quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Deixa (by Lidiane Blanchett)



Deixa eu dormir com
seus olhos me vigiando;
com sua voz disputando
espaço no meu consciente.
Deixa eu encontrar seu
riso na minha última
lembrança de cada dia;
e no sonho dessa noite.
Deixa eu dizer que sinto
sua falta quando você
ainda estiver perto de mim;
ou quando eu silenciar.
Deixa, mas não por deixar.

2 comentários:

Lidiane disse...

Fabinho, mais uma vez, obrigada por dar vez a estética de minha poesia. Falar nisso, você me deve uma crítica.

Fabinho Fernandes disse...

Sabes que és cadeira cativa por aqui mulé!