domingo, 29 de novembro de 2009

Arte Potiguar... (Alegria-Alegria) "O Auto do Caldeirão"



Eis mais uma dica de espetáculo potiguar que vale a pena conferir.


"O Auto do Caldeirão"

O “Auto do Caldeirão” foi desenvolvido e idealizado pelo grupo para ser apresentado na rua ou em espaços abertos. Desde a estréia, em 2003.

Sinopse


"O espetáculo trata de um episódio relativo à comunidade do Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, criada na década de 20 pelo Beato José Lourenço na região do Crato, no Ceará, sob a bêncão de Pe. Cícero.
Um dos muitos movimentos messiânicos surgidos no Nordeste brasileiro, o Caldeirão desagradava às autoridades do governo vigente por se valer de um modelo de subsistência baseado na igualdade de direitos e deveres. Após a morte do Pe. Cícero, a comunidade foi invadida pelos oficiais da república, num massacre que deixou mais de 400 mortos e, entre estes, vários potiguares."

Arte Potiguar... (Gaya) "A possibilidade de fazer sombra"

Eis mais uma dica de espetáculo norte-riograndense que vale a pena conferir.

Gaya Dança Contemporânea
Gaya Dança Contemporânea

A possibilidade de fazer sombra tem como temática principal a relação de poder entre as pessoas no seu dia a dia. Às vezes o poder é nosso, às vezes não... O processo adentra no referencial da dança-teatro, linguagem contemporânea, inovadora na cidade, que articula referências da dança e do teatro e permite uma produção atenta aos repertórios corporais de seus integrantes.

Projeto de extensão permanente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Gaya Dança Contemporânea passou por diversas experiências e contato com vários professores e coreógrafos em seus 15 anos de existência. Nos últimos anos, investiu em um trabalho autoral no que se refere à produção coreográfica, fato que tem marcado as produções do grupo como um trabalho que busca estilo próprio. Atualmente a coordenação do grupo é de responsabilidade da professora da UFRN, Karenine Porpino e a direção artística de Mauricio Motta.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

terça-feira, 20 de outubro de 2009

"O Mesmo Sorriso"


Em mais uma de suas apresentações , o monólogo "O Mesmo Sorriso" causou uma certa polémica (pra variar) nas poucas pessoas que prestigiaram sua terceira apresentação na XV Cientec, promovida pela UFRN. Isso mostra que o trabalho realmente está sendo feito e levado ao espectador com solidez e assim trazendo-os a interagir no mundo em que a obra direciona.
Desta vez "O Mesmo Sorriso" contou com a direção de Hikel Brauw (magico Hórus) e breve será postado um video com a forma da performance.

sábado, 17 de outubro de 2009

Arte e História


As relações entre História e Arte permitem outras formas de compreensão do homem.

Ao longo do tempo, percebemos que a existência do homem não se limita à simples obtenção dos meios que garantem a sua sobrevivência material. Visitando uma expressiva gama de civilizações, percebemos que existem importantes manifestações humanas que tentaram falar de coisas que visivelmente extrapolam a satisfação de necessidades imediatas. Em geral, vemos por de trás desses eventos uma clara tentativa de expressar um modo de se encarar a vida e o mundo.

Paulatinamente, essa miríade de expressões passou a ser reconhecida como sendo “arte”. Para muitos, este conceito abraça toda e qualquer manifestação que pretenda ou permita nos revelar a forma do homem encarar o mundo que o cerca. Contudo, o lugar ocupado pela arte pode ser bastante difuso e nem sempre cumpre as mesmas funções para diferentes culturas. Não por acaso, sabemos que, entre alguns povos, o campo da expressão artística esteve atrelado a questões políticas ou religiosas.

Na opinião de alguns estudiosos desse assunto, o campo artístico nos revela os valores, costumes, crenças e modos de agir de um povo. Ao detectar um conjunto de evidências perceptíveis na obra, o intérprete da arte se esforça na tarefa de relacionar estes vestígios com algum traço do período em que foi concebida. A partir dessa ação, a arte passa a ser interpretada com um olhar histórico, que se empenha em decifrar aquilo que o artista disse através da obra.

Com isso, podemos concluir que a arte é um mero reflexo do tempo em que o artista vive? Esse tipo de conclusão é possível, mas não podemos acabar vendo a arte como uma manifestação presa aos valores de um tempo. Em outras palavras, é complicado simplesmente acreditar que a arte do século XVI tem somente a função de exprimir aquilo que a sociedade desse mesmo século pensava. Sem dúvida, o estudo histórico do campo artístico é bem mais amplo e complexo do que essa mera relação.

