domingo, 14 de julho de 2013

POMPEIA: A VIDA SEXUAL NA ANTIGUIDADE

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Encoberta pelas cinzas vulcânicas do Vesúvio, a excitante vida (sexual) de Pompeia permaneceu preservada durante séculos. Longe dos olhares dos moralistas e dos conservadores, mantiveram-se obras e objetos que demonstram como o povo romano se relacionava com sua sexualidade. Estes achados fizeram com que durante muitos anos fez com os romanos fossem vistos como devassos. Mas a verdade é que eles compreendiam o sexo como algo natural e divino.
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Pã e Hemafrodita, c.54-68 CE, Afresco presente na Casa de Dioscuri - Pompéia.

Em 24 de agosto de 79 d.C., a cidade de Pompéia foi varrida do mapa pela erupção do vulcão Vesúvio. A tragédia, que matou milhares de pessoas e enterrou a cidade em seis metros de cinza, também preservou – como uma cápsula do tempo – imagens intactas do império Romano. Os estudos sobre a história romana tendiam a encarar a sexualidade através de segundo uma visão tradicional e conservadora. Durante anos, algumas peças com imagens explícitas eram destruídas durante as escavações. Outras, preservadas por seus valores artísticos, foram escondidas a sete chaves nos acervos dos museus.
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Afresco de uma relação sexual entre dois homens e uma mulher, encontrada em termas em Pompeia.

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Homem removendo o véu que esconde o sexo de uma mulher com seios enfaixados, 1 st C - Pompéia.

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Friso com desenho erótico, s.d - Roma.

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Detalhe de skyphos com um grupo erótico, 1st CE - Roma.

"(...) vejo pessoas que iam e vinham furtivamente por entre portas com placas e meretrizes nuas. Um pouco tarde, e mesmo um pouco demais, compreendi que ela me havia levado a um bordel." Satyricon - Petrônio (? - 66d.C | Roma).
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Amantes na Cama, 1st C - Pompéia - Villa of the Centenary.

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Amantes na Cama, 1st C - Pompéia, Villa dei Vettii.

Muitas das imagens, hoje nos museus, anteriormente estavam presentes nas ruas e nas casas das pessoas nas mais diferentes classes sociais de Pompeia. Ao contrário do que os primeiros estudiosos pensavam, os romanos não eram faziam mais sexo do que as pessoas fazem na atualidade. A diferença estava no valor que o sexo possuía em suas vidas.
A arte erótica presente em Pompeia muitas vezes obrigou historiadores a reverem seus conceitos sobre a presença feminina. A mulher nua não era apenas retratada como uma divindade mitológica, mas também como um indivíduo praticante de sexo livremente. Há também teorias que afirmam que as relações sexuais eram desprovidas de afetividade, sendo muitas vezes comercias - com profissionais tanto do sexo feminino quanto masculino – ou com os próprios escravos. Homens e mulheres faziam uso de todos esses serviços.
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Ato sexual, Afresco na Casa do Amor Punido, 1St CE- Pompéia.

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Cena de ato sexual presente em pequeno quarto na Villa dei Vettii.

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Um casal no fundo de um espelho de bronze (ca. 70–90 AD).

"Falam de ti os fofoqueiros, Quíone, que não tens fodido nunca, e não há boceta mais casta do que a tua. Só que, quando tomas banho, não cobres a parte do corpo que deverias cobrir. Se tens pudor, põe a calcinha no rosto." Marcial (40 d.C a 104 d. C. poeta epigramático).
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Bacante tocada por um Sátiro, Afreco na Casa de L. Caecilius Jurundus, s.d - Pompeia.

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Sátiro e Bacante encantados um pelo sexo do outro, 1st C - Pompeia.

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Oferendas votivas em Pompeia com representações de seios e pênis - Museu Nacional de Arqueologia de Nápoles.

O sexo era entendido como algo mágico e divino. Tanto que o falo – assim como os seios - era símbolo de sorte e da fertilidade, e ficavam nas casas e nos furos da entrada da cidade. Príapo – o deus da fertilidade com o falo gigante - era representado ao lado de cestas de frutas e plantações. Os deuses em geral eram seres muito sexuais. A maioria das imagens traz deuses e divindades ligados à sexualidade: Vênus, Marte, Mercúrio, Eros, Príapo, sátiros e bacantes.
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Falo em templo de Pompeia.

