terça-feira, 29 de novembro de 2011
Workshop: "Viola Potiguar"
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Arteando # 2 Horus
Arte potiguar (Arcesio Andrade)
sábado, 19 de novembro de 2011
Arte Potiguar (Crystal)
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Quarenta graus acima de dadá
É no manifesto 40° acima de dadá que Pierre Restany declara as principais intenções do Novo Realismo. Escrito para a primeira exposição coletiva do grupo, realizada em maio de 1961, o texto define: “assim é o Novo Realismo, uma forma preferivelmente direta de recolocar os pés na terra, mas quarenta graus acima do zero dadá, e no nível preciso em que o homem, se consegue se reintegrar no real, o identifica com sua própria transcendência que é emoção, sentimento e finalmente poesia, ainda”.
“Recolocar os pés na terra”, “se reintegrar ao real”. Para Restany, a grande questão da arte dos anos 1960 foi a revitalização do realismo. Nesse sentido, a Pop Art foi notória, mas os nomes a se destacar, além do grupo francês, são os de Jasper Johns e, principalmente, Robert Rauschenberg. Foram artistas que, ainda nos anos 1950, começaram a questionar a onipresença da arte abstrata e trazer elementos do cotidiano para as telas. Uma outra possibilidade para além da arte abstrata que deixou Restany bastante interessado. “A obra de arte perde seus controles e só se torna submetida à urgência expressiva do criador, torna-se um ato cada vez mais gratuito, ameaçado pelo automatismo e que perde a significação para outrem”. Na virada dos anos 1960, Restany observava o desgaste natural do Expressionismo Abstrato e seus afluentes.
Mas é o Surrealismo que recebe as palavras mais ásperas de Restany. Ele deixa claro, André Breton falhou ao tentar anexar o dadá a seu manifesto. “Aquém do câncer doutrinal surrealista e além de todos os ‘ismos’ sucessivos, falsamente revolucionários, da história da arte, dadá surgia na sua pureza original, como a verdadeira revolução, a grande ruptura com a continuidade da tradição, da lógica humanista”. Protesto compartilhado pelo dadaísta histórico Hans Richter, que em seu livro sobre o dadá deixa evidente as ressalvas à apropriação de Breton. Restany é mais incisivo: “o surrealismo foi a flor do mal que brotou desse estrumeiro”. Isso explica tamanha vibração com o aquecimento das idéias originais dadaístas.
E o que Restany considerava por quarenta graus acima de dadá? Para o crítico francês, o ready-made de Marcel Duchamp foi a principal contribuição dadaísta para o percurso da arte no século XX. E as obras dos Novos Realistas conseguiam dar uma finalidade aos objetos de Duchamp, recontextualizar aquele gesto de ruptura.
Restany festejava, Marcel Duchamp condenava. O artista não aprovou a apropriação de seus objetos, pelo contrário. “Quando descobri os ready-mades, minha idéia era a de desencorajar a estética. Eles pegaram meus ready-mades e descobriram a estética neles. Atirei-lhes à cara o porta-garrafas e o mictório, e eles agora o admiram por sua beleza estética”. É importante observar o contexto, Duchamp foi figura seminal, mas a estética eternamente desencorajada perde qualquer relevância. Na década de 1910, em meio a tantos uivos da arte moderna, a sua ruptura era fundamental. Nos anos 1950, a redescoberta da estética se torna importante, definindo boa parte dos caminhos da arte contemporânea.
O que assuta em Duchamp é a proximidade. Infelizmente ainda é cultura dominante que a arte precisa manter um abismo entre obra e espectador. Talvez a grande questão dos Novos Realistas, tanto os franceses quanto os norte-americanos, foi a retomada da distância na arte realizada a partir do cotidiano. Mas era uma distância que exigia atividade do espectador.
Duchamp foi um cara que em certo momento fez questão de buscar elementos que provocassem, nas suas próprias palavras, umaindiferença visual. Os Novos Realistas partiram de Duchamp para tentar unir o olho e a cabeça. São conversas: não precisam estar abraçadas para instigar.
domingo, 6 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Duas De Minhas Palavras ( Lidiane Blanch3tT)
Seria eu um ser egoísta
Quando anseio a su’aura pra mim?
