terça-feira, 9 de outubro de 2012

The Gummy Bear

  Embora esse hits seja contemporâneo aqui pelo Brasil,  Busquei informações sobre esse tal "Ursinho Gummy" e vi que ele ja é bem velhinho, mas afinal o que é Gummy Bear? 

 Ursinho Gummy é uma cançâo criada na Hungria e acabou por ser editada em vários idiomas.Gummy tem várias versões da música Eu sou o Ursinho Gummy (Do original, I am your Gummy Bear). 

As versões são nas seguintes línguas: Húngaro (versão original), Português (Portugal e Brasil),Alemão,Checo,Eslovaco,Espanhol,Estoniano,Francês,Hebraico,Russo,Spanglish e Sueco

As canções foram apresentadas pela primeira vez na Internet, através doYoutube e do Yahoo e rapidamente chegou às top das listas de vendas em vários países, tornando-se um sucesso entre os mais jovens. O CD foi posto à venda nas lojas Estadunidenses em 13 de Novembro de 2006. 

Confira a tão badalada canção:



PATRULHA DO ESPAÇO

Desta vez o destaque musical e sugestão pra ter em sua discoteca é a banda de rock "Patrulha do Espaço", Nessa postagem evidencio o álbum branco de 1982.

Um pouco mais sobre o álbum:

  A formação que gravou esse disco contava com Eduardo Chermont nas guitarras e vocais, Sérgio Santana no baixo e vocal e o eterno Rolando Castello Júnior na bateria. Esse trio fazia um som voltado ao hard rock, com umas levadas progressivas e alguns sintetizadores. 

Um disco tão bom como esse não pode ficar desconhecido, com a tamanha qualidade de som, a gravação e a precisão dos músicos, que é algo inesperado pra quem não conhece ainda o som de épocas passadas no Brasil. 

O disco foi lançado em 1982 pela Baratos Afins e contém oito faixas espetaculares, como Columbia, a clássica Festa do Rock, Mar Metálico , Cão Vadio e sua levada cadenciada e com viradas furiosas.

PATRULHA DO ESPAÇO -- Album Branco (1982).

Ouça esse belíssimo som:


    




1. Columbia
2. Bomba
3. Jeito Agressivo
4. Festa do Rock
5. Mar Metálico
6. Cão Vadio
7. Transcedental
8. Meus 26 Anos



Menino de 12 anos supera deficiência e se destaca em orquestra no Recife


Por Luna MarkmanDo G1 PE

Ednaldo José nasceu com 2 dedos na mão esquerda, mas lutou por vaga.
Assim como ele, Edmilson, Lauária e Luhan também superaram dificuldades.


Ednaldo não ligou para deficiência na mão e conquistou vaga na Orquestra (Foto: Luna Markman/G1)  Ednaldo José, 12 anos, soube que a Orquestra Criança Cidadã, no Recife, estava selecionando novos alunos no último mês de abril. “Não custa nada tentar”, pensou. Pediu à avó para inscrevê-lo. Queria ser percussionista. No dia do teste, não estava tão confiante assim.

Cruzava os braços, colocava uma mão no bolso. O professor percebeu o que incomodava o menino e, ao fim dos tímidos batuques, surpreendeu-se. O garoto tem apenas dois dedinhos na mão esquerda, mas encontrou um jeito de segurar a baqueta e tirou a nota máxima entre os concorrentes.

Começou assim a história de Ednaldo no projeto social, antes batizado de Orquestra Cidadã Meninos do Coque, que completou, na quinta-feira (4), seis anos. Realizado no Quartel do Cabanga, atende cerca 130 jovens, com idades entre quatro e 19 anos, moradores de um dos bairros mais violentos e de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Grande Recife, a comunidade do Coque.

Além de aula de música, os alunos recebem apoio pedagógico, alimentação e atendimento médico. Um presente diário para crianças como Ednaldo, que chegou a duvidar da sua capacidade de entrar na Orquestra.
O menino explica que já nasceu com a deficiência na mão. “Mas nunca sofri preconceito não, nem deixei de fazer as coisas que gosto, mas achei que talvez não me aceitassem na Orquestra”, comentou. Depois de dois meses de teste, Ednaldo está empolgado com a bateria, que já estuda há quatro meses.
O professor Enoque Souza lembra como foi o teste. “No começou, ele ficou tentando esconder a mão, mas quis dar uma chance. O menino, ao invés de pegar na baqueta do jeito mais comum, com o polegar e o indicador como uma pinça, ele fez, sem saber, a técnica mais tradicional, que não precisa de todos os dedos para dar mais controle à mão. Hoje, está tocando muito bem, compensa a deficiência com muita dedicação”, disse.