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O divino falo, 1st C - Pompeia.

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Príapo medindo seu falo, 1st C - Pompeia, Villa dei Vetti.

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Sátiro e Ninfa, símbolos mitológicos da sexualidade em mosaico de um quarto em Pompeia.

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Marte e Vênus.

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Cena erótica presente em banho no subúrbio de Pompeia.

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Descrição de 'Coitus a tergo' (penetração vaginal por trás), Afresco, 1st CE - Pompeia.

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Escultura com cena erótica.

Já nos murais dos prostíbulos, as imagens serviam de estímulo e de “cardápio” dos serviços oferecidos aos clientes. Em quartos simples com uma cama de pedra e um colchão em cima, os frequentadores encontravam à frente de suas cortinas as lobas – como eram chamadas as profissionais do sexo - com roupas diminutas e oferecendo, a quem pudesse pagar seu preço, uma noite repleta dos mais diversos prazeres.
Cenas de sexo anal são encontradas apenas nos prostíbulos e termas, ao contrário do sexo oral, que era mais aceito socialmente – pela alta estima que os romanos concediam à boca. Mas isso não implicava que o sexo anal fosse praticado naturalmente.
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Cena erótica de sexo oral.

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Falo na entrada de bordel com inscrição 'Hic habitat felicitas' (Felicidade Aqui ao vivo ou Aqui mora a boa sorte).

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Cena em vaso com dois jovens durante sexo anal.

A homossexualidade era vista com naturalidade e exposta em diversos murais pelos prostíbulos. Relações entre homens mais velhos e jovens eram toleradas desde que os jovens não fossem romanos livres. Há testemunhos de relações sexuais entre mulheres, mesmo que ainda pouco estudadas – principalmente na literatura - que demonstram que sexo entre mulheres também era aceite.
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Detalhe do cálice de Warren (Museu Britânico) de um jovem sendo penetrado por um homem.

"Entramos então e, levados por entre placas, avistamos um grande número de pessoas de ambos os sexos, tão animados a se divertir nos quartos, que todos, por todos os lados, me pareciam ter tomado satirião. Ao nos perceberam, tentaram nos aliciar com sua petulância de andróginos; um deles, de pau duro até a cintura, partiu para Ascilto, e, derrubando-se sobre um leito, tentou moer o trigo em cima dele." Satyricon - Petrônio (? - 66d.C, Roma).
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Cena erótica - cerca de 50 a 79 AD.

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Cena erótica - cerca de 50 a 79 AD.

Além dos murais, também foram encontradas diversas inscrições – grafites – nas paredes das ruas e prostíbulos. De declarações de amor, a afirmações de ciúmes, chegando à descrição de atos e preferências sexuais, ao alcance dos olhos de qualquer habitante que passasse em frente. Alguns exemplos presentes em Pompeia podem ser lidos abaixo:
"Por que, Taís, me acusas sempre de ser velho? Ninguém é velho, Taís pra uma chupada." Marcial (40 d.C a 104 d. C. poeta epigramático).
"A noite toda fiz amor com uma moça lasciva cujas habilidades sexuais nenhuma outra pode superar. Cansado, depois de mil posições, pedi-lhe que me deixasse fodê-la como a um moço. Nem bem terminava meu pedido, e ela já me concedia seus favores. Rindo e vermelho de vergonha, pedi-lhe algo mais indecente ainda. Ela, cheia de luxúria, disse que sim sem qualquer hesitação." Marcial (40 d.C a 104 d. C. poeta epigramático).
"Eu, Lidê, posso satisfazer três homens ao mesmo tempo. Um com a minha boca, outro com meu cu. Recebo o pederasta, o amante e o fantasioso. Ainda que tenhas pressa e venhas com dois amigos, não deixes de entrar."
"Festo fodeu aqui com seus camaradas" ou "Aqui fui comida" (escrito na parede de um prostíbulo).
É interessante perceber as similaridades e rupturas entre romanos antigos - ou egípcios e indianos antigos - e as sociedades atuais. Pertinente porque rompemos preconceitos em relação a outros povos e suas práticas sexuais, e percebemos "gostos" em comum. Mas também, olhar o passado nos leva a uma melancolia: o sexo  hoje está muito mais ligado aos conceitos de pecado, enquanto no passado era um caminho para o divino. E no final esvaziamos o significado de algo que, ainda que muito carnal, possuía sua parcela celestial e poética.
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Cena erótica, cerca de 1 a 50 A.D.