Estudando a História da Arte, o pesquisador ou estudante irá perceber que uma manifestação de clara evidência “artística” pode não ser encarada como tal pelo seu autor ou sociedade em que surge. Além disso, ao estabelecermos um olhar atento à obra de um único artista, podemos reconhecer que os seus trabalhos não só refletem o tempo em que viveu, mas também demonstram a sua relação particular, o diálogo singular que estabeleceu com seu tempo.

Atualmente, o olhar histórico sobre a arte vem sendo acrescido de outras questões bastante interessantes. A apropriação da obra pelo público, os meios de difusão do conteúdo artístico e o intercâmbio entre diferentes manifestações integram os novos caminhos que hoje englobam esse significativo campo de conhecimento. Sem dúvida, ao perceber tantas perspectivas, temos a garantia de que as possibilidades de se enxergar a arte ou uma única obra pode conceber variados sentidos.

Por Rainer Sousa Graduado em História Equipe Brasil Escola

Fato Troncho-religioso.

Aos religiosos alienadinhos!

Sou professor de artes numa escola particular aqui de Natal,,minha metodologia de ensino é muito diferente da convencional, procuro não somente passar o conteúdo mas também fazer com que meus alunos questionem e sejam mais críticos contra o sistema...

O que me ocorreu foi um fato bem interessante,Numa aula dinâmica falando sobre o poder dos "signos",desenhei um boneco com uma bíblia de baixo do braço,a ideia que os alunos levaram foi de um homem culto,correto e um monte de qualidades concretas...
Depois de eles terem reflectido sobre tal imagem, desenhei mais um signo sobre essa ilustração,adicionei no boneco um cigarro,até ai tudo bem, os alunos teriam livre interpretação da imagem que propus pra que eles reflectissem,gerando assim uma ideia de dualismo.

Uma semana depois me chega a co-ordenadora da escola e me trouxe tal informação: "Semana passada a mãe de uma aluna que é crente,veio com uma conversa de que você desenhou um boneco com uma bíblia e um cigarro e que isso era uma falta de respeito e que não admitiria sua filha ver tal atitude de um educador..."Sendo assim tive que me explicar e dizer que o que fiz foi fazer a filha d'ela reflectir que geralmente,sempre por debaixo de um paletó e de uma bíblia em baixo do braço,pode haver um ser que ninguém nem imagina... Em fim me expliquei com a co-ordenadora da escola,me mantenho no emprego e ela que não é alienada e é alfabetizada, entendeu que o que quis levar aos alunos foi uma ideia concreta de como ser um cidadão crítico,o contrário dessa religiosa alienada-desenformada-desactualizada que se doeu em saber que a "verdade" estava sendo revelada.

ou seja: Alguns religiosos além de alienados e "ababacados"em sua maioria,acham ainda que estamos numa ditadura ou no AI5!

Pensando bem... Será que estamos mesmo?

3º Apresentação de "O Mesmo Sorriso"

O monólogo "O Mesmo Sorriso" terá mais uma apresentação,desta vez na Cientec . Evento organizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Dia 20 de Outubro às 10 h da manhã no minipalco que será montado na praça cívica da universidade.
http://www.cientec.ufrn.br/


"
Foi de grande a satisfação de ter esse trabalho aprovado,pois assim tenho certeza que minhas ideias e visão do mundo não ficará restrito tão somente a mim."

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Aurora Numbora...(Publicada)

Na integra como prometido, foi publicada a peça "Aurora Numbora"... Espero que acompanhe e mergulhe no mundo de minha imaginação...

Boa leitura...

Aurora Numbora (Sinopse-Personagens)

sinopse

Em Bodorocó , um Povoado esquecido pelas autoridades, prevalece em meio a vida pacata de seus habitantes a dura luta pela sobrevivência, Artênio que é muito inteligente e astuto tem que se submeter ao Sr Leopoldo -um coronel que não mais tem seus bens e grandes propriedades, pois se encontra viciado no álcool e que por causa dessa divida perde toda a sua criação de ovelhas – Pra não permanecer nessa situação oferece a mão de sua única filha Martinha a qual é a grande paixão do Artênio, ao Lucílio,que tem a fama de advogado que retornou diplomado da capital que porventura é filho de Dona Mãezona que é no caso a mulher mais rica desse povoado e que teve um caso com Sr Leopoldo.

Sebim é um malandro que descobre todas as mazelas que ocorrem em Bodorocó,ganha a vida metendo o nariz onde não é chamado e tem um grande sonho de se tornar o homem mais rico de Bodorocó.Só que existe alguém bem mais esperta na história que ninguém dar nada por ela - a Kakinha – prima de Martinha e sobrinha preferida de Sr Leopoldo.

A obra está baseada nos sentimentos de ganância do homem representado por esses ilustres personagens, onde todos querem sempre levar vantagem uns em cima dos outros. Idealizada em forma de comédia “Aurora Numbora” mostra o lado podre e vazio do ser humano personificado em cada sentido, gesto e ação.