Pra minh’alma não branda?
Um dia a vi de relances,
Sua linda pele...
E como quis interromper o tempo,
O sopro daquele vento arquiteto
E prender-te a justiça.
Mas seria eu injusta quando assim bem agisse?
Pois estava inconsolável seu riso
E expressivas as suas mãos.
Havia algo de inocente,
Além da inocência em seu arrumar de cabelo.
Talvez fosse minha contemplação,
Quem sabe,
Os murmurinhos de artérias eufóricas.
A tanto perturbei a alvorada,
Resmungou a sombra de uma doce árvore enciumada
Que também deixara apaixonar-se.
Contudo, tornei-me compreensível...
És do céu a esplendida inspiração.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Pessoas felizes reduzem risco de morte em até 35%
terça-feira, 1 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Masaccio
Masaccio (21 dez 1401 - Outono 1428), nascido Tommaso di Ser Giovanni di Simone , foi o primeiro grande pintor do Quattrocentoperíodo do Renascimento italiano . De acordo com Vasari , Masaccio foi o melhor pintor de sua geração por causa de sua habilidade em recriar figuras realistas e movimentos, bem como uma sensação convincente de tridimensionalidade.
O nome de Masaccio é uma versão humorística da Maso (abreviação de Tommaso), que significa "desajeitado" ou "messy" Tom. O nome pode ter sido criada para distingui-lo de seu principal colaborador, também chamado de Maso, que veio a ser conhecido como Masolino("Tom pequena / delicada").
Apesar de sua breve carreira, ele teve uma profunda influência sobre outros artistas. Ele foi um dos primeiros a usar perspectiva linear na pintura, empregando técnicas como ponto de fuga na arte pela primeira vez. Ele também afastou-se do gótico internacional estilo e ornamentação elaborada de artistas como Gentile da Fabriano para um modo mais naturalista que empregava perspectiva e chiaroscuropara maior realismo .
Os primeiros trabalhos atribuídos a Masaccio são os San Giovenale Tríptico (1422) ea Virgem eo Menino com Santa Ana (Sant'Anna Metterza) (c. 1424) na Uffizi .
O retábulo San Giovenale só foi descoberto em 1961 na igreja de San Giovenale em Cascia di Reggello, que é muito próximo à cidade natal de Masaccio. Ela representa a Virgem eo Menino com anjos no painel central, Santos.Bartolomeu e Blaise no painel esquerdo, e Santos. Juvenal (ie San Giovenale) e Anthony Abbot no painel direito. A pintura perdeu muito de seu enquadramento original, e sua superfície é muito abrasiva. No entanto, a preocupação Masaccio para sugerir a tridimensionalidade através de figuras volumétricas e formas abreviado (um renascimento da abordagem de Giotto, em vez de uma continuação de tendências contemporâneas) já está aparente.
O segundo trabalho foi talvez a primeira colaboração de Masaccio com o artista mais velho e já conhecido, Masolino da Panicale (1383/4-c. 1436).As circunstâncias da colaboração de 2 artistas não são claras, já que Masolino era consideravelmente mais velho, parece provável que ele trouxe Masaccio sob sua asa, mas a divisão das mãos na Virgem e Menino com Santa Ana é tão marcante - Masolino Acredita-se que pintada a figura de Santa Ana e os anjos que seguram o pano de honra atrás dela, enquanto Masaccio pintou a Virgem eo Menino mais importante em seu trono -. que é difícil ver o artista mais velho como a figura de controle na esta comissão Masolino de figuras são delicadas, graciosas e um pouco plana, enquanto Masaccio são sólidos e robustos.
Masaccio influenciou profundamente a arte da pintura na Renascença . De acordo com Vasari, todos os pintores florentinos estudaram seus afrescos extensivamente, a fim de "aprender os preceitos e regras para a pintura bem". Ele transformou a direção da pintura italiana, movendo-o longe as idealizações da arte gótica, e, pela primeira vez, apresentando-a como parte de um mundo mais profundo, natural e humanista.
Algumas Obras
FONTE