sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Teatro cego tem atores com deficiência visual no palco e platéia no escuro

Inspirado em um projeto da Argentina, o espetáculo conta com cinco atores, três deles cegos, que circulam pelos corredores do teatro, interagindo com o público e provocando diversas sensações na plateia.

sábado, 3 de novembro de 2012

O Facebook e o modismo "Guarani-Kaiowá".

Por Fábio Fernandes 

  Ô Gurú, Qual o modismo da vez?

- Colocar o nome "Guarani-Kaiowá" no perfil do Facebook.



 Ah, na boa, entendo que a intenção do termo "Guarai-Kaiowá" no perfil do facebook é uma homenagem que se presta a nossos irmãos indígenas que estão sofrendo... e bla bla bla. Tudo bem que esse gesto solidário é importante, mas temos que entender que uma hora isso passa a ser modismo, e quando chega-se nesse estágio a gente percebe que ja não é somente um gesto de humanidade e afins.

É nesse momento que algumas pessoas se apropriam da ocasião para se autoafirmarem, muitas vezes não estão nem ai para a questão politica que oprime os nossos indígenas, mas o que importa no momento é estar por dentro da "vibe" - é chique dizer que é solidário.

Muitas dessas pessoas são as que votam em políticos opressores e se apropriam dessas redes sociais para passar a imagem de pessoa do bem. Não coloquei "Guarai-Kaiowá" no  perfil do facebook, isso quer dizer que sou uma pessoa do mal ou menos solidária? acredito que o verdadeiro mestre não precisa dizer que é mestre, ele simplesmente é.

Embora esse modismo seja algo que não me vejo compactuar, percebo claramente que o movimento surtiu efeito, pois consequentemente a "vibe" se torna uma febre. O intuito desse texto não é de forma alguma desvalorizar o ato solidário, mas questionar até onde estamos sendo realmente solidários ou seguindo uma tendencia do momento. Movimento parecido ocorreu um ano atrás, quando a "vibe" era colocar como foto de perfil a imagem de um ícone que marcou nossa infância, esta atitude a principio seria para homenagear as crianças que passam fome no mundo, porém me pergunto se isso matou a fome desses pequenos?

Do jeito que a carruagem está indo, creio que daqui há alguns dias o modismo da vez será : contar o percurso que faz a cada momento do dia. Enfim, Ja que nesse Facebook virou moda estar mostrando unhas com esmalte,batons,vestidos, se batizando de "Guarani-Kaiowá" e estar constantemente dizendo tudo que vai fazer...estou pensando seriamente em mostrar o penteado pêniano do dia.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Grinaldas no dia de finados = Ovos de chocolate na páscoa.

Por: Fábio Fernandes

Hoje no calendário do país se configura dia de finados, aquele  que consiste numa homenagem simbólica a nossos queridos companheiros que (jás) se foram pra outra dimensão, pro céu, pro inferno, purgatório ou outro lugar que somente a fé de alguém é capaz de crer. 
Na minha limitada visão, vejo esse dia como pretexto para mais um feriado no país, sem dúvida algo que é de referencia e origem cristã. Sem falar que o mercado também intervem nesse dia dos mortos, uma vez que grinaldas são vendidas a esmo e em grande proporção. Vejo essas auréolas de flores similares à ovos de chocolate na páscoa e máscaras e farinha de mingau em período de carnaval. 
Ainda no meu singelo raciocínio  não vejo esse dia de finados como alguma prova de amor ao companheiro-irmão que morreu, consigo também ver que é de inteira importância valorizar as pessoas enquanto estão do nosso lado, seja ela parentes próximos ou não, seja ela rica ou pobre e assim por diante.
 Posso, no entanto, estar parecendo ser o "Do contra" da história, pois creio que quando não seguimos os padrões sócio-religiosos em nosso país (laico) somos tidos como rebeldes, descompromissados, fúteis, alem de não sermos nada éticos e transparecermos imorais perante a sociedade (burguesa) conservadora, pois bem se é pra ser assim; que seja. 
Na boa caros amigos, deixemos de acreditar que o dia de finados vai fazer a memória do defunto mais viva - isso é até louvável.  Espero que ao invés de visitarmos cemitérios por modismo cristão, venhamos realmente a nos importar com as pessoas ainda em vida.

