domingo, 29 de maio de 2011
Jamie Beck e suas impressionantes fotos que se movimentam
Ao Entardecer (Lidiane Blanchet)
Se em nada me
desassossega
a superfície,
é porque agora
estou ao céu;
debruçada em
purpurina e
em ardor angelical
que a teima
em sua fala dita,
que em meus olhos
há malevolente
tentação.
sábado, 21 de maio de 2011
Topo Gigio: Chove chuva (Jorge Ben Jor)
Topo Gigio : Meu Limão, Meu Limoeiro
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Mimica e Teatro Físico (Breve definição)
A origem do termo "Teatro Físico"
Desmond Jones, diretor e professor de uma das mais conceituadas escolas de Mímica e Teatro Físico no Reino Unido responde, em aula inaugural do intenso programa de seu curso, a pergunta mais repetida por seus alunos nessa ocasião: Afinal, o que é Teatro Físico?
O diretor responde de uma maneira direta que a Mímica Contemporânea e o Teatro Físico são a mesma coisa. Segundo ele, o termo Teatro Físico foi instituído devido às confusões e ao preconceito de muitos, tanto do público, como dos artistas, da palavra mímica. Isso acontece devido a esta arte ser associada erroneamente, por muitos, ao gênero silencioso da pantomima de Marceau e de suas cópias que se multiplicaram por todos os continentes, como já pudemos analisar anteriormente. Por esta razão, segue Desmond, alguns grupos começaram a introduzir o termo Teatro Físico para a Mímica Contemporânea que explora a arte da mímica como um ato total, que une o corpo, a voz e a criação na figura do ator.
O termo physical theatre tornou-se conhecido nas artes cênicas nas três últimas décadas do século XX, caracterizado como uma nova tendência teatral. Acredita-se que ele tenha surgido primeiro na Inglaterra. Leabhart concorda com Jones ao fundir os dois termos (Teatro Físico e Mímica Contemporânea) e acrescenta:
Decroux, junto com outros dois gigantes contemporâneos, Lecoq e Grotowski, compartilhavam das mesmas idéias. Os três imaginavam o teatro físico que não era, primeiramente, literatura e que tinha a dramaturgia dentro e do corpo. (MIME JOURNAL, 2000/2001:149)
O Teatro Físico tem seu período de experimentação nos anos 60, sua consolidação nos anos 70 e 80, com o trabalho de várias companhias, entre elas o grupo de Steven Berkoff, o Theatre du Movement, o Theatre de Cumplicitè, o Theatre de Soleil e outros. A partir da década de 70, a mídia passou a classificar os grupos que traziam a característica corporal e autoral, difundida pela mímica moderna, somada com elementos do circo, da dança e do teatro experimental dos “fringes”, de Teatro Físico. Tal movimento rompe com o logocentrismo, o textocentrismo e promove uma nova forma de pensar o corpo, valoriza o ator-criador e a dramaturgia do corpo.
O termo physical theatre passou a ser conhecido no Reino Unido no começo dos anos 70 e foi lá, segundo Kershaw (1992), o primeiro lugar a empregar este termo na mídia de comunicação de massa, por meio da conhecida revista de entretenimento semanal Time Out. John Ashford, editor de teatro desta revista londrina, passou a influenciar críticos e jornalistas em outros veículos, devido à classificação publicada por ele, diferenciando o processo de criação e colocando a categoria Teatro Físico para os espetáculos onde o corpo e a voz eram centrais, o que o diferenciava de outras categorias como a de Teatro de Escritor, em que o texto é fundamental no processo artístico.
(...)O movimento das artes da atuação física, que teve a sua base na França na primeira metade do século XX, foi acolhido pelo Reino Unido na outra metade e devido à forte aceitação do público, da classe artística, da mídia inglesa e dos incentivos na produção de seus espetáculos, fez da Inglaterra a sede do Teatro-Físico, de onde nascem diversos grupos, festivais, escolas e cursos desta prática.
O Teatro Físico ou Mímica Contemporânea refere-se a um momento em que a arte se distancia do purismo e caminha para a somatória da mente/corpo e voz na síntese do ator-criador, que participa de todos os momentos de criação do processo artístico, assinando, muitas vezes, a autoria do texto teatral.
(...) Os atores contemporâneos, alimentados por mais de meio século de pesquisas, passam a seguir os ensinamentos do pai da Mímica Moderna, Etienne Decroux, que na sua intensidade defendia que, se houvesse um autor no teatro, este seria o ator. A estranha divisão de funções feita no naturalismo com o autor sentado, pensando e escrevendo o texto que seria entregue para o ator, que somente então iniciaria o seu trabalho como intérprete do texto, é a quebra mais notória do ator do Teatro Físico, que não mais inicia seu trabalho pela metade, como diz Denise Stoklos em entrevista realizada por Pedro Brício em 27/10/2000:
No meu entender o trabalho que sobra para o ator é da metade em diante, isto é, alguém já criou aquele personagem e ele tem que realizar bem aquilo. Não que isso seja menos, não se pode dar uma criação de valores entre o que é mais valoroso. Mas no meu entender é muito mais rico, o intérprete, o ator, fazer esta trajetória inteira. Descobrir qual personagem que ele gostaria de criar. Ele próprio criar o contexto, que é a dramaturgia, e ele mesmo ser o diretor, isto é ser narrador ao mesmo tempo. (BRÍCIO, 2000:47).