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Cena de amor entre Sátiro e Bacante.

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Polymphemus e Galatea.

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Sátiro e Bacante.

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carolina carmini gosta de pensar que se não tivesse nascido, alguém a teria inventado. Saiba como fazer parte da obvious.



DISNEY DO MAL #1

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disney desenhos animados
No último dia 18 de Novembro, o rato Mickey, símbolo máximo da Disney, completou seus 80 anos gozando de toda vitalidade. A comemoração do octogenário acontece em meio a um trabalho árduo da empresa em recuperar sua imagem de beleza, fantasia e, principalmente, boas lições morais sempre passadas em suas obras. Britney Spears e Lindsay Lohan, por exemplo, crias do canal só têm recebido menções por seus escândalos. No musical HighSchool, por exemplo, passam longe das atuais concepções de romances no cinema, tudo é um conjunto de edulcoragens. Mas foi um estrondo. O formato já havia sido testado no "The Cheetah Girls", mas nesse também sofreram um escorregão quando  fotos nuas de uma das moças vazaram na internet. 

Mas, a despeito das lições e dos bons valores pelos quais a empresa sempre jurou primar, verdade é que muitos apregoam que coisas obscuras a rondam. Quem nunca ouviu falar do tal altar demoníaco que haveria na Disneylandia onde o Mickey Mouse fazia as vezes de santinho? Ou da velha afirmação de que, sim, Walt Disney está congelado e esperando a ressurreição pela criogenia? Ok, mas isso são apenas especulações. Tire as crianças de perto e vamos aos fatos.
Mortes assustadoras
Em, O Corcunda de Notre Dame, o vilão Frollo contempla Quasimodo às lágrimas pela morte de sua adorada Esmeralda e, com palavras de que irá acabar com o sofrimento do rapaz, saca uma faca e prepara-se para atraiçoar o coitado. O porquê de tudo isso? Frollo sofria de um tesão incontido pela cigana e, como não cabe à um servo da Igreja dar vazão a esse tipo de desejo, ele resolve a melhor forma de tudo ficar bem para todos, ou seja, parte para matar a mulher e o corcunda. Felizmente Quasimodo vê a sombra de Frollo e numa batalha acompanhada por uma das mais dramáticas trilhas Disney, combate o clérigo no telhado da catedral (lugar clássico para lutas finais). Após confessar-se assassino da mãe de Quasimodo, Frollo é atirado muro abaixo mas carrega o rapaz com ele que, por sua vez, é salvo por Esmeralda (que não estava morta, na verdade). Num daqueles lances típicos de misericórdia, Frollo consegue voltar à segurança da murada, mas, com a sede de sangue ainda insatisfeita, põe-se prestes a decapitar a desejada cigana. Mas Deus está vendo tudo e transforma a gárgula onde ele está se segurando em uma terrível besta que lhe mostra os dentes o que, obviamente, o apavora e lá vai Frollo caindo nas chamas que queimam lá em baixo, claramente simbolizando as chamas eternas. Lição final: Deus não é mais cruel e vingador que a Disney.

