terça-feira, 5 de outubro de 2010

Às vezes que lhe amei...


Esparramada em soluço e
transpiro baixos de um
corrimão que dava acesso
ao quarto do medo.
Lá, eram vívidas as portas.
Quando conseguiam me
prender, logo, se encarregavam
de atiçar um possível desejo
de me atirar pela janela.
De uma hora para outra,
meus olhos contumavam
secar. Talvez por não
quererem comprometer
o sangue do corpo, só o
que lhes faltava chorar...

By Lidiane Blanch3tT

5 comentários:

Mauricio Alexandre disse...

Lindo esse texto.
ah a photo do perfil ta linda abração Fabinho saudades de tu.

Lidiane disse...

Brigado Fabinho. Como já disse uma vez, admiro muito sua arte, tanto quanto você aprecia meus textos. Adorei, viu! Xero.

Fabinho Fernandes disse...

Nada melhor que "intercâmbiar" os conhecimentos artísticos...

Expedito disse...

em que posso comentar... sou um mero apreciador de suas poesias.
simplismente fantástico.

Fabinho Fernandes disse...

Realmente a Lidiane é muito inspiradora!Sentimos a personificação de suas poesias!