Edmilson tenta superar dificuldades com a música (Foto: Luna Markman/G1)
Edmilson, 14 anos, tenta superar dificuldades ocupando o

tempo com a música (Foto: Luna Markman/G1)
Notas de felicidade

Ednaldo encontrou na Orquestra uma autoestima a mais para a vida. Edmilson Barros, de 14 anos, ainda foi mais além. É no projeto que acha a felicidade tantas vezes roubada.

O pai foi assassinado há três meses. A mãe está viciada em drogas. Tem dificuldade em memorizar informações, problema herdado do parto complicado. Ao invés das partituras, procura reproduzir os sons.

Foi selecionando em 2010, mas saiu no ano seguinte. No começo deste ano, voltou ao Quartel do Cabanga. Agora, toca percussão. Vai bem na escola, está no quinto ano. É preciso tirar boas notas para continuar na Orquestra.

É de poucas palavras e riso muito contido. Gosta de tocar maracatu. E o futuro? “Quero ser jogador de futebol”, fala e, aí sim, abre um sorriso. Não sabe se vai receber presente este ano, acha que já está velho. “Mas eu queria ganhar um [videogame] PlayStation.”

Inspiração múltipla

Luhan Lucena tinha cinco anos e estava brincando na rua quando viu dois meninos passando com violoncelo e violino. Ficou curioso e descobriu sobre a Orquestra Cidadã. Fez o teste e passou. Hoje, aos nove anos, é o mais novo violonista da banda.

Irmãos na Orquestra (Foto: Luna Markman/G1)
Irmãos Lauária e Luhan tocam juntos na Orquestra Cidadã




Se interessa por quase todos os outros instrumentos, da flauta doce ao violão. "Se eu não estivesse aqui, estudante, estaria na rua, com uns amigos que gostam de influenciar os outros. Ficam brigando e falando palavrão. Agora, penso muito em viajar, conhecer outros lugares", comentou.

Luhan gosta das obras de Mozart e Vivaldi, mas curte mesmo o som gospel. Frequenta a Igreja Batista com a irmã, Lauária, 13 anos. Ela também está na Orquestra, tocando piano. Foi para o projeto indicada pelo Conservatório Pernambucano de Música, onde é bolsista.

Ambos estudam e garantem que estão com notas boas. "O bom da música é que ela nos dá disciplina e trabalha o cérebro", disse Lauária, que queria ganhar no Dia das Crianças um piano. "Pode ser de caixa, simples mesmo", falou. "Também desejo que outras crianças encontrem um caminho bom como nosso e sejam pessoas honestas", complementou.

O projeto da Orquestra Criança Cidadã foi idealizado pelo juiz João José Rocha Targino e iniciou suas atividades em 2006, sob a coordenação musical do maestro Cussy de Almeida, falecido em 2010. Atualmente, quem assume a função é o maestro Lanfranco Marcelletti Jr.


Gustavo Paco rege a Orquestra Criança Cidadã no concerto de aniversário de seis anos, na Igreja da Madre de Deus (Foto: Milton Raulino/ Orquestra Cidadã)Gustavo Paco rege a Orquestra Criança Cidadã no concerto de aniversário de seis anos, na Igreja da Madre de Deus (Foto: Milton Raulino/ Orquestra Cidadã)
Disponivel em :http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2012/10/menino-de-12-anos-supera-deficiencia-e-se-destaca-em-orquestra-no-recife.html

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Liberdade Espacial - Casa das Máquinas


Sinta a liberdade espacial
Vinda de uma lua astral
Força espiritual
Faça o que sentir
Não deixe o tempo fugir
Da sua mente toca oriental
Nada que for verdade sua
Procure desfazer-se pra sempre
E que os mares do sul
Lamente, tente ou brindar ou amar
Não se apegue a formas materiais
Não se perca na fumaça, nunca o que é de massa
Vá vivendo nesse curto tempo
Como o passo de um vento
Rumo a lua astral
Faça o que você sentir
Porque nossa missão é viver
Não entre numa em só desistir, deixar de ser apenas você.



...



