Escondido nos Arquivos dos Estúdios Disney, estava um projeto de um curta com a arte de Waltey Elias Disney com Salvador Dali. Em meados dos anos 40, Disney esquematizou com Dali para promoverem um curta baseado em suas artes surrealistas. Porém Disney não tinha dinheiro o suficiente para continuar, então só foram produzidos 17 segundos do curta original.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Androide Sem Par e o clipe "Besteira"
Trilha Oficial do filme FOME
Direção: Cristiano Burlan
Atores: Juão Nin e Jean Claud Bernadet
Letra: Juão Nin
Música: Juão Nin/Diego Bezerra
Arranjo/Produção Musical: Emerson Martins
Produtora: Bela Filmes
Distribuidora: Vitrine Filnes
DISPONIVEL EM:
https://androidesempar.com/home8697044
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Eloy Cia Teatral & ARTEMANHA estreiaram suas peças.
Na ultima Sexta feira (22/07/16) As companhias teatrais da Escola Municipal Dr. Eloy de Souza estrearam suas montagens. Na casa de cultura popular, a população pode conferir as peças "La trupe del A.S Egypcio & La Moskytta" e a "Lenda de Chorosa", ambas, produções coletivas.
O teatro ARTEMANHA apresentou "A Lenda de Chorosa", uma história fictícia que mistura personagens imaginários. A peça se passa numa noite tenebrosa onde várias criaturas do além surgem numa próximo a uma casa abandonada, na qual vive vagando uma alma chamada Luana Assombrosa, ela procura por sua boneca Chorosa que na verdade é uma menina enfeitiçada. A história mescla humos e drama, e rebusca o imaginário popular dos misteriosos personagens mal assombrados.
Por sua vez a Eloy CIA Teatral, apresentou "La trupe del A.S Egypcio & La Moskytta". Uma comédia musical politicamente incorreta que aborda temas como a dengue e suas mazelas em meio ao cenário político atual do Brasil.
Os espetáculos entraram em cartaz e agora se preparam pra turnês pelo estado. Viva o Teatro!segunda-feira, 18 de julho de 2016
Sobre meu reflexo. - Fábio Fernandes
Sei
que muito se fala "o que vale é o caráter".
Pois
bem, o caráter é algo que subsiste de si mesmo, ou seja, se tem ou não. Porém atinge-se
um determinado momento em que chegamos a cair no senso comum de acreditar que
precisamos ser narcisistas, se amar acima de tudo e não ver nossos defeitos e
imperfeições físicas, externas e
socializadas; tanto, que exageramos nessa divagação adoradora de nós
mesmos. Vale a pena vivermos o que somos, nossa essência, bla, bla, bla e
muitos textos prontinhos... Mas e se nossa essência “apenas” não preencher
nosso ego? Não há como negar que nos achamos sempre especiais nesse território
vitalício, que atribuímos valores a nossas ações, que gostamos de elogios a uma
crítica perversa e necessária, mesmo que essa venha ser de natureza produtiva. Nos
escondemos muitas vezes em sorrisos amarelados, mecânicos e hipocritamente
afirmamos uma real felicidade.
Será
mesmo que estamos satisfeitos com nosso corpo, nossa aparência exteriorizada?
Porventura não seria melhor emergir das nossas zonas de conforto e tentar
reagir ao descaso e ao suvenir sedentário? Será mesmo que se nos despirmos dos
nossos egos infláveis vamos ser mesmo felizes e realizados apenas por sermos
portadores de caráter incontestável? Será
que nossa autoestima está em alta? Será que cultuar nossas carcaças nos torna
fúteis? São dilemas que queremos de certo modo ignorar.
Creio
que se soubermos dosar nosso intelecto e externar um contentamento de nós
mesmos, sem estar sendo artificiais pode nos ajudar a afirmar nossas
incapacidades e dificuldades de aceitar o plano mutável. Eu não penso estar bem
por certos momentos, a imagem relaxada e de certo modo esquecida torna-me um
ser pensante e que aceita o conceito de “beleza” apenas teoria filosófica e
como uma forma emergente de consolo. Até onde devemos buscar o caráter da
beleza? Será mesmo que somos seres felizes? Enquanto isso, seguimos a divagar.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
O Palhaço Piolin
Na língua castelhana “piolin” designa um tipo de barbante, muito fino.
Pois foi este barbante que deu nome a um dos maiores palhaços brasileiros e dos mais renomados no mundo: Piolin. Ganhou este nome porque era muito magro e tinha as pernas tão finas que o assemelhavam a um barbante.
Abelardo Pinto, o Piolin, nasceu no circo de seu pai, armado em Ribeirão Preto, em 1897 e veio a falecer em São Paulo no dia 4 de setembro de 1973.
