
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Uma semana de música pura ( Semana da Música 2011)

Banda de crianças de oito anos toca Metallica
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Analisando Banda Grafith. =)

Cemitério
No portão do cemitério, tério, tério, tério
Ou mais que alma vagabunda, bunda, bunda, bunda
E vem de trás do bate-estério, estério, estério, estério
E o japonês virasse xanha, xanha, xanha, xanha
E com salve salpica, pica, pica, pica
Pegou a taça e agarrola, rola, rola, rola
E foi tomar banho de bica, bica, bica, bica
E o japonês virasse xanha, xanha, xanha, xanha
Comia peixe pirarucu, cu, cu, cu
E que na luta ele diz puta, puta, puta, puta
E começou tudo de novo, novo, novo, novo
O que mostra nitidamente o quanto o autor é profundo na momento de elaborar suas canções (me dá arrepios só de pensar...).
Logo em seguida, o autor simula um encontro subliminar entre almas, inserindo também o cenário em que isso ocorre (cemitério),
levando o público a imaginar toda a situação de modo bastante espontâneo e natural. No 3º verso, o autor apresenta seu senso de 'humor', fazendo uma ambiguidade, ao adjetivar a alma de "vagabunda", e fazer a rima da música repetindo as duas últimas sílabas da palavra (coisas de compositor), mas mesmo assim, não perde sua integridade, o autor faz graça, e mostra que não tem 'papas na língua' (Obs.: Isso acontece muito em músicas no estilo 'Rock'). O 4º verso, eu prefiro não comentar, pois infelizmente, não tenho tanta audácia quanto o compositor, para me expressar :|No 5º verso, o autor se associa à uma outra nacionalidade, supostamente pensando em seu sucesso internacional (que já está muito próximo), porém, não esquece da sua cultura, inserindo aspectos de sua nacionalidade, tal qual o peixe Pirarucu, encontrado na região Norte do país. E, por ser um país de população mestiça, o autor acaba mestificando também a cultura japonesa,, inserindo-a na cultura brasileira, e enxerga de forma poética a futura harmonia entre esta cultura e à do próprio país estimulando assim, a paz entre as nações, de forma esperançosa, procurando amezinar os conflitos sociais e o trabalho da ONU. O compositor, ainda estabelece o espírito de luta, e de alcançar seus objetivos anteriormente citados.Por fim, ele cria um ciclo vicioso: "E começou tudo de novo, novo, novo, novo", com o objetivo de ressaltar mais uma vez o que ele quis passar, e além disso, de repetir quantas vezes for necessário aquilo que todos nós PRECISAMOS ouvir. [...] *Não podemos esquecer que o autor também inova, acrescentando termos no nosso vocabulário, como "agarrola" (ou, agarrou-a: se referindo à taça)" (Lyah)
simplesmente complexa
CONHECENDO Amir Haddad, (1937)
Amir Haddad (Guaxupé MG 1937). Diretor e ator. Dirige grupos alternativos na década de 1970 fundamentando uma linha de trabalho significativamente pesquisada por essa geração: disposição não convencional da cena; desconstrução da dramaturgia; utilização aberta dos espaços cênicos; e interação entre atores e espectadores. Essa linha de pesquisa se sedimentará no seu trabalho como diretor a partir da fundação do Tá na Rua, em 1980, grupo que encabeça até hoje.
http://www.alexandreteatro.blogspot.com/
UFRN está entre as 100 melhores universidades da América Latina

Tribuna do Norte
http://tribunadonorte.com.br/noticia/ufrn-esta-entre-as-100-melhores-universidades-da-america-latina/198177
Diversidade de ritmos marca primeira eliminatória do Festival da Canção em João Câmara
Xote, reggae, pop rock, baladas românticas e maracatu. A primeira eliminatória do Festival da Canção e da Cultura Popular, aberto no último dia 30 na praça central de João Câmara, foi uma festa na diversidade de ritmos e na revelação de novos talentos a que se propõe. A música gospel também estava representada, na canção O meu Deus trabalha por mim, de autoria e interpretação de Jaque Silva.
Na abertura oficial do festival, que está em sua terceira edição, e terá as próximas eliminatórias em Macaíba e Assu, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Motta (PMN), agradeceu a parceria da prefeitura, possibilitando a concretização de um evento que valoriza a “prata da casa” e dá oportunidade aos artistas. “A Assembleia está de portas abertas para o povo e para a cultura através de outras ações que já se fixaram no nosso calendário de eventos”, disse o presidente, em alusão ao Cine Assembleia e Assembleia Cultural, ambos realizados mensalmente.
Antes dos concorrentes subirem ao palco, o público assistiu às apresentações da Filarmônica Municipal e do médico e cantor Assis Ataliba. A música Torreão já virou sua marca registrada e um hino de João Câmara. Após a divulgação dos resultados, Messias Paraguai e banda encerraram a programação.
Concorrentes
Na categoria Estudante estavam inscritas sete composições e os quatro classificados foram: João Pedro e Wendel, da Escola Municipal José Lúcio Ribeiro, de Brejinho, com a música Declaração de amor (primeiro colocado); Ramon Vingre, da EM Profa. Maria Madalena da Silva, de Baixa do Meio (Guamaré), com Meu presente é você; Ingrid Peregrino, do Piaget Colégio e Curso, de Natal, com a música Dá um tempo, acompanhada pela banda Tchibi Mazé e em quarto lugar Glênia Santos, também de Baixa do Meio, município de Guamaré, com a música Selva de pedras.
A disputa estava mais acirrada na categoria Geral, com 12 concorrentes. A divertida música Marileide, a rainha da cocada, arrebatou o público logo que Dona Euzinha da Silva, personagem de Águeda Ferreira, autora e intérprete, cantou o primeiro refrão, mas para decepção dos fãs que não paravam de cantar Marileide enquanto a comissão organizadora somava os pontos dos jurados, ainda não foi dessa vez.
Foram classificados O beija-flor e a flor, de Ivando Monte (primeiro colocado); Leva-me, de Magnus Araújo, Dia de reis, maracatu de Arcésio Andrade e em quarto lugar a romântica Prata de Luar, com Nara Costa.
A grande final do Festival da Canção, que é coordenado pelo Cerimonial da Assembleia Legislativa, será em Natal, no dia 11 de novembro. Em Macaíba e Assu as próximas eliminatórias serão em 21 e 28 de outubro. A premiação inclui além dos R$ 18 mil em dinheiro, a doação de computadores para todas as escolas que tiverem músicas classificadas na categoria Estudante. Ao final, será gravado um CD com os 24 finalistas.
Artista usa cinzas humanas em quadros de exposição em Praga

