domingo, 26 de dezembro de 2010

A Menina e o Bambolê

Eis meu novo Curta, desta vez abordei a temática lúdicidade, espero que nesse trabalho, possa haver certa aceitação do público que acompanha meu trabalho quanto produtor de vídeos experimentais. Nessa obra, dirigi uma atriz mirim, que nunca teve contato com as câmeras, palco ou coisas semelhantes, confesso ser uma experiência nova e gratificante, que me faz acreditar sempre que pela força e determinação podemos alcançar bons resultados.
Uma menina solitária, sai de sua casa pra se divertir numa antiga estrada de ferro onde não passa trem há muito tempo, em meio a sua observação aleatória, percebe um bambolê jogado ao tempo e esquecido por alguma criança. O que vem a tona na mente da garota é simplesmente brincar com o objeto, logo que se estabelece uma relação do bambolê com a menina, torna-se clara a lembrança de uma vaga ludicidade que hoje, na contemporaneidade encontra-se restrita simplesmente aos jogos eletrônicos e a internet.
A Menina e o Bambolê

Com
Emanuelle Fernandes

Direção, Roteiro e Edição
Fabinho Fernandes

2010

O Circulo de Giz


N
o semestre 2010.2 na UFRN, pude fazer parte da disciplina Encenação 2 , que fora ministrada pelo Profº Makarios Maia. Como estudávamos maneiras de condução de atores até a concepção cênica de uma obra teatral, tivemos para trabalho final a montagem de uma peça do teatrólogo alemão Bertold Brecht.

Tivemos contato com Brecht e o teatro épico, baseado nesses elementos e na estética proposta, iniciamos uma pesquisa na montagem de O Circulo de Giz Caucasiano.

O Circulo de Giz
COM
Paul Moraes
Erickaline de Lima
Stephane Vasconcelos
Viviane Delgado

MAQUIAGEM
Melk Freitas

CORDENAÇÃO
Lilian Negão

ORIETAÇÃO
Makarios Maia

DIREÇÃO
Hikel Brauwn e Fabinho Fernandes

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Visitando o Brasil (PB)

Desta vez visitei Campina Grande, na "queridíssima" Paraíba , participei junto com meu grupo de teatro Cia Alegria-Alegria, onde participamos de um festival de teatro de rua apresentando "As aventuras de Pedro Malazartes" e o "Auto do Caldeirão". Queria deixar aqui , um grande abraço pra essa terra tão receptiva e de um público muito cativante.Valeu Paraíba!

Confira a matéria feita pela TV Itararé (rede local) filiada a TV Cultura.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Banda Libertação - Momentos (clipe)

Pra matar a saudade de minha banda querida, Pra sempre Libertação!

Pedrinho Fernandes [LUTO]


Desta vez quero postar uma noticia nada agradável e de certa forma necessária. A vida é somente uma passagem e é preciso saber viver cada momento dessa caminhada. Pedro Fernandes, artista de Natal-RN, com apenas 16 anos foi embora pra um mundo diferente, talvez melhor que este, e como a alma de um artista nunca morre, quero aqui postar alguns trabalhos desse artista natalense.
Mas o que queria deixar registrado é o seu sorriso lindo e sincero, seja feliz meu amigo Pedro Fernandes. Aqui está nossa homenagem a você!
                                                                   Romão e Julinha

                                     Auto do Natal 2009


Fica na PAZ!


Corpo sexual

domingo, 10 de outubro de 2010

Conclusões de Aninha


Estavam ali parados. Marido e mulher.
Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça
tímida, humilde, sofrida.
Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho,
e tudo que tinha dentro.
Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar
novo rancho e comprar suas pobrezinhas.

O homem ouviu. Abriu a carteira tirou uma cédula,
entregou sem palavra.
A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, aconselhou,
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar
E não abriu a bolsa.
Qual dos dois ajudou mais?

Donde se infere que o homem ajuda sem participar
e a mulher participa sem ajudar.
Da mesma forma aquela sentença:
"A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar."
Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada,
o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso
e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor?
Antes que tudo isso se fizesse
o desvalido não morreria de fome?

Conclusão:
Na prática, a teoria é outra

Cora Coralina