Em O Rei Leão, temos duas terríveis mortes. A primeira é a do pai de Simba pelo próprio irmão Scar que, por si só, já é traumatizante. Mas a natureza é dura e, anos depois, Simba tem de se reconciliar com suas raízes e retomar seu reino, administrado agora pelo tio. Num terrível corpo-a-corpo entre felinos, à beira de um precipício (sempre, é como as lutas finais dos live actions, que sempre acontecem em pedreiras). Quando tem sua grande oportunidade de acabar com Scar, Simba capitula misericordiosamente com a frase "Não sou como você" e ordena que o tio vá embora do reino e jamais retorne. O humilde Scar vai saindo de fininho, cabisbaixo, mas - vamos esquecer que, pela idade, ele é um trapo velho perto do Rei Leão - volta a atacar Simba. Algum esforço depois o leão legal consegue jogar Scar precipício abaixo. Ele não morre, mas, lá embaixo na terra em chamas, estão suas ex-amigas ienas que o devoram de modo tenebroso. Nunca confie nas ienas.



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priscilla santos é adoradora de cervejas e colabora com a obvious. Saiba como fazer parte da obvious.


Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2008/12/disney_do_mal_1.html#ixzz2Z2s9WwSg

DISNEY DO MAL #2

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desenhos animados disney

Quando as crianças se reúnem ao redor da fogueira em Peter Pan para aprenderem sobre a história dos indígenas norte-americanos, recebemos uma linda aula sobre os peles-vermelhas. Por que os nativos dizem "how"? De acordo com a canção, é porque eles têm muita vontade de aprender (como? como?). Até aí tudo bem. Por que suas peles são avermelhadas? Vamos de mitos de nascimento: era uma vez, uma jovem nativa que beijou um homem branco, este ficou tão perturbado que enrubesceu e, desde então, a cor vermelha tornou-se parte de seu DNA. Vejam, foi um evento sobrenatural que mudou a cor "normal" do homem (branca) para outra. Aqui em baixo, vocês acompanham a canção.


Antes de Karate Kid e dos filmes do Jackie Chan, os asiáticos eram popularmente representados de uma única forma: donos de lavanderias, mais ou menos ilegais e falantes de um péssimo inglês ("engrish"). Bem, para a Disney em 1989, esse tempo não havia passado muito bem, porque neste episódio de Chip'n Dale Rescue Rangers (no Brasil "Tico & Teco defensores da lei"), os dois esquilos vão tratar do roubo de um rubi e terminam parando em Chinatown onde conhecem uma gang de gatos chineses (ou melhor, quem conhece é apenas o Tico porque havia dispensado o irmão menos esperto da missão). Os membros mais perigosos são duas gatas siameses que falam juntas de modo irritante e o negócio feito entre o ladrão de rubi e as felinas é a venda do peixe japonês Juice Lee, exímio lutador, por uma maleta de peixes mortos. Ninguém iria perceber a ironia ofensiva.
E os negros
Capítulo espetacular dos ensinos Disney, o preconceito contra os afro-americanos aparece em diversos filmes e livros da empresa. Alguns passam a mensagem tão claramente que não necessitam de grandes comentários. Um exemplo é a seqüência da centaurete Sunflower no belo e mágico Fantasia de 1940 que, no relançamento do vídeo, foi retirada numa tentativa deliberada de varrer as coisas para debaixo do tapete. Uma centaurete africana estereotipada aparece polindo as unhas do pé (atenção, do pé!) da centaurete caucasiana, ou ariana, na linguagem mais oportuna para a época.
Mas o troféu racista fica com o Tio Remus e a Song of the South ou Canção do Sul. Imaginem que após o holocausto os judeus saiam pelas campinas a cantem que não foi nada, que o sol brilha e os pássaros voam coloridos. É o que a seqüência busca demonstrar através do Tio Remus, quem conta os folclóricos Contos do Coelho Br'er e o bebê de alcatrão. Por si só, os contos escritos por Joel Harris em 1870 já eram um tanto perniciosos mas a Disney, em 1946, mostraria as coisas de modo muito mais leve e divertido, com o Tio Remus falando das maravilhas da vida nos campos de algodão logo ao fim da Guerra Civil Americana: nada de mal havia acontecido, somos legais, vamos dançar. O ator James Baskett não pôde participar da festa de lançamento do filme por motivos que nos escapam ao conhecimento. Zip-a-dee-doo-dah!


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priscilla santos é adoradora de cervejas e colabora com a obvious. Saiba como fazer parte da obvious.