Não é porque boicoto o dia de finados que não homenageio (com arte) quem acredita nessa simbologia e atribui importância considerável a esse acontecimento. LID GALVÃO expressa em sua poesia algo semelhante a esse momento de separação da vida para a morte.




Velório



...Choravam cúpulas de vidro,
Debruçadas, por vezes,
Em meio a olhares compreensivos.
E por vezes, deixavam escapar uma só lágrima
Que jurei já ter se esgotado antes.
Olhei velas e um corpo imóvel,
Enquanto alguém falara suas últimas palavras.
O que arrancara mais comoção,
Ainda mais que o possível.
Não pensei na morte como aquele alívio,
E sim, como a verdadeira solidão.
Lembrei-me de abraçar um ser sem combate,
E nada dizer, a não ser...
Dando um pouco de calor de minhas mãos,
As suas palmas frias e covardes.
Imaginei a mim mesma,
Deitada em sono profundo;
Sem cor e com algo como um véu
Impedindo que moscas me sentissem antes do tempo.
Confesso, perturbei a mim mesma.
Não desejo ir!
Não espero que deixe-me ir...
Tão incompreendida... E tão só!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Jorge (BEM) Amado



O ano de 2012 assinala o centenário de dois dos mais consagrados escritores da literatura brasileira: Jorge Amado e Nelson Rodrigues. Em tempo, acrescentaria ainda Álvaro Lins, hoje infelizmente quase esquecido. Este, contudo, era um crítico literário e a tradição letrada nunca concede a essa categoria, a crítica, o valor atribuído ao criador literário no sentido estrito do termo (explicitando: o romancista, o poeta e o contista). O fato, de resto, deveria importar para que a cultura acadêmica tivesse a humildade de admitir a subordinação da crítica e da teoria à criação literária compreendida no sentido estrito que acabo de especificar. O assunto é de enorme relevância, mas não posso infelizmente considerá-lo sem enredar-me em digressões impertinentes. 


Num país cujo público letrado é tão ralo, Jorge Amado e Nelson Rodrigues distinguem-se antes de tudo pelo extraordinário sucesso editorial, notadamente o primeiro. Jorge Amado alcançou o raro privilégio de viver de literatura bem antes do advento da televisão e da expansão da universidade brasileira. Enquanto a primeira contraiu ou desviou o público potencial da literatura, a segunda pouco concorreu para ampliá-lo. Com isso ou contra isso, Jorge Amado foi o mais afortunado dentre os representantes de uma corrente ficcional que conciliou de forma inusitada na nossa tradição literária a qualidade estética e o sucesso editorial. O leitor sabe que me refiro à corrente do romance social nordestino, cuja irrupção, no início dos anos de 1930, afetou a orientação da literatura experimental da década precedente e pouco mais tarde deslocou para segundo plano o romance de cunho psicológico e metafísico de Cornélio Pena, Octavio de Faria, Lúcio Cardoso e alguns outros. A cristalização e ápice desta última corrente é constituída pela obra de Clarice Lispector. 