OUÇA ESSA BELA REFLEXÃO:

O amador é que faz o teatro


Paulo Sacaldassy






por Paulo Sacaldassy   

Por mais que procurem não dar importância e, às vezes, até menosprezar o teatro feito de forma amadora, é preciso deixar claro que se comete a maior das injustiças, pois é justamente entre os amadores, que a arte de fazer de Teatro, respira e se revigora dia-a-dia. É no Teatro amador que a arte se preserva e onde se é capaz de ver brotar novos atores de verdade.

Porque é no teatro amador que se vive de fato, toda a dificuldade que se tem para colocar um espetáculo em cartaz, a necessidade de se custear a produção, de viabilizar a montagem, muitas vezes com recursos ínfimos e escassos e compartilhados pelos integrantes do grupo. E é no teatro amador que se aprende a abdicar da própria vida em favor da arte.

Não podemos renegar, diminuir, ou até mesmo desdenhar de quem faz teatro de uma forma amadora devemos sim, louvá-los, pois, todos eles, são desprendidos de quaisquer outros valores, e, levam muito mais em conta a coisa artística do que o lado financeiro, e, em nome do teatro, preocupam-se apenas em mostrar a grandeza na arte de interpretar, esperando apenas alguns sinceros aplausos.

Muito me entristece quando desqualificam e diminuem os esforços destes “dom quixotes” do teatro, pois não leva-se em conta, nem mesmo a boa intenção de mostrar a arte do Teatro. É claro que muitos tem defeitos e mostram deficiência nas suas apresentações, mas, precisamos aprender a enxergar em cada uma dessas apresentações, a semente do teatro germinado, que, por certo, mante-rará viva a cultura teatral.

Seja na escola, na igreja, na associação de classe, a iniciativa de levar a arte do teatro para as pessoas, deve ser respeitada, pois, mesmo que não haja a mesma qualidade que se espera e que se encontra em produções de quem vive da arte do Teatro, a intenção de preservar a magia que a arte de interpretar desperta nas pessoas, precisa ser levada em conta.

Somente com a preservação do Teatro amador, onde se planta a semente do fazer teatral, que o Teatro sobreviverá. Quem achar que a má qualidade de quem produz teatro de forma amadora pode contribuir para a desvalorização da arte, pode estar comentando um grande equívoco, pois, que atire a primeira pedra, aquele que hoje é um artista famoso, que no início de sua carreira, não fez parte de um grupo amador.

O Teatro amador precisa ser respeitado e incentivado, ao invés de ser desqualificado e desprestigiado. Quem sabe, a contribuição dos que hoje já são unanimidades do meio teatral, não venha fortalecer e fazer com que o Teatro Amador continue sendo o grande celeiro de novos talentos do teatro nacional?



Disponível em:


OPINIÃO:


...
Concordo com a preservação do teatro amador. Porém, isso não significa que sempre o que venha a ser amador seja algo "ruim" ou de baixa qualidade. Isso, na verdade se configura num tremendo pretexto pra assumir a incompetência de sempre errar,errar e errar, como se houvesse uma desculpa do tipo "ah é amador, então o que sair da certo".
Na boa, o fazer teatral exige pesquisa, qualidade e primeiramente respeito, não é porque sou do teatro amador que vou fazer de qualquer forma.
Devemos sim respeitar os artistas amadores, pois eles vieram antes da academia (numa perspectiva no viés da sistematização), porém,não custa nada estudar um pouco mais em prol de um aprimoramento no fazer teatral e artístico de forma geral.


(Grifos meus)

sábado, 29 de setembro de 2012

Vote Neu # 3

Nada como um pouco de humor pra apimentar  a campanha eleitoral.

No 3º Programa da série "Vote Neu" : O deputado Dominácio Oligárquico vem mostrar seu apoio aos mais "criativos" candidatos de sua coligação. Com evidencia para um bonequinho de estimação (Patolino) e uma referencia aos candidatos alegóricos de nosso quadro politico atual.


Confira:

Eu Criança (Lid Galvão)



Depois dos últimos dias de cinza,
Minha cor torna-se negra.
Assim como veste-se a morte,
Que ao meu lado senta desolada.

Acho que não preciso dizer,
Imagino que enxergou-me ao longe.
Eu criança – e a sombra do tédio.

Sua imagem não me angustia,
Pois não mais o vento bate as folhas.
O som agora é de meus pés riscando o chão.

Não há flores murchas, não há flores!
Apenas a tormenta de meus batimentos,
Apenas meu sangue escorrendo invisível.