O palhaço profissional tem em sua origem cômica atividades físicas que trazem para a a composição de sua arte, no caso, Piolin, teve formação de ginasta e equilibrista.
Iniciou sua carreira no Circo Americano ainda criança, envolvendo-se em diferentes atividades. Conquistou o reconhecimento dos intelectuais da Semana da Arte Moderna, movimento artístico e literário realizado no Brasil em 1922, como exemplo de artista genuinamente brasileiro e popular. Em 1929, no dia do seu aniversário, os modernistas homenagearam Piolin com um almoço que chamaram de Festim Antropofágico. Considerando que os antropófagos comiam o inimigo para adquirir suas qualidades, o ato simbólico de “comer Piolin” constituiu-se numa verdadeira consagração ao palhaço. Há hoje em São Paulo uma famosa cantina com seu nome, que também batizou a antiga Travessa Paysandu, a rua onde os circos eram armados em São Paulo..
Foi considerado "o maior palhaço do mundo". Washington Luis, presidente da república deposto pela Revolução de 1930, era um dos seus admiradores e costumava assisti-lo.
Pra quem não sabe ainda, Piolin foi tão importante que o dia de seu nascimento foi escolhido para a data comemorativa do Dia do Circo no Brasil.
Quando faleceu – uma parada cardíaca motivada pelo engasgo com uma bala - uma multidão se aglomerou nas alamedas do Cemitério da Quarta Parada para acompanhar o seu enterro, eram pessoas simples levando sua derradeira homenagem àquele que tanto os divertira.
Escrito Por Bemvindo Sequeira
FONTE
Colaboraram: Bemvindo Sequeira; entretenimento.r7.com;
http://www.ciaatemporal.com.br/
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Trailer do filme "Lendas de Pedra".
A Eloy CIA Teatral criada e coordenada pelo professor de teatro Fábio Fernandes lançou no ultimo sábado (04/06/16) o o trailer do primeiro filme da CIA teatral: o curta "Lendas de Pedra".
O filme é baseado no livro "Lendas de Pedra" da Prof. Me. Vitória Silva Paiva, autora lajense. Este trabalho literário contém algumas lendas, pautadas na vasta pesquisa popular da escritora. O Curta metragem é encenado pelos atores da Eloy CIA Teatral, estes que são alunos do Prof. Fábio Fernandes, que leciona arte teatral e experimentações cênicas na Escola Municipal DR. Eloy de Souza da cidade de Lajes-RN.
"LENDAS DE PEDRA"
Eloy CIA Teatral e Teatro Artemanha.
Roteiro, Direção Musical e Geral
Fábio Fernandes
Produção
2016
Confira o Trailer
Eloy CIA TEATRAL experimenta projeto de Cinema
Equipe da Eloy CIA Teatral aproveita feriadão pra gravar curta metragem.
Alguns aluno-atores da Eloy CIA Teatral aproveitaram o feriadão
pra experimentar a arte cinematográfica. Hoje (26/05/15) sob a
coordenação do professor Fábio Fernandes, parte do elenco se
dedicou a gravar cenas do filme "Lendas de Pedra" baseado no livro
de mesmo título da autora lajense Vitória Avelino. Os resultados estão
ficando bem interessantes.
Atores gravam cena do bar, aproveitando o "Mangalho do Geraldo"
que fica na feira livre da cidade de Lajes.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
A Eloy CIA Teatral e o Teatro ARTEMANHA, ambos da
Escola Municipal DR. Eloy de Souza, ensaiam em meio
as suas peças, cenas baseadas no livro "Lendas de Pedra",
da autora lajense Vitoria Avelino. Este projeto visa
ampliar a produção cênica-escolar e expandir-se para a
experimentação áudio-visual e cinematográfica. O projeto
artístico reitera a valorização do artista local; e por esse
motivo reaviva os contos e lendas descritos no livro numa
produção totalmente lajense.
Escola Municipal DR. Eloy de Souza, ensaiam em meio
as suas peças, cenas baseadas no livro "Lendas de Pedra",
da autora lajense Vitoria Avelino. Este projeto visa
ampliar a produção cênica-escolar e expandir-se para a
experimentação áudio-visual e cinematográfica. O projeto
artístico reitera a valorização do artista local; e por esse
motivo reaviva os contos e lendas descritos no livro numa
produção totalmente lajense.
Aluno-atores ensaiam cenas do filme que tem por objetivo ser lançado no festival literário de Lajes (FLILAJES).
Diretor artístico e coordenador responsável da Eloy Cia Teatral Fábio Fernandes, ensaia trilha sonora com aluno-atores.
segunda-feira, 7 de março de 2016
Buster Keaton: o Rei do Riso Que Não Ria

Buster Keaton.
As novas gerações e até mesmo algumas mais velhas não o conhecem nem à sua obra.
Um dos maiores comediantes do século XX. Faleceu na data de hoje em 1966.