Afinal quem será herói ou vilão nessa história? é uma questão que fica implícita e a fórmula de prender o espectador até o ultimo momento da obra.

Personágens!

Artênio (Pastor de ovelhas- Apaixonado por Martinha)


Sebim (Desocupado e retirante de Bodorocó)

Martinha ( Filha mimada de Leopoldo,grande amor de Artênio,interesseira e de extrema arrogancia )

Leopoldo (Coronel falido e beberrão,que perde suas ovelhas por causa da bebida)

Lucilio ( Filho mimado de Mãezona e futuro marido de Martinha, tido como "o advogado de Bodorocó")

Kakinha ( Prima esperta de Martinha)

Mãezona ( Mãe do Lucílio,esperta,também vigarista e aposentada do finado marido militar)

domingo, 30 de agosto de 2009

Aurora Numbora (Ato 1- Cena 1)

SEBIM - (Pra platéia) Meu povo querido, sem nenhuma falsidade quero mostrar o quanto é que esse “lugarzim” é “pôde” . O povinho que mora aqui não tem nada pra fazer e vive por ai falando mal de uns e “dozôto” mas esse povinho ta pra deixar disso,pois eu vou me tornar o maior barão que esse lugarzinho já viu...querem apostar?

LUCILIO - ( Já vem xingando o Sebim ) Mas o que é que esse mendiguinho de rua analfabeto quer por aí ,falando sozinho?E ainda mais, dizendo que vai ser um barão! É muita falta de “pêia” mesmo! (risos) é... parece que a melhor coisa que fiz em toda minha vida : foi ter saído desse fim de mundo.

SEBIM - (Desconsolado) É ! Quando alguém fala uma coisa dessas , é sinal que a “besteralidade” já afetou o seu juízo! Isso é, se ainda tiver. Mas meu paizim disse uma coisa que nunca vou “isquecê” que é “nunca fale merda, senão a catinga é pior que peido inturído” ... (olha para o lado e percebe Artênio aproximar-se,e fala pra platéia) Eita “jabo” lá vem o Artênio...Ele é um desses “cabôcos” que pra variar num têm um centavo furado no bolso ,mas é um rapaz corajoso e sonhador ,ta doidinho pela gostosa.. é ... q - quero dizer mocinha prendada ... filha de “seu Leopoldo”(sorri ironicamente) Lá vem o pobre...

ARTÊNIO - ( Lamentando-se,mas bem otimista,traz uma rosa na mão) É ... espero que hoje seja um dia lindo,pois vou presentear minha querida Martinha com a rosa mais bela que encontrei no jardim,ela merece a prova do meu amor. Ah como é bom amar!

SEBIM - (Narrando) É uma pena mas o pobre moço não sabe o triste destino que o aguarda... só quero ver onde isso vai parar! (pra platéia) e você também quer saber o que vai acontecer?Então não desgrude um “momentim” se quer... (pausa) êita que esse “pinico” vai ter bosta!

LEOPOLDO - Ei menino o que é que tu faz aqui nessas “hora”, num devia tá no roçado pastorando as ”uvêia”?

ARTÊNIO - É que estou só tirando uma “hórinha” de folga.

LEOPOLDO - E essa rosinha na mão, virou jardineiro ou ta querendo ser fresco “mermo”? rapaz tanto que tua mãe me pedia pra te dar conselho ...e tu já ta virando a casaca? abre o ”zói” menino,Deus tá vendo!

ARTÊNIO - Né nada disso não, é que eu queria vê a sua maravilhosa filha, num sabe?!.

LEOPOLDO - (Interrompendo) É O quê?! Mau tirou as “cueca mijáda” e já quer se “aproxegá” pra “riba” de minha fia! Ó o respeito seu cabra! ela é uma moça, e num é pro seu bico.

ARTÊNIO -- Oxe! e o que é que tem demais em dar uma rosa pra sua filha? não é pro meu bico, mas sei ser uma pessoa decente,fina e educada.

LEOPOLDO --Decente o quê? Minha menina é requintada igual a finada sua mãe (com os braços pro céu,se benze) que Deus a tenha! não vai “assucedê” de dá o "adisfruti" pra um roceiro como tu.

ARTÊNIO --Mas se sua filha puxou o requinte de sua finada e queridíssima esposa ; ela vai dar sim.

LEOPOLDO – Mas “pruquê”?

ARTÊNIO – Ué, sua mulher num deu pro senhor?(risos).

LEOPOLDO -- (irritado) Como é que é seu cabra? você ta se comparando “cumigo” é? nunca fui de dá rosinha pra “muié”...isso é coisa de cabra “frôxo” que se mija quando vê um cabra macho.

ARTÊNIO – Desculpe-me seu Leopoldo,eu só queria ser um homem feliz.E ter uma esposa como Martinha, seria um sonho...


