sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Arte-Docencia: Aula prática Desenhos do corpo humano.

Numa aula de Arte egípcia referente a técnica da Lei da Frontalidade, Tivemos como missão entender primeiramente a formação esquelética humana, para assim pôr em prática a técnica de desenho egípcia. Confira imagens do processo:


















Video-Aula Arte Egipcia. Prof. Fábio Fernandes

Saudações queridos leitores! Hoje posto a vídeo-aula referente a arte no Egito. Bons estudos! 

Sintese  do tema:
O processo de centralização política e a divinização da figura do faraó tiveram grande importância para a construção das primeiras pirâmides. Essas construções, no entanto estabeleceram uma importante revolução na arquitetura egípcia.  A arte dos povos egípcios era bastante padronizada e não valorizava o aprimoramento técnico ou o desenvolvimento de um estilo autoral. 

Geralmente, as pinturas e baixos-relevos apresentavam uma mesma representação do corpo, em que o indivíduo tinha seu tronco colocado de frente e os demais membros desenhados de perfil. No estudo da arte, essa concepção ficou conhecida como a lei da frontalidade. 

A escultura egípcia, ao longo de seu desenvolvimento, encontrou características bastante peculiares. Apesar de apresentar grande rigidez na maioria de suas obras, percebemos que as estátuas egípcias conseguiam revelar riquíssimas informações de caráter étnico, social e profissional de seus representados.

Disponivel em:

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Experimento Docente: Arte de Vanguarda.

ARTE DE VANGUARDA - As estéticas da vanguarda européia que abriram um leque revolucionário no campo da arte visual na transição dos séculos XVIII e XX serviram de base pra elaboração dessas telas em 2015 numa turma de 3º Ano do Ensino Médio. As estéticas estudadas foram "Cubismo, Futurismo, Fauvismo, Surrealismo e Abstracionismo . Após esses experimentos, as obras foram expostas numa feira de ciências.
















quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Video- Arte na Mesopotâmia - Prof. Fábio Fernandes

Já está no aro segundo vídeo sobre a Arte na Mesopotâmia. Confira.


Re-leituras de ABAPORU - Sob a visão de discentes de Jandaíra-RN.

Sabe-se que a sala de aula convencional proporciona aos alunos inumeras possibilidades de aprendizados e também de experimentações cientificas. Nesse caso alguns alunos do 2º ano do Ensino médio estudaram o pensamento filosófico que permeou o movimento modernista brasileiro e seus grandes ícones; entre eles a artista Tarsila do Amaral e seu impar "Abaporu". Eis algumas re-leituras  da obra em destaque, compiladas para esta postagem. 
O trabalho acima, foi feito por uma técnica de pintura com café. O resultado é impressionante!

O trabalho acima, foi feito com uma mescla de giz de cera. 

 Executado com guache

Grafite
Coleção de madeira

Desenho

Por fim, expressar a liberdade de possibilitar re-leituras sempre torna o aprendizado em artes mais util e funcional. Docetes. Segue a dica.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Video Aula - Arte na Pré-História #1 (Prof. Fábio Fernandes)

Pois bem.  Venho deixar nessa pagina virtual uma video-aula sobre a arte na pré-historia. Espero poder ajudar discentes que estejam estudando esse assunto.  Bons estudos.

SOBRE O CONTEÚDO DO VIDEO.

A pré-história é o longo período do passado que abrange desde o surgimento do “homem primitivo” (hominídeo) até a invenção da escrita.

Divisão do período pré-histórico

Paleolítico – Período em que predominaram as sociedades de coletores. Os seres humanos viviam da casca, da pesca e da coleta de grãos, frutos e raízes. O termo “Paleolítico” é de origem grega, sendo que Páleo = velho e Lítico = pedra; Ou seja, denomina-se Velha idade da pedra ou Idade da pedra lascada.
Neolítico - Período em que a pedra recebeu nova forma de tratamento: antes lascada passou a ser polida, sendo melhorado o fio de seu corte. Por esse motivo o neolítico também é conhecido como idade da pedra polida. O termo Neolítico também é de origem grega, Neo = novo Lítico= pedra; Ou seja: Nova idade da pedra.


Os homens pré-históricos foram os primeiros artistas da história alimentavam-se da caça, da pesca e da colheita de frutos. Dois fatos foram importantes nesse período; o homem aprendeu a fazer o fogo com o qual afugentava os animais e se aquecia, e a utilizar pedras lascadas com as quais confeccionava instrumentos pra caçar, guerrear e realizar entalhes nas paredes.