Já que o mercado é a única ideologia que nos sobra no presente, não é à toa que inicio este artigo ressaltando o singular sucesso editorial de Jorge Amado. É certo que, a julgar pelas estatísticas correntes, Paulo Coelho o superou como expressão desconcertante da literatura globalizada. Ainda assim, Jorge Amado detém trunfos estranhos ao sucesso colossal do rival. Além da amplitude da sua obra, acumulada dentro de um ritmo de progressão regular que se estendeu do início dos anos 1930 a 1994, data de publicação do seu último romance, teve grande parte da sua obra adaptada para o cinema, a televisão, o teatro e o rádio. Não bastasse tanto, Jorge Amado foi dos raros escritores brasileiros inventores de uma mitologia nacional. Ele traduziu em termos estritamente ficcionais o Brasil mítico inventado por Gilberto Freyre no âmbito das ciências sociais. O Brasil da sua ficção, sobretudo a Bahia, é uma reinvenção sua de tal modo impregnada no imaginário nacional que com ele, assim como com Gilberto Freyre e alguns poucos, aprendemos a ver e sentir o país real transfigurado por sua imaginação lírica, romântica, porejante de sensualidade e idealização imantada não no que somos, mas no que desejamos, não na tradição realista que ele sempre subverteu, mas numa forma de idealização romântica que nos representa como certamente gostaríamos de ser. 



Diante do que acima esbocei, é previsível que a magnitude da data, o centenário de Jorge Amado, pouco encoraje apreciações pautadas pela isenção crítica, pela avaliação indiferente ao espírito de celebração. Lembrando ainda os soberanos interesses do mercado, a pressão é grande e espontânea o suficiente para que fiquemos apenas no batuque do samba exaltação, virtude de resto distintamente brasileira. Friso, portanto, que este artigo desdobra-se deliberadamente na contracorrente dessas manifestações previsíveis. Antes, porém, ressalto que Jorge Amado, como aliás qualquer autor de obra e biografia complexas, pode ser abordado em consonância com inúmeras perspectivas e escalas de valor. O que cabe ao crítico é explicitar seu ângulo de apreciação argumentando de forma coerente com o que se propõe a explorar. Antes de explicitar o meu, cuido de reconhecer alguns méritos inegáveis do autor e da obra. 



Um dos grandes méritos de Jorge Amado, extensivo aos melhores representantes do romance nordestino dos anos 1930, foi conferir expressão palatável para o público leitor mais amplo conquistas estéticas propostas e limitadamente experimentadas pela linha de ponta do modernismo difundido no curso da década anterior. Refiro-me mais precisamente à incorporação do povo na literatura, à introdução bem sucedida da linguagem coloquial no discurso literário, à representação ficcional da cultura do povo. Estes são postulados pelo modernismo a partir de sua guinada nacionalista, isto é, a partir de 1924. Mas essa tradução de postulados estéticos e ideológicos do modernismo em clave regionalista não se fez sem alguns problemas que foram bastante discutidos pela crítica. Mário de Andrade, por exemplo, enfrenta essa questão no texto da sua célebre conferência de 1942 quando, a pretexto de celebrar os 20 anos do modernismo, procede a um balanço do movimento em tom isento de complacência mesclando crítica objetiva e apreciação impiedosa do papel que individualmente desempenhou no processo cultural. 



Considerando o lugar central ocupado na literatura brasileira pela corrente do romance nordestino, Mário de Andrade louva as conquistas compreendidas pelos postulados que acima indiquei. Não o faz, entretanto, sem na outra dobra criticar nesses romancistas (à parte Graciliano Ramos, ressalva minha) o excesso de inspiração e improviso. Noutras palavras, a ausência de rigor construtivo que sempre exigiu do artista. O fato de empenhar-se em produzir uma obra comprometida com ideais humanistas e politicamente progressistas, apreensíveis na sincera identificação com o povo iletrado e oprimido, não isenta o artista do domínio da técnica e da linguagem artística, dos meios culturais necessários à criação literária. 
Ora, sabemos que essa crítica afeta diretamente a obra de Jorge Amado, pois nele sempre prevaleceu, de par com seu notável talento para a fabulação e a transfiguração lírica da realidade, o desleixo relativo ao estilo e à linguagem. Por isso, mesmo a crítica mais favorável e simpática à sua obra (destacaria aqui Álvaro Lins, Antonio Candido, Alfredo Bosi e Luiz Costa Lima) critica sua imaginação sensualista e primitiva, sua representação sentimental e idealizada do povo expressa na solução mágica dos conflitos e na caracterização psicológica das suas personagens demasiado esquemática. Parece-me de fato muito pobre a caracterização psicológica das suas personagens. À diferença de um Graciliano Ramos, que articula com maestria ação e caracterização subjetiva, ambiente e personagem, quando não um termo através do outro, Jorge Amado tende sempre para a caricatura quando formaliza literariamente antes tipos sociais (como o personagem de extração popular investido de virtudes idealizadas ou o pequeno-burguês, contra quem investe seu espírito satírico) do que representações realistas convincentes. 