A atriz refere-se ao ator-intérprete do teatro tradicional que é direcionado pelo texto literário e a diferença do ator-criador, que participa de todo o processo criativo. A modificação na figura do ator-criador no processo de criação que não se inicia por um texto, mas sim pelo corpo e na nova maneira de pensar este corpo, será uma das grandes alterações propostas no Teatro Físico.
(...)Mas como definir, afinal, o Teatro Físico? Dymphna Callery arrisca:
Teatro-Físico é o teatro onde o meio primário de criação acontece no corpo (...) Isto não significa que a exigência intelectual seja excluída. O intelecto é assimilado por meio do envolvimento do corpo. (CALLERY, 2002:4)
(...) Mais adiante, Callery focaliza a entrada de alguns segmentos da dança para o Teatro Físico, principalmente aqueles que encorajam mais os dançarinos a criar do que interpretar, como é o caso do grupo de dança DV8, fundado pelo australiano Lloyd Newson, que foi a primeira companhia de dança a usar a denominação Teatro Físico conscientemente.
Fonte
http://www.cialuislouis.com.br/tf-origem.htm
14 bis - Todo Azul do Mar
14 Bis é uma banda vocal/instrumental brasileira que surgiu emMinas Gerais criada pelos irmãos Flávio e Claudio Venturini , Hely Rodrigues, Vermelho e Sergio Magrão.
http://pt.wikipedia.org/wiki/14_Bis_%28banda%29
Um pouco sobre Máscaras
Ás vezes a máscara deixa de ser um mero adereço e passa a se tornar um símbolo de caráter enganoso. Vemos isso nas histórias em quadrinhos a máscara não esconde somente a identidade, mas transforma a vida de quem a possui. Os super-hérois colocam as máscaras e se transformam naquilo que não são na frente dos outros. A máscara é um modo de disfarce que não faz as pessoas saberem quem somos nós.
As máscaras aparecem durante as festividades de Dionísio (Deus do vinho). Nessas festas todos bebiam, cantavam, dançavam e usavam máscaras, feitas de folha de parreira, por acreditar que Dionísio estaria presente entre as pessoas. A máscara teatral grega possuía diferentes funções quando em cena, tais como proporção maior que a face do ator e os traços expressivos acentuados, para que todo o público pudesse assimilar o caráter do personagem.
Fonte
; http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1scara
domingo, 15 de maio de 2011
Depoimento da professora Amanda Gurgel
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Boca Livre - Quem tem a viola
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Martha Graham - Google
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Nunca Feche o Cruzamento - de Lucimar Mutarelli
Em uma cela, a dominadora mantém um escritor para que este produza os assuntos que serão moda no mês.
sábado, 7 de maio de 2011
Uma Carta ( Lidiane BlanchetT)
Tenho muito pra dizer...
Sobre meu lamento e meu ciúme.
Porém opto por escrever,
Sobre a grama, sobre o lume...
Eu ouço o canto dos pássaros a passear,
A desejar a bela natureza...
O afoito vento beijar,
E se esbaldarem à delicadeza.
A baixo da nobre sombra da mangueira,
Palavras se encontram em reunião...
Então, no gesto da palmeira,
Um afago... Uma compreensão...
Sussurros e mais sussurros abundante...
Será que referem-se às borboletas amarelas.
Talvez ao lago insinuante,
Talvez como são belas e belas...
Arte Potiguar - Turva Fuga (Esso)
http://www.sitiodoesso.com/disco.htm
Woody Allen chama Machado de Assis de encantador
Carta ao Respeitável Público (Esso)
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Curta- Metragem
Curta-metragem, ou simplesmente curta, é um filme de duração inferior a trinta minutos, havendo no entanto quem para o classificar estabeleça um padrão variável de mais ou menos dez minutos. O termo começou a ser utilizado nos Estados Unidos na década de 1910, quando boa parte dos filmes começava a ter durações cada vez maiores.
O gênero que mais utilizou o formato de curta-metragem foram as animações. Ainda hoje há muitos filmes com acção ao vivo (live-action) e de animação produzidos como curta-metragem, havendo inclusive um premio dos Oscar para cada tipo. Formato bastante difundido e em expansão no Brasil desde os anos 70, a curta-metragem é também adoptada em documentários, filmes de estudantes e filmes de pesquisa experimental.