sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Re- Postagem - Segunda Feira / Curta-metragem.

No limiar do termino do meu curso universitário de licenciatura em teatro (UFRN), re-posto meu primeiro curta-metragem. "Segunda Feira" é uma obra que pra sempre ficará marcada em minha vida artística, pois aborda com louvor uma temática pautada na realidade coletiva numa residencia universitária. O registro de um dos diversos dias de um estudante residente é sintetizado no vídeo em destaque, aborda uma dramaturgia com linha de raciocínio óbvio e ao mesmo tempo complexo. 


A ideia de criar esse microfilme nasceu da vontade de pôr em prática todo conteúdo cientifico que vivenciai na universidade, e também de mostrar como é a complexa a rotina em um dia como estudante longe de casa.




Com esse trabalho, pude exibi-lo na Paraíba (ENNECE) e em Minas Gerais (ENEARTE) no ano de 2010.


Confira:



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

SAMBA, FUTEBOL E TEATRO

Por: Paulo Sacaldassy



Se o Brasil é conhecido mundialmente como o país do samba e do futebol, é chegada a hora, de que pelo menos internamente, ele seja conhecido como o país do Teatro. E não falta muito para isso, pois o teatro vem sendo bem difundido dentro das escolas pelo país afora.

Mesmo que ainda seja considerada uma arte para poucos, devido aos altos preços dos ingressos, algo que todos sabemos o porquê (mas isso é assunto para outro dia), o teatro está em toda parte. Nas escolas, nas periferias, nas ruas, encantando cada vez mais gente.

Varias iniciativas vão sendo tomadas para que mais e mais crianças tomem contato com a arte do Teatro e isso, logo, logo, vai transformando tão popular quanto o samba e o futebol. Esforços como o que vem sendo feito pelo Governo de São Paulo, com a campanha de popularização do teatro deviam ser realizadas por todas as prefeituras do país.

Hoje o teatro já não sofre tanto preconceito como o que sofria há anos atrás, muito pelo contrário, fazer teatro hoje em dia é cult, está¡ na moda. Portanto, momento melhor do que este para torná-lo popular, não podia existir e talvez não aconteça outra vez.

Neste momento tão propício para se difundir o teatro, não cabe torcer o nariz para tudo o que se vão, pois muitos ainda não dominam a arte de interpretar e outros tantos são apenas aventureiros aproveitadores, o que importa é que mais e mais pessoas saibam, façam e vejam teatro, mesmo porque, o público vai saber separar, no momento certo, o que é teatro do que não é.

Agora é hora de fazer do Teatro, a nossa arte de fato, a essência, aquilo que nos diverte e nos educa, pois nem mesmo as novelas, algo de tão grande popularidade no paí¬s, resistiria tanto tempo, se não fosse à arte do Teatro. Então, viva o Teatro Futebol Clube, ou a Escola de Samba do Teatro, enfim, viva o Teatro Brasileiro.


Disponivel em:

http://ciaatemporal.blogspot.com.br/search/label/Artigos?updated-max=2012-03-19T02:50:00-03:00&max-results=20&start=20&by-date=false
Colaboraram: Oficina de Teatro & Bacante; Foto: De Elaine Ferreira, Espetáculo "O Arlecchino" (2008)

Alguns Rabiscos Meus

Pois é... andei rabiscando uns croquis para a disciplina "Analise das formas espetaculares" (UFRN) Mediada pelo Prof Me. Ronaldo Costa. A proposta se baseia numa cena para uma montagem contemporânea de "Antigona". onde os personagens-irmãos) Polinice (Filho primogênito do rei Édipo com a própria mãe, Jocasta) e  Etéocles duelam até a morte.

Adaptamos a peça de Sofócles para o contexto do Maracatu, no qual são representados pelos caboclos de lança.







quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Marcos Fé Acústico


Gostei de ver meu colega Marcos Fé interpretando Luiz Gonzaga. Muito divertido e talentoso. Parabens Marquinhos Fé.



segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Um pouco de subjetividade



Esta semana, vi esse video num blog de humor, eles afirmavam que o seu conteúdo é algo com teor cômico, é até normal visto que os idealizadores da página virtual desconhecem a subjetividade da arte. Pra mim, não teve nada de novo, apenas o que pude ver foi um vídeo com um espetáculo de performance.
O mais engraçado é que nos comentários acerca do vídeo tinham um teor arbitrário como por exemplo: "Tem cara que paga pra ver essa porra?". Ja respondendo, tem sim, da mesma forma que você paga pra ver cineminha da moda e jogar vídeo game. Se pra você essa "porra" é realmente uma porra, sugiro que procure entender do que se trata o fato pra que depois faça uma pergunta babaca como essa.
Se a tentativa do blogueiro foi fazer dessa performance artística uma vídeo de humor, ele até conseguiu, porém percebe-se que a subjetividade dele está se passando despercebida e é notável o seu desconhecimento sobre o assunto. É por isso que acredito entender que a arte é e sempre será um objeto incompreensível aos olhos das pessoas ditas "normais".