Keaton foi considerado o grande rival de Chaplin. Protagonizava filmes mudos.
Porém sua principal característica é que jamais sorria nos filmes. Sempre sério era capaz das maiores tiradas de humor.
O humor nos filmes de Buster Keaton, basicamente, se fazia através das chamadas gags; corridas, quedas, fugas. Uma das grandes inovações de Keaton, no entanto, é o fato de sua comédia se basear num personagem impassível, que mantém as mesmas feições diante dos fatos ocorridos
Keaton nasceu no final do século 19 nos bastidores do vaudeville. Seus pais eram artistas deste gênero de variedades.
Entrou em decadência quando do surgimento do cinema falado e por um péssimo contrato que fez com a nascente Metro Goldwin Mayer.
Foi reabilitado pelo próprio Chaplin no filme "Luzes daRibalta" da década de 50.
Na tv às vezes se apresentam suas comédias, e você pode encontrar seus filmes em boas locadoras que tenham filmes cult.
DISPONIVEL EM:
http://www.ciaatemporal.com.br/2016/03/buster-keaton-o-rei-do-riso-que-nao-ria.html
sexta-feira, 4 de março de 2016
Os Misterios da Rabeca encerra sua jornada com o brilho do FESTUERN
A peça principal
da Eloy Cia teatral em 2015 encerrou seu ciclo numa brilhante
apresentação no 11º FESTUERN. O evento ocorreu no último dia 28 de
Novembro no Centro Cultural da UERN em Natal-RN. A peça desde que
estreou tem sido bem repercutida pelo público e pela crítica, sendo uma
das mais conceituadas na categoria estudantil. Estima-se que mais de mil
pessoas tenham visto esse trabalho entre as oito apresentações que
marcaram seu ciclo, e sem dúvida ficará na memória a performance do
grupo cênico nos palcos nos quais "Os Mistérios da Rabeca" estrelou.
A boa repercussão
que envolveu o espetáculo teatral lajense, deve-se ao empenho da equipe
em buscar primar pela qualidade das encenações. Fazer um teatro escolar
que segue a disciplina da arte é um desafio constante no dia a dia da
Cia Teatral. São grandes as diversidades, mas o poder de querer mostrar a
melhor arte possível reitera a proposta filosófica e reverte as
incertezas compostas no decorrer do processo.
Reviver o duro
golpe em Lampião e seus cangaceiros de uma forma totalmente sincrética,
podendo "agradar a gregos e troianos" foi de certo modo inexplicável.
Pra sempre ficará na lembrança as divagações de Virgulino e seus
guerreiros "bandidos Heróicos".
Para Fábio
Fernandes, diretor da Cia Cênica: " Montar uma peça dessa natureza
engrandece de forma grandiosa a trajetória da Eloy Cia Teatral e
credencia o projeto cênico a um marco na arte escolar Lajense". Os Mistérios da Rabeca tem
um potencial político muito evidente, os cangaceiros nordestinos
liderados por Virgulino Ferreira (Lampião) que buscam habitar o céu,
conflituam-se com os santos que não facilitam o acesso aso lar celestial
por serem considerados homens "do mau", porém lutam pra entrar
no território sagrado que simboliza a riqueza da terra. A Imaculada
intercede por eles que representam as minorias populares, a discussão
que circunda esse espetáculo recheado de citações poéticas com versos
de Fabião das Queimadas, Musicas da MPB e um repertório vocabular baseado nas vivencias da cultura e tradição nordestina.
O FESTUERN mais
uma vez proporcionou a esses pequenos artistas que os palcos da vida são
sempre os mais complexos, ja que a vida... "Ah, essa ja é um grande
mistério"... Antenados pelo mundo.
A Festa do Deus menino encerra a temporada 2015 da Eloy Cia Teatral
A Eloy Cia teatral
encerrou suas atividades artísticas no ultimo dia 24 de Dezembro. A
peça que encerrou a temporada exaustiva de 2015, foi o auto natalino "A
Festa do Deus Menino". Essa montagem fechou em grande estilo um ano
repleto de apresentações, entre elas no Circuito Eureka de Teatro na
comunidade de Mãe Luíza em Natal (UFRN); participação consecutiva no
maior festival de teatro escolar do Nordeste (FESTUERN) sendo um dos
destaques com "Os Mistérios da Rabeca"; alem de marcar presença na 1¤
FLILAJES, em Assu, nas escolas e eventos da cidade de Lajes com
constantes apresentações na Casa de Cultura lajense.
"A Festa do Deus
Menino" foi encenada no patamar da igreja antes da tradicional missa de
natal, foi um momento impar que proporcionou a família uma reflexão
acerca do nascimento do cristo, contou com o elenco da CIA e com os
bebês Luiz Miguel e João Pedro.


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