Aparentemente, o romancista nunca deu muita importância a essas restrições. Pelo menos é o que se deduz de uma frase conhecida com que à vontade se definiu: “Sou apenas um baiano romântico e sensual”. Alfredo Bosi não deixa por menos e assim comenta a frase: “Definição justa, pois resume o caráter de um romancista voltado para os marginais, os pescadores e os marinheiros de sua terra que lhe interessam enquanto exemplos de atitudes ´vitais`: românticas e sensuais...” (Ver História concisa da literatura brasileira, 34ª edição, pp. 405-6). Bosi vai adiante frisando que essa poética espontânea passou ao largo do realismo crítico contentando-se em fornecer ao leitor “...pieguice e volúpia, em vez de paixão, estereótipos em vez de trato orgânico dos conflitos sociais, pitoresco em vez de captação estética do meio, tipos ´folclóricos` em vez de pessoas, descuido formal a pretexto de oralidade... Além do uso às vezes imotivado do calão: o que é, na cabeça do intelectual burguês, a imagem do eros do povo. O populismo literário deu uma mistura de equívocos, e o maior deles será por certo o de passar por arte revolucionária. No caso de Jorge Amado, porém, bastou a passagem do tempo para desfazer o engano” (Id., p. 406). 



Cito e, além de citar, subscrevo o juízo crítico. Mais longe ainda que Bosi foi Walnice Nogueira Galvão, outra grande representante da crítica acadêmica. É dela a crítica mais devastadora que conheço sobre a obra de Jorge Amado. No auge da ditadura militar brasileira e do sucesso editorial do ficcionista baiano, 1973, ela escreveu um ensaio crítico a propósito do lançamento de Tereza Batista Cansada de Guerra (Ver “Amado: respeitoso, respeitável”, in Saco de Gatos). 
Walnice abre seu ensaio esboçando uma equação complexa, mas essencial à análise da relação entre o escritor, o Estado e o mercado na tradição literária brasileira. Depois de louvar a coragem cívica com que Jorge Amado e Érico Veríssimo ousavam pronunciar-se contra a censura dentro dos limites de expressão impostos pela ditadura, contrapõe estes romancistas, significativamente independentes do Estado, já que dependentes do gosto público na esfera do mercado de livros, aos intelectuais dependentes do Estado, isto é, aqueles que são empregados públicos por não lograrem viver profissionalmente do exercício da literatura. Esboçadas essas linhas (remeto o leitor interessado ao ensaio de Silviano Santiago que replica e desdobra as consequências do teorema de Walnice, como escreve ele, no livroVale quanto pesa), Walnice explora em termos críticos a relação entre a dependência do mercado e a qualidade da obra examinando em tom devastador o romance Tereza Batista Cansada de Guerra.



Analisando aspectos fundamentais do romance com corte preciso e polêmico, a ensaísta demonstra nesta obra particular as insuficiências formais e ideológicas da obra de Jorge Amado. Argumentando contra o caráter populista da sua ficção, sempre marcada pela idealização dos oprimidos, que são antes de tudo figuras da marginalidade baiana, ou do lumpemproletariado, fato que parece no mínimo irônico num escritor que foi militante comunista durante grande parte de sua vida, Walnice contrasta Tereza Batista com Moll Flanders, protagonista do romance homônimo de Daniel Defoe. O paralelo resulta constrangedor para nosso fabulista baiano. Bastaria lembrar que Tereza Batista é uma prostituta dotada de grande consciência política, portadora das melhores virtudes populares. Isso se aplica a ela quanto a todos os heróis marginais de Jorge Amado, o que contradiz liminarmente o conceito de lumpemproletariado. 