Confira:

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

RE- Postagem : MULHER-Obra de Arte.

Varias possibilidades de expressar a beleza inalcançável , escultural e poética do corpo da mulher! na minha opinião, a criação mais divina e perfeita que existe.           

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Ensaio Sobre... (Coisas da Carne) : Um experimento Perturbador

Nesse extrato cênico, Melk Freitas incorpora em sua interpretação, um pastor paradoxal. A peça é regida por fragmentos bíblicos que citam animais como objetos de enfase, a partir dessa perspectiva surge então esse experimento que coaduna com a questão do consumo de carne e a suposta espiritualidade.


Com: Melk Freitas

Direção: Fábio Fernandes.





Coisas da Carne: Um experimento, antes de ser uma escolha cenica sugerida pelas proposições de núcleos de encenações, propostos pela professora da disciplina Encenação III (UFRN- 2012.1) Prof DRª Naira Ciotti, atende uma fase de investigação dramatúrgica de minha pessoa. Tendo ciência da realização de uma construção com princípios teatrais (práticos), no presente período acadêmico, procurei pesquisar sobre arte contemporânea, performance e happening .
Ao pesquisar um pouco sobre o performer Joseph Beuys, pude perceber através de algumas características de sua obra, a possibilidade de expandir um pouco o anseio de exercitar meios e princípios da performance dentro do curta-metragem de minha autoria. Uma obra que muito me chamou a atenção do Beuys foi “ Eu amo a América e a América me Ama” no qual o artista fica dentro de uma jaula com um coiote num período de cinco dias., ao tomar conhecimento dessa performance, surgiram varias imagens de como transferir para o experimento características pertinentes a esse segmento estético.
Uma frase do Performer que muito me instiga a enveredar por esse caminho é: "Libertar as pessoas é o objetivo da arte, portanto a arte para mim é a ciência da liberdade”( Joseph Beuys)
Opto por localizar a cena num espaço que sugere uma prisão, remeta a um celeiro (curral), através de um confinamento. Pretendo situar o público dentro desse espaço criado a partir dos signos pertinentes ao âmbito rural, para esse efeito proponho pendurar alguns chocalhos nos espectadores antes de entrarem nesse “universo”, minha expectativa a respeito desse recurso cênico é gerar um estranhamento a principio e posteriormente uma aproximação com o fenômeno decorrente.
Durante o confinamento anseio que o público  tenha a nítida sensação de que é um animal a beira do sacrifício, uma vez que os chocalhos no pescoço, o confinamento e o vídeo que vão assistir irão de fato propor essas sensações. O vídeo a ser exibido será fragmentos do curta “Coisas da Carne”, no qual pretendo enfatizar as cenas do processo de desova de uma ovelha, busco mostrar este animal vivo e posteriormente abatido. Busco como finalidade gerar no público o questionamento: como posso comer algo que teve vida um dia?
As bases estéticas do experimento estão na observação da imagem fotográfica proposta pelo vídeo, na memória do espectador e na inquietação a respeito do consumismo. 
Nesse trabalho, tive o intuito de gerar a reflexão a respeito do tipo de consumismo orgânico, meu anseio consistia em problematizar ainda mais uma questão que acreditamos ser normal e relevante no cotidiano.



Você não veio me encontrar (Lid Galvão)



Eu esperava ver seus úmidos lábios
Pronunciarem meu nome novamente.
Seu riso de encontro ao meu seria
A prova que o tempo esperava
Para a condenação do nosso crime.
Meu eu, inteiro, exalava suspeitas;
Mal podia esperar a hora do beijo
Aveludado pela neblina em seu
Rosto d' alma, já salva por Deus.
Mas quão lacrimejante ficou meu
Andar de volta a tal vã esperança... 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Calle 13 - Latinoamérica