 Mesmo construindo um instrumento, nota-se que o homem primitivo importava-se com a forma e a beleza das peças.

Como os homens pré-históricos moravam em cavernas, são nesses locais que encontramos as primeiras pinturas realizadas pelo homem. São verdadeiros “salões de arte” com pinturas de ursos, cavalos, veados, bisões entre outros.
Para pintar o homem produzia suas próprias tintas misturando terra (geralmente avermelhada por ser rica em minérios) com carvão, sangue e gordura de animeis. Utilizava os dedos e provavelmente, também pinceis rudimentares (como toco de madeira) .
As caças eram representadas pelas figuras conhecidas como “pinturas rupestres”, esta ação poderia ser tida como forma de registro, ou seja: “uma verdadeira fotografia do dia da caça”.
Os artistas pré-históricos também realizavam trabalhos em escultura. Nota-se a ausência de figuras masculinas, predominando assim, as formas femininas. Isso se deve a importância do homem da caverna com a continuidade da espécie. Esses artistas esculpiam em pedra ou marfim mulheres com seios, quadris e ventres enormes (avantajados). O que ressalta, portanto, a importância da fertilidade. Essas esculturas são chamadas de Vênus.
O homem do neolítico começa deixar as cavernas e passam a construir suas próprias moradias. Essas construções são conhecidas como “Nuragues”; edificações em pedra em forma de cone.
A pré-história, portanto, revela que as modalidades artísticas por meio das expressões e necessidades humanas, se mostram com grande importância no dia-a-dia do homem e justifica que a arte sempre esteve presente na trajetória  cultural da humanidade de forma geral.

Fontes:
Imagens: internet
Pesquisa Teórica : Historia da Arte- Graça Proença, ED àtica

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

DESENHO INDUSTRIAL

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Por Caroline Faria

Segundo a definição dada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI, o desenho industrial é a “...forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto..”. Assim, o desenhista industrial ou designer é o profissional responsável pela concepção de um produto, objeto, ou ainda, de uma marca.
O designer é um profissional criativo. Seu trabalho é usar a originalidade para desenvolver produtos funcionais e que agradem o consumidor tanto pelo seu valor estético quando pela sua utilidade e facilidade de uso.
Atualmente as empresas contam com o designer industrial como um diferencial competitivo, capaz de proporcionar uma identidade para a empresa.
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Formação

O profissional formado em desenho industrial pode optar por duas áreas de especialização: projeto de produto e programação visual. O primeiro tem seu foco no desenvolvimento de conceitos relacionados ao produto, desenvolvimento de protótipos, análise de materiais e projeto. O segundo é voltado para a produção gráfica, criação de desenhos, logotipos, páginas na internet, embalagens e trabalhos com imagens e cores.
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No Brasil temos 56 cursos superiores de desenho industrial reconhecidos pelo MEC e a maioria é na região sudeste (35). O curso tem duração de 4 anos e aborda disciplinas de linguagem, história e história da arte, ciências sociais, desenho técnico, ergonomia, projeto e fabricação, fotografia, matemática aplicada, e outras matérias relacionadas de acordo com a instituição. Além é claro, de oficinas onde o aluno poderá praticar algumas técnicas.
Existem também os cursos técnicos de desenho industrial onde em cerca de 2 anos o aluno consegue absorver conhecimentos que o deixam apto para atuar no setor.

Desenhando

O profissional que opta pela carreira de designer industrial deve ter criatividade e um bom senso estético. Não necessariamente ele deve saber desenhar, mas durante o curso e dependendo de qual área ele decide trabalhar a habilidade será muito importante.
O desenhista industrial poderá trabalhar em qualquer local onde seja necessário desenvolver produtos. Ou seja, praticamente em qualquer lugar. Seja na indústria ou em empresas do ramo de serviços o desenhista industrial pode desenvolver programas de design, administrar departamentos de design em empresas, criar logotipos, marcas, embalagens, anúncios, vinhetas e todo tipo de material publicitário, além é claro de desenvolver produtos desde o projeto até a escolha dos materiais. Outro campo onde o designer industrial pode atuar é na criação de websites (ou webdesign) que é uma área que vem ganhando cada vez mais destaque com a popularização acesso a internet.

Fontes
http://www.inpi.gov.br/menu-esquerdo/desenho/pasta_oquee
http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_revistas/revista_profissoes/agosto00/artes/desenhoi/index.htm
http://www.cdcc.sc.usp.br/escolas/juliano/profissoes/desenhoindustrial.htm