Originalidade de pinturas de Bob Dylan gera polêmica em Nova York

Uma exposição de pinturas de Bob Dylan em Nova York gerou uma polêmica motivada por sua originalidade, uma vez que várias telas parecem ter sido inspiradas em fotografias conhecidas, e não em "reflexões visuais" das viagens do músico americano por Japão, China e Vietnã, como haviam indicado os organizadores.
- Nova York - A exposição "Bob Dylan: The Asia Series", composta por 18 pinturas com paisagens, motivos e personagens asiáticos, está em cartaz desde o último dia 20 na Galeria Gagosian, localizada no Upper East Side, perto do Central Park.
Segundo os organizadores, a mostra é "uma reflexão visual das viagens de Dylan por Japão, China, Vietnã e Coreia, e inclui pessoas, cenas de rua, arquitetura e paisagens". Mas fãs de Dylan e o jornal "New York Times" descobriram que pelo menos três das pinturas exibidas se parecem com fotografias conhecidas e de domínio público.
Em sites dedicados ao músico, como o www.expectingrain.com, fãs comentam o assunto e manifestam sua decepção. "Acho triste. Estúpido e triste. Prefiro ter pendurados na parede os rabiscos feitos com lápis de cor por meus netos. Algo honesto e único", diz um seguidor.
"Enquanto algumas das pinturas de Dylan foram baseadas em uma variedade de fontes, incluindo arquivos e imagens históricas, seu frescor e vivacidade vêm das cores e texturas encontradas nas cenas diárias que ele observou em suas viagens", assinala Meg Blackburn, diretora de relações com a imprensa da galeria, em um comunicado enviado.
Bob Dylan, 70, é um mito do rock e folk célebre por suas composições, muitas delas de conteúdo político. Em 2004, ele publicou uma autobiografia que se tornou um best-seller nos Estados Unidos.
A exposição é a primeira de Dylan em Nova York, embora o músico já tenha exibido parte de sua obra na Alemanha e Dinamarca.
Fonte:Exposição "Extremos": os limites do homem impressos pela fotografia
- São Paulo - Com curadoria de Milton Guran e do francês Jean-Luc Monterosso, as 115 fotos da coleção da Maison de l'Amérique Latine aparecem como registro dos extremos do homem, desde o momento mais tenso da vida, o parto, passando pelo medo, a angustia, a morte, o sofrimento, a tensão psicológica, a solidão e as crises de identidade.Montada de maneira bem didática, as imagens são agrupadas de acordo com os temas comuns entre elas. Na sessão "O Extremo na Carne", o corpo humano é colocado à prova, como a aparente autoflagelação de David Nebreda no autorretrato em que está muito magro, com as mãos ensanguentadas e as costelas machucadas, como Jesus Cristo saído da cruz. "Dog Man, Man Dog", foto chocante de Miguel Rio Branco, compara a condição física de um mendigo à de um cachorro, na mesma posição social perante o descaso.Na sala "Do horror ao sublime", cenas históricas da guerra no Vietnã e violência urbana vão do sutil, como os objetos de guerra fotografados como em um catálogo de joias por Raphaël Dallaporta, até o chocante registro de Andrés Serrano das mãos de uma pessoa morta a facadas. Lado a lado, é difícil pensar o que choca mais, se a fumaça da bomba de Hiroshima registrada por George Robert Caron, ou um operário assassinado, de Manuel Alvarez Bravo. A série de Sebastião Salgado em 1991 no Kuwait também é chocante, ao mesmo tempo esteticamente bela com as texturas e profundidades do preto e branco. O extremo da angustia humana está em "Comunhão". Nesta área a série de Rodrigo Braga nu se assemelha ao animal, flertando com um bode; enquanto os ritos religiosos surgem como ponto comum entre comunidades, nos registro de Pierre Verge . "Do elogio da beleza à estética da transgressão" ao lado de "Da critica social ao encanto da transgressão" formam o conjunto de fotografias mais dispare: de um lado Marilyn Monroe belíssima em um vestido de paetês, versus o retrato do preconceito na foto de Elliot Erwite. Um bebedouro refrigerado e uma pia sinalizados, respectivamente, pelas placas White e Colored.Apesar do teor das imagens, "Extremos" não é apelativa e nem faz apologia ao horror. Configura um panorama dos limites da própria fotografia, apontando para olhares ultrajes de profissionais sobre a nossa sociedade ao longo de 65 anos.