Aqui posto uma canção latina que vale a pena e gosto de se ouvir. Falo de Calle 13, um grupo musical porto-riquenho. Calle 13 (português: Rua 13)  uma dupla de Reggaeton, Rap alternativo e Pop Latinode Porto Rico. É composta por: René Pérez conhecido por Residente e Eduardo Cabra conhecido por Visitante. Seus apelidos provêm da identificação que tinham que dar ao segurança para entrar no setor El Conquistador de Trujillo Alto, Porto Rico onde ficava suas casas. René é o cantor e compositor, e Eduardo faz backing vocal, também é compositor e pianista. Sua irmã, Ileana Cabra chamada PG-13 (uma classificação usada nos Estados Unidos para um filme não recomendado a menores de 13 anos; Ileana era uma adolescente ao iniciar seu trabalho com seu irmão) contribui em algumas músicas como a voz feminina de Calle 13. A mãe de René e Ileana, Flor Joglar de Gracia, contribuía ocasionalmente com a dupla. O nome Calle 13 provem do nome darua do setor onde cresceram, em Trujillo Alto.




Latinoamérica
Soy... soy lo que dejaron
Soy toda la sobra de lo que se robaron
Un pueblo escondido en la cima
Mi piel es de cuero, por eso aguanta cualquier clima
Soy una fábrica de humo
Mano de obra campesina para tu consumo
frente de frío en el medio del verano
El amor en los tiempos del cólera, mi hermano!
Soy el sol que nace y el día que muere
Con los mejores atardeceres
Soy el desarrollo en carne viva
Un discurso político sin saliva
Las caras más bonitas que he conocido
Soy la fotografía de un desaparecido
La sangre dentro de tus venas
Soy un pedazo de tierra que vale la pena
Una canasta con frijoles, soy Maradona contra Inglaterra
Anotándote dos goles
Soy lo que sostiene mi bandera
La espina dorsal del planeta, es mi cordillera
Soy lo que me enseñó mi padre
El que no quiere a su patría, no quiere a su madre
Soy américa Latina, un pueblo sin piernas, pero que camina
Oye!
Coro
Totó La Momposina:
Tú no puedes comprar el viento
Tú no puedes comprar el sol
Tú no puedes comprar la lluvia
Tú no puedes comprar el calor
María Rita:
Tú no puedes comprar las nubes
Tú no puedes comprar los colores
Tú no puedes comprar mi alegría
Tú no puedes comprar mis dolores
Totó La Momposina:
Tú no puedes comprar el viento
Tú no puedes comprar el sol
Tú no puedes comprar la lluvia
Tú no puedes comprar el calor
Susana Bacca:
Tú no puedes comprar las nubes
Tú no puedes comprar los colores
Tú no puedes comprar mi alegría
Tú no puedes comprar mis dolores

Calle 13
Tengo los lagos, tengo los ríos
Tengo mis dientes pa' cuando me sonrio
La nieve que maquilla mis montañas
Tengo el sol que me seca y la lluvia que me baña
Un desierto embriagado con peyote
Un trago de pulque para cantar con los coyotes
Todo lo que necesito, tengo a mis pulmones respirando azul clarito
la altura que sofoca,
Soy las muelas de mi boca, mascando coca
El otoño con sus hojas desmayadas
Los versos escritos bajo la noches estrellada
Una viña repleta de uvas
Un cañaveral bajo el sol en Cuba
Soy el mar Caribe que vigila las casitas
Haciendo rituales de agua bendita
El viento que peina mi cabellos
Soy, todos los santos que cuelgan de mi cuello
El jugo de mi lucha no es artificial
Porque el abono de mi tierra es natural
Coro
Totó La Momposina:
Tú no puedes comprar el viento
Tú no puedes comprar el sol
Tú no puedes comprar la lluvia
Tú no puedes comprar el calor
Susana Bacca:
Tú no puedes comprar las nubes
Tú no puedes comprar los colores
Tú no puedes comprar mi alegría
Tú no puedes comprar mis dolores
María Rita:
não se pode comprar o vento
não se pode comprar o sol
não se pode comprar a chuva
não se pode comprar o calor
não se pode comprar as nuvens
não se pode comprar as cores
não se pode comprar minha'legria
não se pode comprar minhas dores

No puedes comprar el sol...
No puedes comprar la lluvia
vamos caminando, vamos dibujando x2

Calle 13
Trabajo bruto, pero con orgullo
Aquí se comparte, lo mío es tuyo
Este pueblo no se ahoga con marullo
Y se derrumba yo lo reconstruyo
tampoco pestañeo cuando te miro
para que te recuerde de mi apellido
La operación Condor invadiendo mi nido
Perdono pero nunca olvido
Oye!
Vamos caminando
Aquí se respira lucha
Vamos caminando
Yo canto porque se escucha
Vamos caminando
Aquí estamos de pie
Que viva la américa!
No puedes comprar mi vida...




Fonte:
http://letras.mus.br/calle-13/latinoamerica/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Calle_13