Citando a própria Walnice, “Já Tereza não resvala, única personagem sempre virtuosa do romance. Se puxamos à memória os pobres de Brecht e de Buñuel, pensamos que Jorge Amado está brincando uma brincadeira sem graça; tudo se passa em seu romance como se a ética da miséria fosse outra e pobre virtuoso não morresse de fome; a idealização da miséria nada fica a dever a Gilberto Freyre. A tessitura ficcional interrompe-se a todo instante para dar ocasião a enunciados abstratos e polêmicos sobre a miséria; concretizada em Tereza, jamais aparece. Ela é, de fato, um ser moral, como alguma duquesa riquíssima de Balzac; no quadro frio e cruel das altas esferas francesas do século XIX, onde todos se entredevoram, de vez em quando há uma personagem assim. E Balzac aponta a condição, necessária mas não suficiente, pois só como exceção se dá, em que pode surgir um ser moral: em cima de um monte de dinheiro” (op. cit., p. 16). 
Além dessa idealização da miséria, Walnice também ressalta um dispositivo formal, o discurso indireto livre, empregado por Jorge Amado para resolver em termos ambíguos, que variam da representação realista à mítica ou mágica, conflitos sociais evidenciadores da sua ideologia populista. Trocando novamente em miúdos: a heroína do povo é sempre virtuosa e vencedora, as divindades africanas sempre intervêm em defesa dos heróis populares. A isso se soma o discurso saturado de baixo calão, quando não da pura e simples pornografia e da perversão sexual. Walnice alinha exemplos convincentes da sua crítica relativa a esses aspectos do romance, também presentes noutras obras de Jorge Amado. 



Seria simplista, como alguns supõem, considerar a crítica acima como evidência da polaridade entre rejeição da crítica acadêmica da obra de Jorge Amado versus aceitação unânime do público. Há sem dúvida alguns críticos acadêmicos que reconhecem no romancista baiano um dos mais importantes da literatura brasileira. Por outro lado, seria um engano traduzir seu extraordinário sucesso de público como evidência de unanimidade. O que me parece todavia previsível é o clima de irrestrita celebração assinalando a passagem do centenário desse extraordinário inventor de um Brasil mitológico. E o fato é que a mitologia é avidamente consumida e amada não apenas pelos brasileiros carentes de uma representação mítica e romântica da nossa cultura cujos traços predominantes são a sensualidade, o excesso desatado de culpa e governo, a idealização das nossas misérias seculares e o sincretismo mágico mesclando em tom confraternizador o arcaico e o moderno, os grupos e classes que não são o que são, mas por certo são o que o típico leitor amadiano (brasileiro ou estrangeiro ávido de exotismo cultural) gostaria que fossem. 


Disponivel em:

Arte potiguar - Deybson Werick (música)



Embora não seja mais um grande apreciador de música gospel, quero dedicar esse espaço pra evidenciar um grande artista que atua no referido campo musical com bastante propriedade e seriedade. Apresento, desde já, o cantor gospel  Deybson Werick. 
Deybson é assuense, artista dinâmico que atua nas vertentes musicais e teatrais a partir das vivencias contextuais. Este portanto,promete muito nessa área em especial : na (boa) musica gospel.

Confira um pouco de Deybson Werick:

Deybson Werick e Banda na Audição do Festival Gospel Music Café






Confira um pouco mais de Deybson Werick:

http://deybsonwerickebanda.blogspot.com.br/

http://www.myspace.com/deybsonwerick

http://palcomp3.com/min-deybsonwerick/

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

No dia em que cantei Belchior


Este vídeo foi uma tentativa frustrada minha em cantar uma música do nosso eterno poeta da MPB: Belchior.