington Fernandes
Com a casa de cultura popular lotada, a ELOY Cia Teatral (Lajes-RN) junto com a Cia de dança UDR se despediu das atividades de 2013 com o espetáculo natalino "Ginglebéus e a noite de Natal". O motivo de maior satisfação é o fato de a peça ser encenada e concebida completamente por artistas locais. A inovação nessa montagem consiste na contextualização do conto natalino relatado nos evangelhos de Lucas e João (Bíblia) com personalidades culturais locais.
Professor e diretor Fábio Fernandes inicia a cerimonia de conclusão do curso da Cia 2013 fazendo a entrega dos certificados ao elenco. Agradece também o apoio conseguido durante todo o ano.
Casa de cultura lotada pra prestigiar a peça, a família lajense compareceu em bom numero.
Cena 1: Introdução a canção Carcará de Chico Buarque, na interpretação celebre de Edu Lobo.
A Cia de dança se apresenta com uma coreografia de "Deck the Halls".
Bia (Esquerda) interpreta a velha mântrica, uma sátira às tradicionais pessoas fofoqueiras.
Ginglebéus (Vinicius Rocha), a contadora de historia (Thallyta) e menino do HEY (Fernando Vottor) questiona a existência do natal.
A contadora de historia começa a descrever o significado do natal através do conto bíblico aos meninos.
Maria visita sua prima Isabel e conta o milagre da maternidade divina.
A velha mântrica (Bia) questiona o milagre de Maria.
O coronel Herodes é interpretado pelo ator Yan.
Herodes se diverte com a discórdia dos homens.
Maria encerra o espetáculo com o menino Jesus (Sarah)
O pessoal da Cia UDR dança "Natal todo dia", versão Interpretada pela banda Roupa Nova.
FIM.
Nosso grupo agradece o apoio de todos que sempre estiveram com a gente desde o inicio tanto nos momentos bons quanto os ruins, uma vez que pra se chegar ao sucesso é necessário se trilhar o caminho da labuta constante.
Parabéns elenco da ELOY Cia Teatral, mais uma vez vocês provaram que: quando se quer fazer ARTE não importa os obstáculos, as pessoas divergindo a positividade, a falta de fé no talento de todos. Quem quer consegue, e isso ficou provado durante todo esse 2013 repleto de turbulência e de muitos aplausos, alegria, riso e muito choro de emoção. Sem mais ideias. Feliz Natal e viva a ARTE sempre.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Ginglebeus e a Noite de Natal
A ELOY Cia Teatral junto com a Cia de dança UDR apresentam o espetáculo de arteGinglebeus e a Noite de natal. O musical traz em seu contexto uma alegoria ao conto de natal. Baseado nos evangelhos de Lucas e João, a historia é re-contada e adaptada a realidade sertaneja local. Personalidades de grande importância histórica e politica do município são sutilmente citados e homenageados no fio dramatúrgico do espetáculo, havendo assim um contraponto com a cultura de Lajes e a originalmente conhecida.
A escolha pela contextualização e concepção cênica parte da possibilidade de hibridez dos personagens teatrais. O musical também traz uma forte comunicabilidade com outra linguagem cênica, desta forma teatro e daça se misturam em prol de uma mesma possibilidade de leitura do fato natalino com o publico.
"Ginglebeus e a Noite de Natal" fecha a sequencia de 5 espetáculos montados pela Eloy Cia Teatral em apenas 9 meses de existência, vindo posteriormente a surgir depois do badaladíssimo "Jurema Va Pra China". Fabio Fernandes propõe o dialogo com mais dois artistas: Marcelo Mart e Vienio Leonardo para a realização desse extrato cênico. O objetivo principal deste trabalho consiste em mostrar a real possibilidade de se fazer arte em nosso município.
sábado, 23 de novembro de 2013
Força a ELOY Cia Teatral...
Por Fábio Fernandes
Sinceramente
passo a acreditar que estamos acostumados a viver uma sociedade que só
sabe criticar e reclamar do que não tem. Pois quando surgem as opções
culturais estes nem se quer prestigiam. Mesmo assim, continuamos a fazer
a nossa parte e persistimos mais ainda acreditando em nossa arte. Parabens jovens guerreiros da Eloy CIA Teatral
! Vocês mostraram mais uma vez que não é preciso reclamar dos
problemas, mas tentar resolvê-los de cabeça erguida, mesmo com a falta
de apoio de alguns, o mérito está no talento inquiestionável de cada um
de vocês que acreditam na ARTE como estilo de vida e de transformação
para a sociedade.Agradeço a DEUS por nos permitir o dom da vida, aos
Pais de cada aluno-ator que realmente acompanham o crescimento social de
vocês enquanto cidadãos respeitáveis, somos gratos tambem a todos os
que sempre nos ajudam seja no incentivo, logistica ou na divulgação de
nosso grupo como instrumento transformador. A Exelentissima Srª Sec,
Prof. Irene Martins
e sua equipe e a Você que sempre encontra uma forma de conferir nosso
trabalho que sem dúvida é feito com algo mais valioso que dinheiro:
AMOR!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
O som que "tô" curtindo...
Atualmente estou ouvindo muita música nacional, e destaco as que julgo ser de qualidade e que vale a pena ouvir. Não é o mero som massificado, mas o potencial "bom-gostiano" que atribuo a essas obras poli-fônicas. O motivo pra esse dito bom gosto partiu depois que passei a assistir o canal BRZ, e quebrei o paradigma "generalizante" de que a TV brasileira está acabada. Pensando assim, fiz questão de sugerir algumas bandas nesse blog artistico-cultural.
- Graveola e o Lixo Polifônico
- Dingo Bells
- Banda Strobo
- Guido
- Rael
- Lemoskine
- Coletivo Dinamite
- 5PrasTantas
Por Hoje essas são minhas dicas de relativos "Bons Gostos". Até mais!
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