LEOPOLDO -- Minha fia vai é se ajuntar com um "homi" que tenha "cundição" de manter a bichinha
bem "sardavi" ,limpinha e ”honrróza”, num criei “fia” pra acabar “muié” de um (pausa) roceiro.

ARTENIO – (Dengoso) Não fale assim comigo desse jeito o senhor me machuca.

LEOPOLDO – Oi, quer um conselho? "rebóle" essa “frô” e vá pastorar as "uvêia" que é o “mió” que tu faz.

ARTENIO –M -mas...


LEOPOLDO - Cala a boca e vá trabalhar (pausa, Artênio sai) donde já se viu um roceiro liso, quase pedindo esmola "querê” uma moça,e que moça! a minha “fiazinha” linda!(pra platéia) que vai se formar em “dotôra” um dia e vai sê rica e inté morá na cidade...é, parece que tem gente que num pensa,esse menino é um daqueles três"L":liso,lascado e lezado,”púcerto” acha que sou um três “B” bebo -burro,besta,bundão e béstaiado ele devia saber que sô um “homi” três "C":safado, sabido e superior
(orgulhoso,pra platéia) Eita que “homi” bruto!

(sai de cena)

(Quando Leopoldo sai, entra Sebim, com a cara de admirado, vendo que o velho não gostou nada do sentimento afetivo do Artênio por sua filha)

SEBIM – Então quer dizer quer dizer que o velho num gostou de saber que o matuto do Artênio gosta da “fia” d’ele!(desconfiado) êita que tô “doidim” pra ver uma cachorrada por essas bandas, ta que eu tive uma idéia !(risos)

(na mesma hora ,o Lucílio vem caminhando no meio da rua , percebe que Sebim se aproxima)

LUCILIO – Mas o que é que um desocupado quer aqui perto de mim ,um homem formado, digno do respeito e da cordialidade nos finos tratos de uma sociedade altamente nivelada e de porte tão superior?

SEBIM – (concluindo) E que está no meio de um “interiorzinho” que fica bem localizado onde Judas perdeu as botas, que possui o sublime nome de (soletrando) Bo-do-ro-có.

LUCILIO - Cale-se seu analfabeto. Será que não sabes que estou à paisana levemente curtindo minhas férias?Que por sinal; “merecedíssimas”.

SEBIM – É,pra quem se diz requintado de alta classe...num fim de mundo desses, é meio esquisito mesmo!

LUCILIO – É sim,e veio bem a calhar com a frase famosíssima do filósofo grego Pero Vaz de Albuquerque, “ O capitalismo é meu pastor, por isso estou pastando”.

SEBIM – É uma frase bem idiota mesmo!

LUCILIO– (com as mãos para o céu) Ah pai, perdoa porque não sabe o que diz!(olhando no olho de Sebim) é muito intelectual pra sua mente limitada. Mas me conte qual o motivo, razão, circunstância , motivo de base preponderante de sua inútil procura a mim? Se for dinheiro emprestado, pode cair fora.

SEBIM – Não é nada disso, andei sabendo que o povo tá comentando que você não é de nada e além de passar de um babaca , é letrado... mas nunca conseguiu conquistar uma moça de família.

LUCILIO - (irritado) Mas que povinho abusado!

SEBIM – (concordando) É sim, (irônico) e como sou inferior a você...

LUCILIO – (concluindo) E bota inferior nisso!

SEBIM - Acho que o povo ta é com inveja de tu e dúvida da sua capacidade pra conquistar uma mulher.

LUCILIO – (Em tom de superioridade) Eu consigo tudo que quero.

SEBIM – Mas o coração da Martinha não.

LUCILIO – E quem é essa tal de Martinha?

SEBIM – Oxi! E não lembra? É a filha do fazendeiro Leopoldo, a moça mais desejada do “arraia” de Bodorocó, seu pai só quer pra filha d’ele,um homem formado , você deve de ser um grande “adévogado”, respeitado e estudado...tô certo ao seu respeito?

LUCILIO – Claro que sim. Mas não me importo com o que essa gentinha pensa de mim, e não estou nenhum pouco afim de filha de ninguém.

SEBIM – Eita que o povo ta certo. Tu num tem é capacidade pra isso. Desse modo, quero morrer burro!

LUCILIO – (se orgulhando) Jamais subestime a capacidade de um homem culto como eu.

SEBIM – É... parece que você vai perder mesmo pro “jéca” do Artênio .O cabra mais lascado e burro de toda Bodorocó.(pra platéia) que coisa não!

LUCILIO– Ta legal você venceu. (determinado) irei conquistar o coração dessa tal de Martinha. Afinal, é minha “reputation” que está em jogo, não permitirei zombarias por um bando de matutos ignorantes.

SEBIM– Eita que cabra macho!

(Saem de cena , de repente Lucilio vai falar com sua mãe)